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Indústria e Comércio - 27/08/2012 - 16h05

Pesquisa do Procon aponta variação de até 390% nos preços em estabelecimentos da Capital




Por Redação Pantanal News/Karina Lima-Notícias.MS

Edemir Rodrigues

 

Campo Grande (MS) – O Procon divulgou nesta segunda-feira (27) o resultado de uma pesquisa realizada na semana passada que analisou o preço praticado em 56 diferentes produtos como açúcar, arroz, feijão, óleo, frutas, verduras, legumes, entre outros itens. A análise foi realizada em quatro grandes redes de supermercados e outros quatro estabelecimentos que comercializam hortifrutis na Capital.
De acordo com os dados dos estabelecimentos comerciais que vendem hortaliças, legumes e frutas (hortifruti), a alface crespa apresentou o maior índice de variação de preços, com 390%. Em alguns estabelecimentos o produto é vendido a R$ 0,59 o mais barato e a R$ 2,89 o mais caro. Outro produto que também apresentou alto índice de variação foi o cheiro verde, com preços praticados de R$ 0,89 a R$ 2,99, uma variação de 236%. A mandioca também exibiu indicadores elevados de variação, registrando 177%. Os preços praticados nos estabelecimentos alteram entre R$ 0,79 o mais barato e R$ 2,19 o mais caro.
Produtos como o repolho verde (148%), a batata inglesa (132%), a cebola (116%), a maçã nacional (112%), a cenoura (111%) e o chuchu (101%) apresentaram variação superior a 11%.
De acordo com o superintendente do Procon, Alexandre Rezende, a diferença de preços neste segmento refere-se à localidade de aquisição e produção de cada produto. “Os preços dos produtos que são produzidos em Campo Grande, municípios vizinhos, Cinturão Verde e até mesmo no Estado apresentaram baixos índices de variação nos valores praticados nos estabelecimentos especializados. Já os produtos que são importados de outros Estados apresentam preços menores nos supermercados da Capital”, analisa Alexandre.
Produtos
Dentre os produtos pesquisados em supermercados o maior índice de variação foi encontrado no vinagre, com 128%. Os preços praticados neste caso foram de R$ R$ 1,30 o mais barato e R$ 2,97 o mais caro. O feijão também apresentou altos índices de variação, com preços praticados que variam de R$ 3,66 a R$ 6,89; uma variação de 88%. O milho para canjica apresentou variação de R$ 84% e é comercializado a custos que alteram de R$ 1,30 a R$ 2,39.
De acordo com o superintente do Procon, para garantir bons preços é preciso que o consumidor fique atento às ofertas sazonais em dias pontuais durante a semana nos estabelecimentos. “Pudemos observar que nos açougues a carne é mais barata nos dias em que as grandes redes não fazem promoções específicas, já nos outros dias, em que não existem promoções durante a semana, é mais barato comprar nos açougues e casas de carnes”, explica Alexandre.

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