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Artigos - 03/04/2014 - 06h00

O Comunismo está vivo e ainda nos ameaça




Por José Maurício de Albuquerque*

No último dia 19 aconteceram manifestações populares em várias cidades do Brasil em comemoração aos 50 anos do acontecimento que ficou conhecido como “Marcha da Família com Deus, pela Liberdade”, um movimento popular que antecedeu a contrarrevolução de 1.964. Em algumas dessas manifestações viam-se cartazes e faixas com pedidos de outra intervenção militar para novamente evitar o comunismo no país. Nas redes sociais houve protestos e críticas aos que pediam a volta dos militares. Alguns dizendo que, com a queda do muro de Berlim, em novembro de 1989, e a dissolução da URSS, o comunismo teria acabado e, por conta disso, o país não mais estaria correndo perigo de sofrer uma nova investida vermelha. Outros afirmando que o povo não deseja mais se submeter a uma nefasta ditadura militar que tantos males trouxe à nação brasileira.

Vejo-me obrigado a afirmar que as duas concepções estão erradas. A população brasileira está sendo vítima de uma nociva manobra, estrategicamente operada de forma sistemática, que tem por objetivo a ocultação da verdade e a substituição dos fatos, devidamente comprovados, por uma versão histórica absolutamente falsa. Ainda me vejo forçado a esclarecer que não apenas a intervenção militar no país nos livrou de um mal infinitamente pior, caso os comunistas tivessem tomado o poder, como também a dizer que a investida bolchevista continua mais viva do que nunca e que seus terríveis tentáculos já abarcaram, se não todas, mas a quase totalidade das atividades sociais da nação. Por isso digo que os manifestantes não estão totalmente fora da razão, pois o perigo está mais próximo do que se imagina, porquanto já estamos vivendo num país cujas regras estão sendo ditadas pelos amigos de Fidel, que sistematicamente procuram conduzir a nação para uma ditadura do proletariado, esta sim, sinistra, tenebrosa e infinitamente mais nociva, porquanto totalitária e extremamente opressora.

Isso não é apenas um aviso, mas um alerta, um grito de alerta, à população para que atente ao que está acontecendo à sua volta, no seio da comunidade, nas escolas, no núcleo familiar, nos valores morais e cristãos; nas politicas públicas (defesa do aborto, gayzismo, homossexualismo, movimento LGBTT, depravação da cultura, instigação ao conflito com a invasão de propriedades por grupos dos sem-terras e indígenas; depredação de prédios públicos, desprezo pelo conhecimento, degeneração da educação, guerra contra as religiões, aumento da criminalidade, do consumo de drogas, etc.) e nas manifestações populares. Em todos esses movimentos “espontâneos” há uma mancha vermelha, marcada com foice e martelo, a contaminar a indolente sociedade brasileira, que a tudo assiste impassível, sem se dar conta de que está sendo lenta e inapelavelmente engolida por um monstro satânico disfarçado de inofensivo cordeiro.

Pretendo humildemente mostrar para as pessoas, através de publicações sucessivas, que a luta comunista não parou um só minuto ao longo do último século e que sua busca por dominação dos povos continua vigorosa por todo o planeta. A única diferença é que a luta armada foi substituída pela Guerra Política, sinistramente disfarçada, por isso que escapa à percepção da quase totalidade dos indivíduos. O inimigo está à espreita, quase despercebido, inoculando lentamente nas principais artérias da sociedade brasileira um sedativo próprio, que provoca torpor, esperando o momento certo de fechar o cerco. A intenção é transformar o povo em gado, circunscrito em um curral de tamanho descomunal, sem nenhuma porteira ou, no máximo, com porteira com cadeado reforçado, cuja chave é jogada fora. Mirem-se no exemplo dos nossos irmãos cubanos que, na esperança de se livrarem de um governo opressor se lançaram nos braços de um falsário, que prometia libertar o povo dos grilhões da ditadura de Fulgêncio Batista. Fidel, em companhia do amigo e assassino Che Guevara, mitificado pela fábrica de mitos comunista, não só tomou o poder cubano como também demonstrou ser um dos maiores traidores da história. Em vez de implantar a democracia no país recém conquistado, como havia prometido, estabeleceu ali, sorrateiramente, o comunismo, através de um governo totalitário, absolutista e tirânico. Depois de colocar milhares de seus adversários no famoso paredão e executa-los sumariamente, de calar o povo pela força e pelo medo, permanece no poder há mais de cinquenta anos, sem que durante todo esse tempo tenha acontecido uma única eleição no país, pois jamais permitiu a criação de partidos de oposição. Cuba permanece sendo um dos países com a menor liberdade de imprensa do mundo e com as maiores incidências de violações dos direitos humanos. Fidel transformou seu próprio país numa imensa ilha-prisão, cujos prisioneiros são seus irmãos compatriotas, e de onde qualquer tentativa de fuga pode representar eterna perseguição à família, ou mesmo a morte do desertor.

Mas Fidel não se contenta apenas com isso. O necessário expansionismo comunista, indispensável para a existência do próprio partido, levou o cubano a se aliar mais estreitamente com outro esquerdista, o ex-presidente Lula, a quem ajudou a chegar ao poder, e juntos fundaram em 1990 o Foro de São Paulo, uma organização política formada por todos os partidos de esquerda da América Latina, de caráter supranacional, cujo objetivo último é a implantação do que seria a união das repúblicas socialistas da América Latina, nos moldes da antiga URSS – União das Repúblicas Socialistas Soviéticas -, que desapareceu em 1989. Ou seja, a implantação do comunismo em todo o continente latino americano. Segundo o filósofo Olavo de Carvalho, “o Foro de São Paulo é a mais vasta organização política que já existiu na América Latina e, sem dúvida, uma das maiores do mundo. Dele participam todos os governantes esquerdistas do continente. Mas não é uma organização de esquerda como outra qualquer. Ele reúne mais de uma centena de partidos legais e várias organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e à indústria dos sequestros, como as FARC e o MIR chileno, todas empenhadas numa articulação estratégica comum a na busca de vantagens mútuas. Nunca se viu, no mundo, em escala tão gigantesca, uma convivência tão íntima, tão persistente, tão organizada e tão duradoura entre a política e o crime”. Esse assunto será tratado com mais detalhes em outra oportunidade.

