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Indústria e Comércio - 30/03/2012 - 10h57

Para Sindivest, 1ª indústria de fiação da Capital reforça expansão do setor












Por Redação Pantanal News/Daniel Pedra

O presidente Francisco Veloso, o diretor do Senai, Jesner Escandolhero, e o diretor da Fiems, Jaime Verruck, participaram da inauguração

Com a inauguração da GID Têxtil nesta sexta-feira (31/03), a 1ª indústria de fiação de Campo Grande, o segmento do vestuário e têxtil consolida-se em Mato Grosso do Sul e demonstra a expansão da atividade em diversas regiões do Estado, segundo avaliação do presidente do Sindivest/MS (Sindicato Intermunicipal das Indústrias do Vestuário, Tecelagem e Fiação de Mato Grosso do Sul), José Francisco Veloso Ribeiro. “A implantação dessa fábrica na Capital vai despertar o interesse de outras empresas do segmento, além de proporcionar à cadeia têxtil do Estado vivenciar um novo momento”, previu.

Ele acrescenta ainda que o polo industrial de Campo Grande deve receber, a partir de agora, outras indústrias de malharias, tinturarias, tecelagens e confecção. “Com a proximidade da matéria prima, aliada aos incentivos que o Governo e Prefeitura disponibilizam, muitas empresas terão interesse de se instalar na cidade”, avaliou. Já o vice-presidente do Sindivest/MS, Antônio Breschigliari Filho, considerou a instalação da fábrica um marco para segmento. “É um grande salto para o setor produtivo, podendo diminuir preço da malha para os confeccionistas, além de trazer novas empresas que vão gerar mais emprego e renda ao município”, pontuou.

Sistema Fiems

Para o diretor-corporativo da Fiems, Jaime Verruck, o produto de altíssima qualidade que está sendo produzido é sinônimo de riqueza para o Estado. “Temos também a geração de renda e emprego, já que a necessidade atual da indústria é mão de obra especializada”, disse. Já o diretor-regional do Senai, Jesner Escandolhero, garante que a entidade poderá contribuir com a capacitação dessa mão de obra nas áreas de automação e manutenção. “Indústrias de alto nível são totalmente automatizadas e, por isso, há a necessidade de obter profissionais especializados”, pontuou.

Segundo o prefeito de Campo Grande, Nelson Trad Filho, o empreendimento representa o adensamento da cadeira produtiva têxtil. “A indústria fecha o círculo virtuoso da cadeia têxtil e vai proporcionar ao município desenvolvimento econômico. É a ligação do produtor de algodão do Estado com a indústria do setor”, garantiu. O vice-presidente da Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão), Gilson Pinesso, que é considerado um dos maiores produtores de algodão no Estado, o Brasil é o 5° maior produtor da matéria prima e o 4° que mais exporta o produto. “Um investimento desse porte aqui na Capital vem a confirmar nosso potencial produtivo”, destacou.

A fábrica

Localizada no polo industrial oeste de Campo Grande, na saída para a cidade de Terenos, a GID Têxtil terá capacidade inicial de produção de 164 toneladas por mês de fios 30/1 e 36/1 OE 100% algodão para atender o mercado nacional, além de contar com 24 funcionários. “Além do algodão de Mato Grosso, também vamos utilizar a produção aqui de Mato Grosso do Sul”, contou o diretor-executivo Luís Eduardo Guedes. 

Ele acrescenta que a instalação da unidade na Capital se deve à proximidade com regiões produtoras da matéria-prima necessária, a pluma de algodão, além dos incentivos fiscais e o apoio do Sistema Fiems e do Sindivest/MS. Luís Guedes informa que a perspectiva é de estabilizarmos ao nível máximo de produção, que será de 400 toneladas por mês de fios 30/1 e 36/1 OE 100% algodão, quando tiver operando a terceira fase do projeto. “O prédio da fábrica tem estrutura predial adequada para a ampliação da indústria e aumento da produção”, ressaltou.

 

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