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Emprego - 26/07/2012 - 10h53

Indústria abre 8,2 mil novas vagas de trabalho no 1º semestre, aponta Fiems









Por Daniel Pedra - Chefe de Redação do Núcleo de Comunicação do Sistema Fiems

De janeiro a junho, o segmento da indústria de transformação foi o maior gerador de empregos no Estado com 5,1 mil vagas

O setor industrial de Mato Grosso do Sul, composto pelas indústrias de transformação, de extrativismo mineral, de construção civil e de serviços de utilidade pública, abriu, de janeiro a junho deste ano, 8.270 novos postos formais de trabalho, conforme levantamento do Radar Industrial da Fiems com base nos dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) do Ministério do Trabalho e Emprego. No período, o destaque foi para o segmento da indústria da transformação, com a abertura de 5.100 vagas, enquanto a indústria da construção civil criou 2.828 vagas.

Na avaliação do presidente da Fiems, Sérgio Longen, mês a mês o setor industrial no Estado tem registrado crescimento na criação de novos postos de trabalho, ficando atrás somente do setor de serviços, com 10.588 vagas, e à frente dos setores agropecuário, com 2.859 vagas, comércio, com 1.143 vagas, e administração pública, com 111 vagas. “Proporcionalmente, Mato Grosso do Sul é o 4º maior gerador de empregos no País, ficando à frente de Estados como Minas Gerais, Paraná, São Paulo e Rio de Janeiro. Essa posição no ranking nacional do Estado foi alavancada, em grande parte, pelo setor industrial”, destacou.

Além disso, no 1º semestre, a indústria manteve elevada participação sobre o saldo total de empregos formais criados em Mato Grosso do Sul, alcançando 36% do total de 22.971vagas abertas no período, perdendo apenas para o setor de serviços, que obteve o índice de 46,1%. Para se ter ideia, apenas no mês de junho, o segmento industrial sul-mato-grossense gerou 489 postos formais de trabalho, correspondendo a 33,5% do total de 1.459 novos empregos criados no Estado no mês, ficando atrás, somente, do setor agropecuário, que, no mesmo período, registrou a abertura de 542 vagas, respondendo por 37,1% do total.

Com o saldo obtido em junho, Mato Grosso do Sul alcançou a marca de 607.343 postos formais de trabalho, indicando uma elevação equivalente a 5,06% sobre o estoque total verificado ao fim de 2011. Na mesma comparação, o estoque por segmento econômico passou a ser de 162.506 postos formais de trabalho no setor de serviços (+7,21%), 133.974 empregos na administração pública (+3,06%), 130.343 na indústria (+6,77%), 114.385 no comércio (+1,05%) e 66.135 na agropecuária (+4,28%).

Ainda com o saldo acumulado até junho de 2012, ou seja, 130.343 empregos formais, a indústria manteve a parcela de 21,5% de todo o emprego formal existente hoje no Estado, atrás somente dos serviços (26,8%) e da administração pública (22,1%). “Com o resultado obtido no mês, junho de 2012 passou a registrar o maior contingente de empregos formais já alcançado pela indústria no Estado. Além disso, até o momento foram registradas três quebras sucessivas de recorde no estoque total do emprego industrial em Mato
Grosso do Sul”, pontuou o presidente da Fiems.

Índice de Evolução do Emprego

Já com relação ao Índice de Evolução do Emprego Formal na Indústria, o segmento industrial, na posição verificada em junho, foi de 190,9 pontos, indicando um crescimento de 91% sobre o estoque do ano base de 2005, quando o setor tinha 68.269 trabalhadores. Na mesma comparação, o setor de serviços apresentou um índice de 162,9 pontos e crescimento de 63%, o comércio com 142,9 pontos (+43%), a agropecuária com 120,4 pontos (+20%) e administração pública com 115,3 pontos (+15%). No caso do emprego formal total em Mato Grosso do Sul, o índice de evolução alcançou a marca 144,9 pontos (+45%).

Segundo o Radar da Fiems, constata-se deste modo, que no período compreendido entre 2005 e 2012, até o mês de junho, o ritmo de expansão do emprego formal na indústria em Mato Grosso do Sul foi 32% maior que o apresentado pelo conjunto da economia estadual. Na mesma comparação, em relação aos segmentos de serviços, comércio, agropecuária e administração pública, o ritmo de expansão da indústria foi maior em 17%, 34%, 59% e 66%, respectivamente.

Já na comparação com o mês imediatamente anterior, os índices de evolução do emprego na indústria, serviços, agropecuária e comércio apresentaram desempenhos equivalentes a 0,6%, 0,5%, 1% e 0,3%, respectivamente. Já a administração pública na mesma comparação, não apresentou alteração em seu índice. Por fim, quando comparado com igual mês do ano anterior, o índice de evolução do emprego formal teve o seguinte desempenho: emprego total
(+3,3%), serviços (+6,3%), comércio (+4,2%), indústria (+4,7%), administração pública (0,0%) e agropecuária (-0,8%).

NOTA TÉCNICA - A classificação utilizada pelo Sistema Fiems na apuração do emprego formal total existente nas atividades industriais do Estado utiliza-se do mesmo critério presente na Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE), organizada no âmbito da Comissão Nacional de Classificação (CONCLA), sob a coordenação de representante da Secretaria da Receita Federal e com a participação de representantes da administração tributária das esferas estadual e municipal e do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Por fim, vale ressaltar que este é o mesmo critério usado pelo IBGE no cálculo das Contas Nacionais para a apuração do Produto Interno Bruto (PIB) para o segmento industrial. A CNAE classifica como indústria as atividades pertencentes às seções B (indústrias extrativas), C (indústrias de transformação), D (eletricidade e gás), E (água, esgoto, atividades de gestão de resíduos e descontaminação) e F (construção civil).

 

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