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Emprego - 20/09/2012 - 09h45

Oportunidades de trabalho crescem em todo o País




Por Redação Pantanal News/Governo Federal

Aumento é maior no Norte e Centro-Oeste

Os resultados de 2011 da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) –, divulgados nessa terça-feira (18) pelo Ministério do Trabalho e Emprego, revelam que todas as grandes regiões mostraram expansão do emprego. Em termos relativos, a liderança foi da região Norte (6,42%), seguida da Centro-Oeste (6,02%) e da Nordeste (5,87%). O crescimento no Sudeste foi de 4,69% e, no Sul, de 4,56%. Em números absolutos, a liderança de geração de empregos coube à região Sudeste (+1.053,9 mil postos de trabalho). No Nordeste foram 470,2 mil postos; no Sul, 344,9 mil; no Centro-Oeste, 218,7 mil; e no Norte, 154,6 mil postos.

De acordo com a Rais, em 2011 os rendimentos médios reais dos trabalhadores apresentaram um aumento real de 2,93%, em relação a dezembro de 2010, ao passarem de R$ 1.847,92 para R$ 1.902,13. O cálculo para a comparação descontou a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Esse resultado indica a continuidade da trajetória de crescimento da remuneração observada nos últimos anos. Da mesma forma que a oferta de vagas, o aumento do rendimento médio se deu para os trabalhadores de todas grandes regiões: Nordeste, com 3,98%; Sul, com 3,48%; Sudeste, com 3,11% e Norte com 2,66%. A menor taxa foi registrada na região Centro-Oeste (0,24%).

Em 2011, os rendimentos médios dos homens e das mulheres registraram aumentos reais muito semelhantes (3% e 3,03%, respectivamente), passando de R$ 1.990,68, em 2010, para R$ 2.050,35, no caso dos homens; e de R$ 1.647,89 para R$ 1.697,75, para as mulheres. Os percentuais de ganhos reais similares entre os gêneros têm como resultado praticamente a manutenção da participação do rendimento das mulheres versus homens, que oscilou de 82,78% em 2010, para 82,80% em 2011. 

Em quase todos os estados ocorreram ganhos reais no ano passado, sendo que os maiores aumentos foram em Tocantins, com alta de 10,74% (R$ 1.795,35); seguido de Pernambuco, com 5,70% (R$ 1.536,17); Goiás, 5,57% (R$ 1.597,77); Maranhão, 4,95% (R$ 1.493,37); e Ceará, com expansão de 4,92% (R$ 1.367,79). Em contrapartida, as Unidades da Federação que registraram perdas nos rendimentos foram Distrito Federal (-2,63%), passando de R$ 3.939,65 para R$ 3.835,88; Amapá (-1,89%), de R$ 2.267,50 para R$ 2.224,54; e Roraima (-0,60%), de R$ 2.067,33 para R$ 2.054,95.

Ainda que haja diferença entre os rendimentos por estado, a Rais mostrou declínio no nível de disparidade, sendo que o diferencial entre o maior rendimento e o menor, da ordem 202,20% em 2010, reduziu-se para 180,44% em 2011. No Distrito Federal e no Ceará verificou-se as maiores distâncias entre os rendimentos, de R$ 3.835,88 e R$ 1.367,79, respectivamente. 

Setores - Todos os oito setores e os 25 subsetores de atividade econômica registraram aumentos reais nas remunerações médias em 2011. Em termos setoriais, os destaques couberam à Construção Civil (5,07%), seguida da Agricultura (4,66%) e dos Serviços Industriais de Utilidade Pública (4,46%).

A Indústria de Transformação apresentou um ganho real de 3,56% na remuneração, oriundo do aumento real nos doze ramos que a integram, cabendo destacar a Indústria Química (4,51%), a Indústria Têxtil (4,41%) e a Indústria de Produtos Alimentícios (3,86%). O setor Serviços obteve um aumento real de 3,10%, decorrente também de ganhos reais em todos os segmentos que o compõem, com destaque para os Serviços Médicos e Odontológicos (4,64%), os Serviços de Comércio e Administração de Imóveis e Técnico-Profissionais (3,86%) e os Serviços de Alojamento e Comunicação (3,67%).

O ganho real obtido pelo Comércio foi de 3,12%, que pode ser creditado ao aumento real do Comércio Atacadista (3,65%) e do Comércio Varejista (2,94%).

Rais - A Rais é um Registro Administrativo, com declaração anual e obrigatória a todos os estabelecimentos existentes no território nacional. “A Rais tem como principal objetivo selecionar os beneficiários do Abono Salarial, que neste ano deve direcionar o pagamento do benefício de um salário mínimo a mais de 20 milhões de trabalhadores, injetando um total de R$ 13 bilhões na economia”, informa o secretário de Políticas Públicas de Emprego substituto, Rodolfo Torelly.

Celetistas puxam terceira maior alta desde 1985

A terceira maior alta da série histórica iniciada em 1985 na geração de empregos formais foi puxada pelo mercado de trabalho privado, que segue a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).

Os dados da Rais por tipo de vínculo (celetistas e estatutários) revelam que a dinâmica do mercado de trabalho em 2011 foi proporcionada pelo desempenho do emprego celetista, que cresceu 5,96%, correspondendo à criação de 2,116 milhões de empregos, contra uma elevação modesta no segmento estatutário de 1,47% (mais 126,3 mil vagas).

Dessa forma o número de vínculos empregatícios formais ativos em dezembro de 2011 atingiu 46,311 milhões, ante 44,068 milhões do ano anterior. Somando os inativos (desligados), o montante chegou a 70,971 milhões de vínculos, o que representa um aumento de 6,33% quando comparado ao resultado de 2010, quando foram registrados 66,747 milhões de empregos.

De acordo com análise técnica do Ministério do Trabalho e Emprego, o fortalecimento da demanda interna, com a elevação do consumo das famílias pelo oitavo ano consecutivo, influenciaram o comportamento do emprego. A ampliação da massa salarial e o aumento de crédito, em grande parte, também foram responsáveis por esse crescimento.

 

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