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Artigos - 09/04/2014 - 06h13

2014, um Ano de Muitas Expectativas




Por Hiram Reis e Silva*

 A Esperança

(Augusto dos Anjos)
 
A Esperança não murcha, ela não cansa,
Também como ela não sucumbe a Crença.
Vão-se sonhos nas asas da Descrença,
Voltam sonhos nas asas da Esperança. (...)
 
A cada virada de ano renascem as esperanças, esboçamos novos projetos, traçamos novas metas, visamos novos objetivos, enfim, encaramos com coragem e determinação os novos desafios. A cada dia que passa algumas dessas perspectivas são alcançadas, para nosso júbilo, e, infelizmente, não raras vezes, percorrendo os tortuosos, soturnos e insondáveis labirintos do destino o fracasso cruel desponta nos trazendo um profundo desalento.
 
-  Academia de Letras de Rondônia (ACLER)
 
Na minha quarta jornada pelos amazônicos caudais desci de caiaque os Rio Madeira e Amazonas, com meu filho João Paulo, desde Porto Velho, RO, até Santarém, PA (22.12.2011 a 15.02.2012). Foram 2.000km de puro encantamento e aprendizado. Em Porto Velho, tive a honra e o privilégio de conhecer e entrevistar o Professor, Historiador e Escritor Doutor Dante Ribeiro da Fonseca, da Universidade Federal de Rondônia, com quem mantive, desde então, uma salutar correspondência. No início deste ano, graças à proposta do Professor Dante, passei a fazer parte da ACLER.
 
Em reunião realizada no dia 22.01.2014 a Assembléia Geral da ACLER decidiu por unanimidade aprovar a proposta de admissão do Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva, que passa desde já a compor seu quadro de associados correspondentes.
 
O Engenheiro Hiram Reis e Silva é Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA); Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS); Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx); Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS); Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS); Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG) e Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).
 
Além dos trabalhos de natureza técnica relativos à sua formação profissional o mais novo acadêmico também escreveu as seguintes obras:
 
SILVA, Hiram Reis e. Desafiando o Rio-mar ‒ Descendo o Solimões ‒ RS: Editora PUCRS, 2010. 368 p.
SILVA, Hiram Reis e. Desafiando o Rio-mar ‒ Descendo o Negro.
SILVA, Hiram Reis e. Desafiando o Rio-mar ‒ Descendo o Amazonas.
SILVA, Hiram Reis e. Desafiando o Rio-mar ‒ Descendo o Madeira.
SILVA, Hiram Reis e. Desafiando o Rio-mar ‒ Descendo o Juruá.
SILVA, Hiram Reis e. Desafiando o Rio-mar ‒ Navegando o Tapajós.
 
Essas obras resultam de um ambicioso projeto denominado “Desafiando o Rio-Mar” através do qual nosso novo associado tem percorrido, conhecido e descrito a realidade de todos os afluentes do rio Amazonas. O Acadêmico Hiram Reis e Silva ocupará a cadeira de número 41, sob o patronato de Emilie Snethlage.
 
-  Marçal, meu Fiel e Desassombrado Escudeiro
 
No alvorecer deste ano, eu ainda trazia no coração e na mente as gratas lembranças de minha sexta jornada pelos amazônicos caudais – singrara, em outubro de 2013, as belas águas cor de esmeralda do Rio Tapajós. Contei, pela quarta vez, com o apoio fundamental do Cabo Mário Elder Guimarães Marinho e do Soldado Marçal Washington Barbosa Santos, valorosos guerreiros do 8°BEC (Santarém, PA). Infelizmente, no dia 28 de fevereiro do corrente ano, tomei conhecimento de que meu valoroso parceiro Marçal estava dando baixa do Exército.
 
