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Indústria e Comércio - 11/05/2012 - 09h21

Telefonia móvel é aposta para inclusão financeira




Por Redação Pantanal News/Agência Sebrae de Notícias

Utilização do telefone celular para acessar serviços bancários está em estudo no Brasil. Experiência é aplicada com sucesso no Quênia

Brasília - Que tal pagar contas, transferir dinheiro e fazer uma série de procedimentos bancários com segurança usando as teclas do telefone celular? O serviço ainda não está disponível no Brasil, mas é apontado como uma ferramenta importante para fazer a chamada inclusão financeira de quem hoje está fora do sistema bancário. 

Se o uso da tecnologia ainda parece um sonho por aqui, no Quênia, país que fica no continente africano, ela já é realidade. Com base na experiência queniana, o Brasil pretende que 16 milhões de pessoas, que não têm nem conta bancária, tenham acesso a produtos financeiros.

A proposta foi discutida no painel Plano de Ação para Fortalecimento do Ambiente Institucional, que ocorreu durante o lançamento da Parceria Nacional para Inclusão Financeira, nesta quarta-feira (8), na sede do Sebrae, em Brasília. O diretor-técnico da instituição, Carlos Alberto dos Santos, lembrou que a telefonia celular chega a todos os municípios do território brasileiro. “Temos, na base da pirâmide social, o telefone celular. São 128 milhões de aparelhos no país todo. A tecnologia móvel permitirá a inclusão dessa população, que hoje está fora do sistema bancário”, falou.

Boa parte das ações pressupõe a formalização dos empreendimentos. Para o diretor do Sebrae, o Brasil caminha para tornar a informalidade residual. Segundo ele, atualmente são registrados 4,8 mil novos empreendedores individuais (EI) por dia no país. Ao todo já são 2,3 milhões de pessoas que ganharam acesso ao crédito com a formalização. A meta é chegar a cinco milhões de EI em dois anos. 

Os números mostram que ainda é preciso avançar na inclusão financeira. Pelos dados com que a instituição trabalha, 88% dos EI não buscaram crédito após a formalização. Dos 12% que procuraram financiamento, 43% conseguiram e 57% tiveram o crédito negado.

Agricultura familiar

As experiências positivas com o crédito voltado aos pequenos produtores rurais foram lembradas pelo representante do Ministério da Fazenda, Aluízio de Melo, como modelo de inclusão. “Com o Programa Nacional de Agricultura Familiar (Pronaf) aprendemos sobre os riscos, inadimplência e microcrédito orientado. Agora esse conhecimento desemboca no processo de inclusão que estamos vivenciando”, afirmou.

A diretora do departamento de Serviços de Universalização de Telecomunicações, do Ministério das Comunicações, Miriam Wimmer, informou que o governo federal constituiu uma comissão para preparar o marco regulatório sobre os pagamentos por meio de telefones celulares. “Por que isso é importante? Porque muita gente não tem acesso a agências bancárias, mas tem celular. São 128 aparelhos por 100 habitantes”, revelou ela.

Para a representante do Departamento de Defesa do Consumidor, do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva, é preciso ter cuidado ao adotar novas tecnologias. Segundo ela, a inclusão financeira não prescinde de adequação à realidade das diversas regiões do país. Juliana defende o que chama de “combate à assimetria”. Isso significa estabelecer uma nova forma de comunicação com os consumidores de acordo com a realidade de cada público. “Termos regiões completamente diferentes no nível educacional e cultural. O mercado também deve se envolver nesse processo. Será que a política de comunicação para o consumidor de uma grande cidade será a mesma dos consumidores do bolsa família, que moram em regi ões mais carentes?” questiona.

 

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