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Indústria e Comércio - 23/10/2012 - 16h57

Canasul consolida setor que cresceu 300% em MS




Por Redação Pantanal News/Karina Lima-Notícias.MS

Edemir Rodrigues

Dourados (MS) – A sexta edição do Congresso da Cana de Mato Grosso do Sul – Canasul - foi oficialmente aberta na noite desta segunda-feira (22) com um chamado de atuação mútua entre o poder público e empresários para consolidar o crescimento do setor. Da parte do governo do Estado, o compromisso é principalmente garantir com incentivos fiscais a atração de cada vez mais indústrias, aproveitando as vantagens naturais que Mato Grosso do Sul já possui. Pelo lado do empresariado, a proposta é continuar apostando no Estado como uma nova e vantajosa fronteira para esse tipo de negócio.

 “Nos últimos cinco anos Mato Grosso do Sul foi o Estado com o maior número de novas usinas instaladas. Temos uma excelente incidência de sol, temos bom clima, solo de qualidade e os incentivos diferenciados, que incluem crédito outorgado e crédito presumido, dependendo do tipo de produção que é feito, se somente o etanol ou se também produção de açúcar e a co-geração de energia”, destacou o governador André Puccinelli. “Tudo isto nos faz o Estado mais competitivo entre todos”.

Centenas de produtores rurais, industriais, representantes de fornecedores de máquinas e equipamentos, e dirigentes de entidades apoiadoras ou parceiras estão em Dourados para o evento, que acontece no Parque de Exposições João Humberto de Carvalho, e que neste ano congrega também a Agrometal, uma feira com produtos e serviços para usinas, produtores rurais e outras indústrias do setor.

Puccinelli destacou que o congresso representa “a busca do governo pela diversificação da matriz econômica”, iniciativa que resultou em uma grande expansão desse ramo industrial nos últimos anos. “Tínhamos 11 usinas produtoras, e ainda assim nem todas com tecnologia moderna e nem fazendo a co-geração de energia. Hoje já são 24 usinas, com a produção de etanol mais que triplicada, e tem outras a caminho de entrar em operação”, afirmou o governador. Uma das próximas a ser ativada é uma nova usina em Ivinhema. A produção de etanol chega atualmente a cerca de 2 bilhões de litros/ano.

Indústria e agricultura

O presidente da Associação dos Produtores de Bioenergia de Mato Grosso do Sul (Biosul), Roberto Hollanda Filho, disse que o Canasul servirá para discussão ampla sobre a retomada do setor sucroenergético, com a superação de algumas dificuldades, e o fortalecimento de investimentos que vão ao encontro da proposta do governo do Estado de fomentar o setor. “Nós atendemos a um chamado, ao incentivo do governo que reconheceu a necessidade de diversificar a economia local. E já temos um crescimento de 300% na moagem de cana em quatro anos. Somos aqui em Mato Grosso do Sul um exemplo de que o setor pode crescer”, disse o empresário.

A Federação de Agricultura de Mato Grosso do Sul, parceira da Biosul na realização do congresso, atribuiu à união de produtores e agroindústria o sucesso e as boas perspectivas para o setor. “Os produtores estão antenados e dispostos à mudança. Vamos mostrar o quanto esse segmento é importante para Mato Grosso do Sul”, disse o diretor-secretário da entidade, Ruy Fachini.

Para o diretor de Cana-de-Açúcar e Agroenergia do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Cid Caldas, uma importante ferramenta de incentivo do governo federal são os recursos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para os produtores de cana. “Para este ano, temos disponíveis R$ 4 bilhões para renovação dos canaviais, para dar sustentação à expansão dos parques industriais. São recursos que o produtor pode contratar mesmo que já tenha feito o investimento com dinheiro próprio. Para o ano que vem, devemos ter o mesmo montante”, explicou. O representante ministerial disse acreditar que os produtores locais devem aproveitar essa oportunidade. “Acreditamos em Mato Grosso do Sul como uma nova fronteira, que tem muito a crescer”.

Pequenas e micro empresas

         Um dos focos nesta edição do congresso é encontrar formas de inserir as pequenas e micro empresas na cadeia produtiva da agroindústria da cana. A rodada de negócios será o fórum para essa discussão, reunindo ao menos dez usinas e mais de uma centena de empresas de pequeno porte. “Queremos as pequenas empresas como fornecedoras, e para isso precisamos capacitá-las”, ressaltou o diretor do Sebrae, Tito Estanqueiro. De acordo com a titular da Secretaria Estadual de Produção, Tereza Cristina Dias, essa preparação é fundamental, porque as gigantes do setor só podem contar com a parceria das micro empresas se elas estiveram aptas a atuar conforme a exigência do mercado e dos sistemas legais.

         Também apoiador do evento, o prefeito de Dourados, Murilo Zauith, apontou que o Zoneamento Ecológico-Econômico – o ZEE, coordenado pelo governo - foi fundamental para fomentar o crescimento sucroenergético, ao colocar a região da Grande Dourados como preparada e adequada para esse tipo de negócio. “E nós, como agentes políticos, temos então a obrigação de dar o suporte para essas empresas. É nossa obrigação fazer com que tenham condições de crescer, se desenvolver e contribuir com o País”, reforçou, destacando a importância das universidades e das instituições de cursos técnicos e tecnológicos para a formação de mão de obra e suporte para as indústrias metal-mecânicas, fornecedoras das usinas.

O 6º Canasul continua até quarta-feira (24). O panorama de Mato Grosso do Sul no setor atualmente é de 716 mil hectares de terras destinadas ao cultivo de cana-de-açúcar. A estimativa é que o Estado produza 38,60 mil toneladas na safra 2012/2013, o que representa um incremento de 14% sobre a safra passada que foi de 33,7 mil toneladas. O setor é responsável por 30 mil empregos gerados no campo.

 

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