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Antidrogas - 04/04/2012 - 15h57

Denar realiza palestra que ensina jovens a conhecer os riscos e dizer "não" às drogas




Por Redação Pantanal News/Karina Lima-Notícias.MS

Divulgação

         Campo Grande (MS) – A Delegacia Especializada de Repressão ao Narcotráfico (Denar) realiza duas palestras na próxima terça-feira (10), às 9h e às 20h, dentro do Projeto de Prevenção e Combate ao Uso de Drogas na Escola Estadual João Carlos Flores, bairro Rita Vieira, na Capital.

          As palestras têm como público-alvo alunos do Ensino Médio da Rede Estadual de Ensino de Mato Grosso do Sul. “O projeto é voltado para os adolescentes, porque debater esse tema requer uma maturidade maior por parte dos participantes. É preciso termos esse zelo de não incitar a curiosidade e sim a prevenção. Trabalhar com criança requer muito mais cuidado”, explica o delegado titular da Denar, Marcos Takeshita. 

        Conhecer os riscos, saber dizer "não"

        Vídeos, apresentações em slides e uma maleta com amostras de diferentes tipos de entorpecentes, tudo é apresentado aos alunos durante as palestras como forma de ilustração para informar e prevenir. “Conhecendo o problema [drogas] e os riscos à saúde é mais fácil promover a proteção. O adolescente que conhece os danos das drogas estará muito mais preparado para se defender dos perigos nas ruas. Boa parte dos jovens tem conhecimento que elas fazem mal, mas não sabe a que ponto os danos chegam”, conta o delegado.

          De acordo com Takeshita, a exposição da maleta, associada a vídeos, textos e fotos tornam as argumentações contra as drogas mais convincentes. “Nas reuniões os estudantes passam a entender que aquelas substâncias [drogas] aparentemente ‘inofensivas’ destroem o organismo humano, em especial o sistema nervoso central. A gente tira a curiosidade da garotada sem incitá-las ao uso. O jovem que conhece o problema saberá se defender das propostas e da rede do tráfico”, argumenta ele.

           O projeto que promove reuniões nas escolas é aplicado desde 2010 e já apresenta resultados. “Percebemos muitas denúncias por parte da população e boa parte é de pessoas que participaram das palestras. A partir do momento que as pessoas tomam conhecimento dos danos das drogas elas aderem à causa de combate ao tráfico. A participação da sociedade é fundamental”, afirma o delegado Marcos. 


 Palestrante do projeto, o delegado Takeshita diz que a informação faz os jovens entenderem o perigo das drogas         

         Nos colégios são pautados temas como: o golpe "boa noite cinderela" – em que uma vítima consome sem saber uma bebida com droga diluída; álcool; cigarro; cola de sapateiro; ansiolíticos – remédios para ansiedade e obesidade que em doses excessivas causam dependência, e drogas ilícitas (maconha, haxixe, craque, pasta base, LSD e ópio). “Desde que modifique o sistema nervoso central é droga. Boa parte do consumo de drogas e dependências começa pelas bebidas alcoólicas e maconha”, alerta o delegado.

            Durante as palestras as drogas são apresentadas aos estudantes por meio de classificações, são elas: depressiva, estimulante e perturbadora. Segundo a Denar, os estudiosos fazem essa divisão por classe com base na ação que cada tipo exerce sobre o sistema nervoso.

                Classificações das substâncias     

         As depressoras são substâncias que diminuem a atividade cerebral, deixando os estímulos nervosos mais lentos. Fazem parte desse grupo o álcool, os tranqüilizantes, o ópio (extraído da planta Papoula) e seus derivados, como a morfina e a heroína.

             Já as tidas como estimulantes aumentam a atividade cerebral, deixando os estímulos nervosos mais rápidos. Excitam especialmente a área sensorial e motora do organismo humano. Nesse grupo estão as anfetaminas, a cocaína (produzida das folhas da planta da coca) e seus derivados, como o crack e pasta base.

              E as perturbadoras são as drogas que fazem o cérebro funcionar de uma maneira diferente, muitas vezes com efeito alucinógeno. Não alteram a velocidade dos estímulos cerebrais, mas causam perturbações na mente do usuário. Incluem a maconha, o haxixe, os solventes orgânicos (como a cola de sapateiro) e o LSD (ácido lisérgico), também popularmente conhecido como “bala”.

              Muitas das drogas podem combinar mais de um efeito. Das chamadas drogas com efeito misto a mais conhecida é o ecstasy, metileno dioxi-metanfetamina (MDMA), que produz uma sensação ao mesmo tempo estimulante e alucinógena. 

                  Drogas e doenças virais 

              Os entorpecentes além de danificar irreversivelmente o sistema nervoso ainda podem levar a doenças infecciosas. O uso coletivo de seringas para a injeção de drogas é um dos principais meios de transmissão do vírus da Aids e da hepatite B e C. 

                  Entorpecentes e crimes

              O delegado da Denar, Marcos Takeshita, revela que é possível até classificar um crime com base no uso de drogas que um indivíduo consome. “No caso de usuários de maconha, que é uma droga depressora, é mais comum vermos essas pessoas envolvidas em crimes de lesão corporal e trânsito”, ilustra.

              Outro exemplo dado por ele são as drogas perturbadoras, como o LSD, que tende a envolver os dependentes em ocorrências de suicídios, por estimular a alucinação ou a sensação sinestésica – que é um estado neurológico que provoca a mistura de sentidos - sendo possível sentir aroma nas cores e cores nos sons.

               “A pessoa sob efeitos do LSD tende a ver monstros, ou seja, ver coisas onde não tem. Imagine um usuário que está em um prédio e tem uma alucinação, é possível que ele se jogue da sacada ou janela. Não é que ele queira se matar, mas fugir das supostas ‘ameaças’”, explica o delegado da Denar.

               Takeshita ainda aponta que substâncias alucinógenas como o LSD têm uma duração prolongada de até 15 horas. “Os riscos são imensos. Mesmo para uma pessoa que ingeriu a droga apenas uma única vez na vida os episódios de delírio ou de sensação sinestésica podem se manifestar após um, dois ou três anos da ingestão”, esclarece.

                Os diretores interessados em agendar uma palestra da Denar em sua escola devem entrar em contato pelo telefone (67) 3341-5055.

 

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