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Artigos - 02/12/2008 - 13h00

O fenômeno multimídia Barack Obama




Por Wilson Bento (*)

Além de quebrar alguns paradigmas norte-americanos históricos, a eleição de Barack Obama à Presidência dos Estados Unidos foi uma espécie de divisor de águas em relação à utilização e eficiência das novas mídias em campanhas políticas.

Obama foi, definitivamente, o primeiro presidente eleito com a chancela de fenômeno político na Internet. Seu exemplo deverá ser seguido por qualquer candidato que dispute qualquer pleito em qualquer lugar do mundo, desde que ele queira realmente brigar pelo cargo pretendido.

O desempenho de Obama junto aos eleitores através da rede mundial de computadores não deve ser analisado linearmente, ou seja, não é possível avaliar a Internet como um único meio de comunicação, tal como a televisão, o rádio ou a mídia impressa.

A Internet, na verdade, é um núcleo de convergência de mídias. Nela, a mensagem se apresenta em diversos formatos – vídeo, áudio, texto, infográficos, etc – assim como dentro de canais de televisão e de rádio que hoje habitam o ambiente virtual e ampliam seu alcance pelo mundo.

Os números de Barack Obama na Internet impressionam. Só no seu canal oficial no Youtube (
http://www.youtube.com/profile?user=BarackObamadotcom) os vídeos já foram exibidos cerca de 20 milhões de vezes. Até o dia 18 de novembro eram mais de 141.000 pessoas inscritas. Também há um outro canal no Youtube (http://www.youtube.com/ObamaSongs) com quase 1.300 músicas em sua homenagem e mais de 12 mil vídeos (também para Obama) assistidos.

O presidente eleito dos Estados Unidos também é uma das estrelas no "My Space" (
http://www.myspace.com/barackobama), com mais de 955 mil amigos. A aposta na Internet foi tão grande que Obama criou sua própria rede: a "My Barack Obama" (http://my.barackobama.com).

A partir daí Obama tornou-se um fenômeno político da Internet. Sua vitória sobre Hilary Clinton, nas prévias do partido Democrata já foi apoiada em alternativas de mídia. Boa parte dos mais de US$ 600 milhões arrecadados em doações para campanha veio de indivíduos através da web. Ele – como parte da elite pensante norte-americana – e sua equipe deixaram claro que não há mais campanhas políticas sem o apelo, o apoio e a utilização estratégica da Internet.

No Brasil não foi diferente. No segundo turno das eleições municipais ficou patente a força da Internet. Por pouco ela deixou de ser uma das principais responsáveis por uma eventual vitória de Fernando Gabeira no Rio de Janeiro.

O ex-guerrilheiro e deputado federal criou impacto com seu web site que, através de elementos cativantes e transparentes, deixava o eleitor preso nas paginas virtuais por um bom tempo. Detalhe, por exemplo, para as informações sobre a origem do dinheiro de campanha e para a trilha sonora que mesclou Paula Toller e Adriana Calcanhoto, entre outros.

Há, inclusive, um ingrediente motivador para o eleitor ir ao encontro das campanhas políticas na Internet: a sua participação como elemento ativo no processo. Nas campanhas tradicionais, com o uso de mídias convencionais, o eleitor era um elemento passivo. Bombardeado seguidamente com informações (muitas das vezes equivocadas, desrespeitosas e apeladoras) ele não contava com um canal direto para opinar ou retrucar.

Com a ida da campanha para a Internet, o processo ganhou em interatividade e o eleitor passou a ser um elemento ativo no processo, contribuindo com críticas, sugestões, intervenções e até mesmo na criação de apelos vitoriosos em um processo eleitoral. E com um detalhe: na web a sua intervenção é espontânea.

A partir deste ano de 2008 a Internet finalmente desnudou a política, assim como já estava fazendo com empresas e produtos. Conhece-se a competência pela informação comprovada. Anteriormente, o cidadão era apenas vítima de rótulos que a mídia convencional ajudava a propagar a partir da criação de alguns experts. Hoje, as alternativas para feed-back e a interatividade das novas mídias minimizaram este problema. Pelo bem da comunicação e para o bem da sociedade.

(*) Empresário, sócio-proprietário da Master Case Digital Business em Campo Grande/MS:
wilson@mastercase.com.br
– (67) 3326-2100

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