REFORMA GOV MS
   

especiais

seções

colunistas

blogs

enquete

Na sua opinião, o Pantanal já sente os efeitos do desmatamento?
Sim
Não
Não sei
Ver resultados

tempo

newsletter

receba nosso newsletters
   
Rádio Independente

expediente

Pantanal News ®
A notícia com velocidade, transparência e honestidade.

Diretora-Geral
Tereza Cristina Vaz
direcao@pantanalnews.com.br

Editor
Armando de Amorim Anache
armando@pantanalnews.com.br
jornalismo@pantanalnews.com.br

Webmaster
Jameson K. D. d'Amorim
webmaster@pantanalnews.com.br

Redação, administração e publicidade:
Aquidauana:
Rua 15 de Agosto, 98 B
Bairro Alto - CEP 79200-000,
Aquidauana, MS
Telefone/Fax (67) 3241-3788
redacao@pantanalnews.com.br

Escritório:
Corumbá:
Rua De Lamare, 1276 - Centro
CEP 79330-040, Corumbá, MS
Telefone: (67) 9235-0615
comercial@pantanalnews.com.br
pantanalnews4@terra.com.br

 
O Estado do Pantanal - 14/08/2014 - 07h19

Onças fogem da cheia no Pantanal e viram fenômeno urbano em Corumbá




Diário Corumbaense

Onça-pintada fêmea morreu após cair no rio
Por Viviane Oliveira do Campo Grande News / Redação Pantanal News

 Para escapar da cheia do Pantanal, as onças estão buscando refúgio em áreas urbanas. Desde junho deste ano pelo menos seis felinos foram avistados por moradores em várias regiões de Corumbá, distante 419 quilômetros de Campo Grande.

O fenômeno acontece porque a cidade está em uma área mais alta, cercada pelo Pantanal sul-mato-grossense, de acordo com o veterinário Walfrido Moraes Tomas, da Embrapa Pantanal (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária, Centro de Pesquisa Agropecuária do Pantanal), entidade que faz parte do Comitê de Incêndios Florestais e Contenção de Animais Silvestres.

Conforme o veterinário, quando uma grande cheia acontece, os animais buscam refúgio em terrenos mais altos. “É natural que haja a travessia de onças para a margem mais alta do rio Paraguai, chegando a área urbana”, explica. As onças ficam em bolsões de terrenos alagados entre a área urbanizada e o rio, onde há muita vegetação densa.

Em junho deste ano foi feita a captura de uma onça com dois filhotes, que estavam em um quintal em meio a uma vila de casas. A mãe morreu após ser sedada e cair no rio Paraguai. Os dois filhotes foram encaminhados para o Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres), na Capital.

Ainda em junho, outra onça foi avistada na região do Forte Junqueira e há uma semana no mesmo local outro felino foi visto. “Nesta área os animais estão há pelo menos dois meses e meio e nenhum incidente ocorreu com humanos. Apesar deles estar se alimentando de capivaras, jacarés e cães domésticos, pois no local foram localizados carcaças desses bichos”, destaca.

Outro animal tem sido visto nas proximidades da entrada de Ladário, na avenida Rio Branco. O felino já foi filmado duas vezes por motoristas que passavam por ali. No último sábado mais duas onças foram vistas na região da Cacimba.

Busca - As tentativas de captura da onça-pintada que vem rondando o bairro Universitário, próximo ao Forte Junqueira, entraram no sétimo dia. Três armadilhas foram instaladas na mata onde o animal foi visto, os órgãos que fazem parte do Comitê optaram por adotar uma estratégia menos invasiva para capturar o bicho, pois de acordo com os especialistas a onça-pintada não oferece grande risco para população.

Para o Comitê, a convivência entre a população e as onças em seu habitat natural, que fica na outra margem do rio Paraguai, é plenamente possível, mesmo com a proximidade. Porém, quando os animais se refugiam na área urbana, fugindo das cheias do rio e de grandes incêndios a situação se torna preocupante.

Dessa forma, os moradores precisam estar preparados para agir de modo a não provocar ou acuar os animais. “A pessoa deve evitar a observar esses animais de perto e também a caminhar depois do anoitecer em áreas que os felinos forma avistados”, alerta.

A tendência é que com a redução da cheia, os animais voltem a atravessar o rio e deixem as áreas mais ligadas a cidade, enquanto isso, o Comitê tenta capturar as onças e removê-las para lugar seguro, pois depois da cheia vem a questão das queimadas. “As queimadas também preocupa porque podem levar alguns animais a voltar para a margem direita do rio, no entanto, este ano é pouco provável que haja queimadas nas partes baixas devido as inundações”, afirma.

Para o veterinário, uma forma de amenizar os problemas seria o cercamento dos bolsões onde tradicionalmente as onças se refugiam e limitar o acesso de pessoas sempre que a presença destes animais for detectada.

Na noite da última segunda-feira (11), um motorista fez imagens de um felino que foi visto na avenida Rio Branco, avenida que fica na divisa entre Corumbá e Ladário. Os casos estão sendo monitorados pelo Comitê de Captura de Animais Silvestres.

Compartilhe


Deixe o seu comentário

Todos os campos obrigatórios. Seu e-mail não será publicado.

Nome:

E-mail:

Seu comentário:
Sistema antispam

Digite aqui o código acima para confirmar:


 

zap2
Comentários
 
Últimas notícias do canal
17/05/2017 - 09h41
Cientistas desenvolvem alimentos processados de pescado pantaneiro
16/05/2017 - 14h17
Sete famílias deixam suas casas com início da cheia no Pantanal de MS
12/05/2017 - 09h50
Hidrovia do Rio Paraguai é tema de Road Show em Corumbá
04/05/2017 - 06h29
A palmeira que desponta como novo 'ouro verde' do Brasil
02/05/2017 - 12h05
'Banho de São João', de Corumbá, é selecionado para receber recursos do Ministério do Turismo
 
Últimas notícias do site
22/05/2017 - 16h06
“Pobre Diabo Louco e seu Discurso para Moscas” na Mostra Boca de Cena
22/05/2017 - 15h52
Defesa de Temer desiste de recurso no STF que pedia suspensão de inquérito
22/05/2017 - 15h44
Deputado Dr. Paulo Siufi reúne farmacêuticos para discutir Anteprojeto do Piso Salarial
22/05/2017 - 11h41
Plataformas online abrem inscrições gratuitas para simulado do Enem
22/05/2017 - 11h06
Campanha de vacinação contra gripe termina na sexta-feira
 

zap

88

Untitled Document
 ® 2009  

CPN - Central Pantaneira de Notícias
PantanalNEWS - Marca registrada 1998-2009
Todos os direitos reservados.