Tive a honra e o privilégio de conviver com este destemido e arrojado guerreiro, nas descidas de caiaque pelo Rio Amazonas (851 km), Rio Madeira (2.000km) e Rio Juruá (3.950km) além da circunavegação do Baixo Tapajós (630 km). Em cada uma destas etapas, o Marçal jamais refugou os grandes desafios que lhe propus. Foi com enorme alegria que o vi transformar-se de espectador em protagonista acompanhando-me galhardamente, de caiaque, na descida dos 4.000km que separavam a comunidade da Foz do Breu, fronteira do Acre com o Peru, até Manaus. Considero-o, sem sombra de dúvida, um dos melhores profissionais com quem já tive a oportunidade de conviver desde que incorporei à minha alma, meu sangue, músculos e nervos a augusta farda verde-oliva, em fevereiro de 1972, na minha gloriosa Academia Militar das Agulhas Negras (AMAN).
 
Se fosse chamado, algum dia, para comandar uma penosa missão, fosse qual fosse, nos ermos sem fim, sob quaisquer condições de terreno ou meios, certamente eu o indicaria, mais uma vez, para compor minha equipe. Obrigado amigo Marçal por tudo e esteja certo de que nossa amizade permanecerá viva, independentemente da enorme distância física que separa os Estados do Pará e Rio Grande do Sul. Seja muito feliz na tua nova marcha, na bela Aveiro, assentada à margem direita do formoso Tapajós, junto à tua querida esposa Jamily e tua mimosa filhinha Carmem.
 
-  Centenário da Expedição Roosevelt-Rondon
 
É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias,
mesmo expondo-se à derrota, do que formar fila com os pobres de espírito,
que nem gozam muito, nem sofrem muito,
porque vivem nessa penumbra cinzenta que não conhece vitória nem derrota.
(Theodore Roosevelt)
 
Permitam-me, antes de iniciar este tópico, fazer uma pequena digressão histórica a respeito deste notável feito realizado, nos idos de 1913/1914, por dois grandes nomes da historiografia mundial.
 
A Comissão
 
O Governo Brasileiro, atendendo aos desejos manifestados pelo notável e saudoso estadista da América do Norte, organizou uma Comissão Brasileira para o acompanhar na arrojada travessia do Sertão de nossa Pátria e escolheu para chefiar essa Comissão “the right man to the right place” ‒ o então Coronel Rondon. À larga visão de um jovem estadista ‒ o Senhor Lauro Muller ‒ Ministro das Relações Exteriores nessa época, devem-se os extraordinários benefícios que advieram para o nosso País, com a acolhida de tal iniciativa, não só pelo reconhecimento geográfico de uma região até aí desconhecida e pelos estudos de História Natural realizados na zona percorrida, como também pelo valor da propaganda do Brasil no estrangeiro, especialmente na América do Norte, através do livro que Roosevelt publicou sob o título “Through the Brasilian Wilderness”, livro que ele foi escrevendo no decorrer da própria Expedição. (MAGALHÃES)
 
A Expedição
 
Ficou assentado que a Expedição Roosevelt estudaria a fauna daquela região e dela forneceria exemplares ao American Museum of Natural History de New York, particularmente interessado em coleções provindas das regiões divisoras das Bacias do Amazonas e do Paraguai. As bagagens da Expedição foram, assim, rotuladas com os dizeres: “Colonel Roosevelt’s South American Expedition for the American Museum of Natural History”. Completariam a Expedição dois naturalistas, Cherrie e Leo E. Miller, veteranos das florestas tropicais; o Secretário de Roosevelt, Frank Hasper; Jacob Sigg ‒ que acumularia as funções de cozinheiro, enfermeiro e assistente de Father Zahm; Anthony Fiala, antigo explorador dos Polos. Seria este Chefe do equipamento que deveria conter, especialmente, tudo o que pudesse defender os expedicionários de insetos e répteis, além de 90 latas de alimento concentrado, cada uma com ração para cinco homens, em um dia, rações compostas e acondicionadas pelo próprio Fiala. O filho do Senhor Roosevelt, o Senhor Kermit, reunir-se-ia à Expedição, no Sul do Brasil, onde se achava havia alguns meses. (VIVEIROS)
 
Pois bem, recebi no dia 28 de fevereiro, curiosamente no mesmo dia da baixa do Marçal, como se a providência divina conspirasse para neutralizar meu desalento, um e-mail do Dr. Marc Meyers. O Dr. Marc está planejando uma histórica e oportuna homenagem ao Centenário da Expedição Roosevelt-Rondon:
 
Prezado Coronel Hiram,
 
Foi um grande prazer familiarizar-me com suas Expedições de caiaque nos grandes Rios da Bacia Amazônica. Realmente fascinante. Pretendo, também, adquirir seu livro. Gostaríamos imensamente de manter discussões preliminares que levariam a uma possível participação de sua equipe em uma Expedição conjunta.
 
