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Indústria e Comércio - 28/08/2012 - 14h21

Cerâmicas de Rio Verde apresentam sua produção a empresários brasileiros e estrangeiros




Por Redação Pantanal News/Sebrae/MS

Empresários ceramistas de várias partes do País e do mundo puderam conferir a tecnologia e a gestão de processos utilizadas pelas indústrias cerâmicas de pequeno porte de Mato Grosso do Sul, durante o 41º Encontro Nacional da Cerâmica Vermelha, realizado pela Anicer.

Levar a experiência para casa e adotar novos modelos produtivos foi o que motivou os cerca de 600 participantes que visitaram no dia 18 de agosto a Cerâmica Cotto Figueira e a Ceramitelha. Ambas, são localizadas na cidade de Rio Verde, região norte do Estado, e integram o APL – Arranjo Produtivo Local Terra Cozida do Pantanal.

“O grupo pôde perceber que a produção cerâmica sul-mato-grossense tem tecnologia, qualidade e pode ser referência em inovação até mesmo para regiões onde a economia do segmento é mais forte e tradicional”, avalia o presidente do Sindicato das Indústrias Cerâmicas do Mato Grosso do Sul (Sindicer MS), Natel Moraes.

A mesma opinião é compartilhada pelo ceramista paranaense e presidente do Sindicer/PR, Daniel Wosniak. A empresa dele está no mercado desde 1967 e produz mais de 70 tipos de tijolos. “Encontrei um modelo diferente aqui no MS, que economiza massa e otimiza a construção”, diz. 

De acordo com ele, no Paraná, são 600 indústrias do setor, sendo 95% de micro e pequenos portes. Wosniak relata que há 20 anos participa das visitas técnicas organizadas pela Anicer às indústrias brasileiras, com o objetivo de buscar experiências e desenvolver novos produtos. 

Produtos que a empresária paraguaia Nancy de Ayala, sócia proprietária, se orgulha em fabricar com qualidade. “Nosso slogan é qualidade em primeiro lugar, por isso quando soubemos da missão brasileira decidimos participar para aprender e melhorar o que já fazemos”, diz. 

Juntamente do esposo, Victor Ayala, toca uma empresa familiar que produz telhas e tijolos na região do Chaco Paraguaio, a 30 km da Capital do País, Assunção. “Somos hoje o maior produtor de telhas do Paraguai, além de abastecer internamente exportamos para a Argentina”, detalha.

Sustentabilidade

A redução de gasto energético é percebida pela classe empresarial como um dos principais focos de trabalho para o setor cerâmico do País. O empresário Sergio Adriany, do Maranhão, atua há quatro anos no ramo, na região de Barão de Grajaú.  Para ele, a troca de experiências entre as empresas contribui para a sustentabilidade. “Aqui o secador não precisa de fornalha, o forno Hoffman queima e depois retira o calor para o processo de secagem”, expõe.

Adaptar em sua empresa as inovações verificadas na visita às indústrias sul-mato-grossenses é o que pretende o ceramista Flávio Bonow, de Pelotas (RS) “Temos a diferença de clima então nem tudo que vimos na área de redução do gasto energético é possível adotar”, pontua. “Mas me chamou a atenção a moagem a seco para produtos especiais”, ressalta.

Participaram da visita técnica empresários das indústrias de cerâmica vermelha de todos os estados brasileiros e de outros países, como Alemanha, Bolívia, Colombia, Itália, Paraguai e Peru.

Setor no MS

De acordo com a técnica do Sebrae Regional Norte, Luzicarla Softov, hoje as indústrias que compõem o APL Cerâmico Terra Cozida do Pantanal, do MS, comercializam principalmente dentro do Estado. “Elas já conquistaram outros estados e planejam abrir espaço no mercado internacional”, diz.

O polo cerâmico engloba três municípios da região norte de Mato Grosso do Sul: Rio Verde, Coxim e São Gabriel do Oeste, onde, de acordo com dados do Sindicer MS, estão instaladas indústrias que, juntas, são responsáveis pela produção mensal de 41% de blocos cerâmicos, 100% das lajotas rústicas e 2% das telhas produzidos no Estado.

 

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Comentários
lucia, em 29/11/2012 - 17h28

Construi e cobri minha casa com telhas rio verde, só que houve sobra de telha e estou usando em outra residencia minha , e onde comprei não vende mais telhas rio verde, gostaria de saber onde encontra aqui em Brasilia - DF . Aguardo retorno ....obrigada.

 
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