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Turismo - 26/12/2013 - 06h35

Turista fica cara a cara com peixes em rio cristalino de Jardim, MS

Flutuação nos rios Olho D'água e Prata é destaque para os visitantes. Passeio fica em Reserva Particular do Patrimônio Natural e dura 4h.




Fabiano Arruda/G1 MS

Peixes ficam próximo a turista em flutuação em Jardim

Carina Flosi/Arquivo Pessoal

Passeio é feito em grupo de nove pessoas

Carina Flosi/Arquivo Pessoal

Trecho do rio Olho D' água

Carina Flosi/Arquivo Pessoal

Rio tem 56 espécies de peixes
Por Fabiano Arruda do G1 MS/Redação Pantanal News

Flutuar ao lado de 56 espécies de peixes e contemplar o mundo subaquático em águas cristalinas. Essas são algumas das atrações do Rio da Prata em Jardim, a 239 km de Campo Grande. O passeio é feito em grupos de, no máximo, nove pessoas. Ao todo, são cerca de 4h de duração entre trilha e flutuação.

Ao chegar à sede do Recanto Ecológico Rio da Prata, o visitante recebe as primeiras instruções: é proibido usar repelentes ou filtro solar. Em seguida, um funcionário separa as roupas e equipamentos obrigatórios. O traje é de neoprene 5mm, com botas do mesmo material, máscara e snorkel. Quem quiser, também pode utilizar colete.

Equipados, os visitantes são transportados em um veículo até a entrada da Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), onde começa a trilha.

São cerca de 30 minutos de caminhada por 1,5 quilômetro. No trajeto, é possível contemplar 405 espécies de plantas. Há 37 mamíferos catalogados na região, como onça-parda e lobo-guará. Alguns podem ser avistados pelos visitantes. A presença dos animais é monitorada pela equipe de técnicos e ambientalistas do atrativo turístico.

Ao chegar à nascente do rio Olho D'água, ponto de partida da flutuação, o grupo recebe instruções do guia, como a utilização do snorkel e procedimentos no rio. Não é permitido bater as pernas, nem pisar no fundo do rio. Tudo isso para preservar o ecossistema. A correnteza faz com que o turista quase não faça esforço para flutuar.

Ainda com o guia, os visitantes fazem uma espécie de treinamento e reconhecimento das nascentes. Segundo Valdenir Roberto de Souza, engenheiro ambiental do atrativo e que também conduz turistas no passeio, são muitos olhos d’água nos 1,4 mil metros de extensão do rio e não é possível precisar quantos existem.

Treinados, os visitantes começam a primeira parte da flutuação. São 25 minutos debaixo d’água em que o silêncio predomina. Pacus, curimbas, dourados, piaus, piraputangas, lambaris e joaninhas aparecem a todo o momento, parecendo não se incomodar com a presença de “intrusos”. A proximidade com os peixes é encantadora, mas há outra orientação clara: nem pensar em tocá-los. Encontrar sucuris e jacarés também é possível.

Após o período, os turistas saem da água e percorrem mais cinco minutos na mata até iniciar a segunda parte da flutuação. Todos caem no rio novamente e seguem por mais 15 minutos. Desta vez, o destaque é a contemplação de uma grande nascente, chamada de vulcão. Ao final, o grupo pode ficar por 15 minutos contemplando o local.

Na terceira e última parte da flutuação, mais 15 minutos até chegar ao final do trajeto, onde o rio Olho D'água encontra o Rio da Prata. Lá, há um deck reservado para os visitantes curtirem os últimos instantes do passeio com mergulhos por apneia.

A partir daí, há opção para o turista seguir no rio da Prata, desde que as águas não estejam turvas.

Em boas condições, a flutuação continua no Prata até outro deck, onde é possível utilizar um barco elétrico ou continuar na água.

Na volta à sede do Recanto Ecológico, o visitante encontrará um almoço com comida caseira e doces.

O atrativo também oferece outros passeios, como cavalgada, mergulho de cilindro no Rio da Prata e observação de aves.

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