Envio-lhe em anexo um “pdf” com nossas idéias iniciais. Recomendo muito dois livros, um de Candice Millard, o outro de autoria do próprio Roosevelt, sobre a famosa expedição que culminou com a descida do Rio da Dúvida.
 
Na resposta ao Dr. Meyers informei-lhe que já os tinha adquirido e lido nos idos de 2009 e indiquei-lhe outros. (Hiram Reis)
 
Sua experiência, conhecimentos, e ligação com o Exército Brasileiro serão de imensa valia. O Exército participou ativamente e, em realidade, coordenou e dirigiu a Expedição de 1913-1914. Além do Coronel Rondon, houve os Tenentes Cajazeiras e Pirineus, além de sargentos. A Expedição foi montada em seguimento a sugestão feita pelo Ministro, General Lauro Muller, quando Roosevelt visitou o Rio de Janeiro.
 
Eu estive no Rio Purus em 1969 (Projeto Rondon) e sou pescador, tendo descido o Rio das Mortes de caiaque por seis horas. Assim sendo, conheço as dificuldades. Aqui em San Diego, tanto eu como Jeffrey temos experiência em caiaques e já fizemos viagens pelo Golfo de Cortez. Eu tenho três caiaques oceânicos, mas não são do modelo dos seus. Eu estarei indo a Recife dia 15 de março e gostaria de apresentar o projeto ao General Villas Bôas em Manaus. Gostaria também de conhecê-lo pessoalmente e estarei de regresso ao Brasil em junho e julho. Nossa ideia inicial seria de descer o Rio Roosevelt em agosto, mas não sabemos se esta data é de sua possibilidade. Eu tenho que estar na Europa de 10 a 30 de setembro. Tenho o mês de outubro livre.
 
Agradeço muito o interesse demonstrado por sua equipe e coloco-me a sua disposição para futuros contatos. Tenho skype e podemos manter maiores contactos.
 
Agradeço muito ao Coronel Louro de nos ter posto em contato. Ele está tentando obter uma reunião com o General Villas Bôas, do Comando Militar da Amazônia. O apoio e participação direta do Exército serão elementos essenciais.
 
Um abraço, Marc Meyers
 
Respondi no mesmo dia que estava pronto, “De Pé e à ordem” para esta épica missão. A saída seria de Assunção, Paraguai, e sua conclusão em Manaus, AM, Brasil, depois de percorrer os trechos fluviais em embarcações regionais e caiaques e os terrestres utilizando carroças e cavalos. Se tudo der certo encerrarei, com chave de ouro, minhas amazônicas jornadas. De Manaus, depois de uma semana de descanso, partirei para Santarém e em seguida para Belém uma jornada de aproximadamente quatro meses, se tudo der certo, de puro encantamento e nostalgia – será, talvez, a última descida na Amazônia. Espero que o Exército Brasileiro se alie a esta homenagem, mais que merecida ao Marechal da Paz e Roosevelt, concebida pelo Dr. Meyers. Para aqueles que não o conhecem vamos repercutir o seu currículo:
 
Currículo do Professor Doutor Marc André Meyers
Fonte: Prefeitura Municipal de João Monlevade
 
O Professor Doutor Marc André Meyers, é brasileiro, natural de Belo Horizonte, nasceu em 10.08.1946, filho de Doutor Henry Meyers e de dona Mariana Meyers, vindo para a cidade de João Monlevade, na primeira semana de vida. Desde criança foi fascinado pela metalurgia. É ex-aluno de escolas públicas de João Monlevade. Formou-se em Engenharia Mecânica pela UFMG e foi escolhido, no último ano, como Monitor da Cadeira de Metalurgia Física e melhor aluno dessa matéria em uma classe de oitenta estudantes. Fala cinco idiomas, possui seis cursos de graduação em Administração, em Universidades Americanas. É Doutor em Metalurgia Física pela Universidade de Denver. (...)
 