O exército inimigo é numeroso, extenso e está a provocar estragos e sofrimentos em inúmeros países vizinhos, como Cuba, Colômbia, Venezuela, Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai e Bolívia, tudo isso decidido no Foro de São Paulo. Duas investidas armadas já desencadearam contra o Brasil, em 1.935 e 1.964, prontamente rechaçadas pelo Exército Brasileiro, que nos livrou do perigo moscovita. Como disse anteriormente, hoje as armas utilizadas por Moscou são outras. Sob a influência da Escola de Frankfurt e inspirados nos ensinamentos do comunista italiano Antonio Gramsci, as lutas agora são executas através da Revolução Cultural e tem por objetivo a alienação mental das pessoas. Agentes infiltrados nos grandes órgãos de imprensa, nas universidades, nas escolas, nas associações, nos sindicatos, no meio intelectual e especialmente em postos estratégicos do governo, passaram a exercer grande influência na formação da opinião pública e das políticas públicas, todas elas voltadas ao interesse de Moscou. Em poucos anos de investimentos nas universidades essas instituições passaram a formar jovens completamente doutrinados no comunismo. Estes, por sua vez, passaram exercer influência sobre outras pessoas através de artigos, aulas, palestras, livros, etc. Essa influência se vê especialmente nos grandes órgãos de imprensa, cujos profissionais não escondem suas preferências ideológicas ao se colocarem sistemática e mecanicamente na defesa dos interesses da esquerda.

O maior desejo comunista é aniquilar completamente a civilização ocidental, agindo principalmente sobre a família, sobre os valores morais e sobre os princípios cristãos. Isso já pode ser percebido em diversas partes do mundo. No Brasil são muito claros os resultados desse trabalho quase camuflado, executado pelos agentes do comitê vermelho, pelos intelectuais orgânicos e pelos idiotas úteis espalhados por todos os seguimentos da sociedade. Há em todos os continentes uma legião infindável de agentes, diplomatas, políticos, artistas, escritores, universitários, intelectuais orgânicos (aqueles que conscientemente trabalham para implantação do socialismo, ante fase do comunismo); idiotas úteis (os sutilmente doutrinados que nem mesmo sabem que estão sendo utilizados para propaganda do Kremlin), ajudantes, etc., todos num trabalho incansável com vista à dominação mundial.

Durante décadas o Ocidente permaneceu indiferente ao avanço comunista. Enquanto os Soviets, ao longo desse tempo, mantiveram uma eficiente máquina de infiltração, propaganda e alienação cerebral, investindo bilhões de dólares nesse projeto, todas as nações do Ocidente não aplicaram, juntas, a décima parte desse valor. Tal como as águas de uma enchente que ocupam todos os lugares vazios que encontram pela frente, assim fizeram os comunistas com os espaços abertos e desprotegidos deixados pelos democratas. Hoje a propaganda comunista é vista em todos os lugares. Rádios, jornais, revistas, televisão, sites, blogs, livros, panfletos, cartilhas, escolas, universidades, propagandas partidárias e no próprio governo. Enquanto a máquina comunista avança firme e impiedosa a dominar nossos jovens e crianças, transformando-os em instrumentos dóceis, facilmente manipuláveis, nós permanecemos impassíveis, aprendendo com as novelas globalistas, nos horários nobres, os caminhos para se chegar à infidelidade e ao homossexualismo.

Como ensina Suzanne Labin, o comunismo não pertence ao gênero de lutas nas quais os governos democráticos não devem se meter. Pensar o contrário é justamente cair na principal ilusão que ele se esforça por implantar na consciência do Ocidente. Nunca será bastante repetir que o comunismo não é um partido e sim um aparelho a serviço de um Estado estrangeiro, um Estado totalitário e agressivo, portanto um aparelho militar e conspirativo. Enfrenta-lo não é descer à arena das lutas partidárias, é preocupar-se com a vida ou a morte da civilização moderna. Não se iludam: comunismo está vivo e atuante. Basta ver nos noticiários o que está acontecendo agora mesmo no Leste Europeu. A investida russa acabou de obter a anexação da Crimeia e avança firme na direção da Ucrânia. No Brasil, age de modo invisível e sorrateiro. Tal como vírus, espalha gradativamente a doença por todos os órgãos do corpo social, minando sua resistência e desfazendo suas armas de defesa. A sociedade brasileira já se encontra enfraquecida, febril e delirante. Será presa fácil se continuar nesse torpor. Precisa urgentemente de uma forte dose de antibiótico para sair do estado em que se encontra e combater esse terrível mal que pretende dominar o nosso povo. Como afirma Labin, a questão é de vida ou morte.

Os artigos publicados com assinatura não representam a opinião do Portal Pantanal News. Sua publicação tem o objetivo de estimular o debate dos problemas do Pantanal do Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, do Brasil e do mundo, garantindo um espaço democrático para a livre exposição de correntes diferentes de pensamentos, idéias e opiniões. 

 

Envie o seu artigo, a título de colaboração, para: redacao@pantanalnews.com.br

*José Maurício de Albuquerque é Promotor de Justiça

 

 

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