Materiais Bio-inspirados
 
Durante os últimos anos enveredou por nova área de investigação científica e materiais biológicos. Esta nova área, a qual ele já fez contribuições importantes explicando o crescimento e propriedades mecânicas das conchas abulhão e de um a concha fluvial encontrada na bacia amazônica. Foi também o autor do primeiro trabalho cientifico sobre as propriedades mecânicas do bico do tucano, que é um material complexo otimizado para peso e resistência a flexão. Este trabalho foi inspirado por uma viagem que o professor Marc fez a Diamantina quando adolescente. Enquanto seu pai caçava perdizes, ele se repousou em uma mata observando os tucanos nas copas das árvores. Por acaso encontrou um esqueleto. Ao levantar o bico, surpreendeu-se com o peso baixíssimo e relativa resistência a flexão. Este trabalho suscitou o interesse de diversas publicações de divulgação científica e um artigo foi publicado em Dezembro 2006 pela National Geographic. (www.pmjm.mg.gov.br/mat_vis.aspx?cd=7221)
 
-  Nova Morada
 
Desde 06.05.2011 que eu e meus irmãos estamos tentando regularizar o imóvel herdado de nossos pais. Os nebulosos meandros judiciários só foram plenamente contornados no dia 31.03.2014, uma data realmente muito especial. Acompanhou-nos neste périplo o Arquiteto Solon interessado na compra de nosso patrimônio. Tivemos a grata ventura de encontrar nele muito mais que um empresário, mas um ser humano diferenciado, um facilitador que não poupou esforços para que conseguíssemos adquirir nossa nova morada antes mesmo de regularizar a documentação da venda. Estamos agora instalados em Ipanema, nas proximidades do Guaíba, um Bairro realmente residencial, com uma vizinhança encantadora.
 
A SNAL- SOLON NHUCH ARQUITETURA LTDA., foi fundada há 35 anos, atua na produção de projetos de Arquitetura e Gestão na Execução de Obras Civis, procurando transcender à simples construção com obras de ótima qualidade, aplicação de técnicas construtivas racionais, mantendo cuidado no trato com o Cliente, com o Ambiente e no uso dos recursos financeiros de terceiros.
 
-  Conclusão
 
Uma série de outros eventos importantes relativos à descida e pesquisas na Laguna dos Patos e Lagoa Mirim, a possível publicação de cinco de nossos livros, ainda este ano, embora aguardem confirmação nos estimulam a prosseguir, pois constatamos que aos poucos nosso trabalho começa a receber maior visibilidade e reconhecimento. O convite do Dr. Meyers nos emocionou muito e se realmente vier a ser concretizado será uma maneira de participarmos pessoalmente da homenagem àquele que considero a maior figura humana de todas as Américas – Rondon – o Marechal da Paz.
 
-  Fontes:
 
MAGALHÃES, Major Amílcar Botelho de. Impressões da Comissão Rondon ‒ Brasil, Rio de Janeiro ‒ Editora Brasiliana, 1921.
 
VIVEIROS, Esther de. Rondon Conta Sua vida ‒ Brasil ‒ Rio de Janeiro ‒ Livraria São José, 1958.
 
-  Livro do autor:
 
O livro “Desafiando o Rio-Mar – Descendo o Solimões” está sendo comercializado, em Porto Alegre, na Livraria EDIPUCRS – PUCRS e na rede da Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br). Para visualizar, parcialmente, o livro acesse o link:
 
*Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA);
Pesquisador do Departamento de Educação e Cultura do Exército (DECEx);
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS);
Sócio Correspondente da Academia de Letras do Estado de Rondônia (ACLER)
Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil – RS (AHIMTB – RS);
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS);
Colaborador Emérito da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (ADESG).
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional (LDN).
 

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