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Emprego - 30/03/2012 - 09h05

Longen lança programa para reduzir acidentes de trabalho na construção civil












Por Redação Pantanal News/Daniel Pedra

O Programa do Sesi atenderá as empresas do segmento com métodos e soluções para acidentes e doenças no trabalho

Durante cerimônia realizada nesta quinta-feira (29/03) no canteiro de obras da nova sede da FatecSenai Campo Grande, o presidente da Fiems, Sérgio Longen, lançou o PNSSTIC (Programa Nacional de Segurança e Saúde do Trabalho para a Indústria da Construção), que será desenvolvido pelo Sesi junto às indústrias da construção civil do Estado com o objetivo de contribuir com a redução dos acidentes e das doenças no trabalho.

Atualmente, segundo o Radar Industrial da Fiems, dos 123.514 trabalhadores do setor industrial do Estado, 26% atuam na construção civil, ou seja, 32.130 pessoas, enquanto, dados do Ministério do Trabalho e Emprego, apontam que o segmento em questão registrou 778 acidentes de trabalho em 2009 nos canteiros de obras espalhados por Mato Grosso do Sul.

Na avaliação de Sérgio Longen, nos últimos anos a indústria da construção civil cresceu consideravelmente no Estado, precisando se adequar-se às novas normas e regulamentações para reduzir o número de acidentes de trabalho nos canteiros de obras. “Nenhuma empresa gostaria de ter um trabalhador acidentado dentro do ambiente de trabalho e o Programa do Sesi vai ao encontro dessa necessidade da indústria e do colaborador, levando informação a ambos e diagnosticando índices, ocorrências e evoluções”, pontuou.

O presidente do TRT/MS (Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso do Sul), desembargador Marcio Vasques Thibau de Almeida, destaca que a iniciativa do Sesi representa uma revolução cultural do País e que o perfil do trabalhador também já está passando por modificações. “O Programa visa levar dignidade e saúde ao trabalhador e, consequentemente, proporcionar-lhe ascensão econômica. O momento representa a comunhão de interesses entre trabalhadores, empresários, judiciário e legislativo”, assegurou.

Segundo o superintendente do MTE/MS (Ministério do Trabalho e Emprego de Mato Grosso do Sul), Anizio Pereira Tiago, 98% dos acidentes de trabalho são evitáveis. “O índice é alto, visto que são ocorrências que, em sua maioria, podem ser prevenidas, desde que empregador e trabalhador adotem os critérios de segurança exigidos. É preciso transmitir à sociedade e sindicatos que o Programa, além de um auxílio, deve ser cumprido à risca”, aconselhou.

Repercussão

Na avaliação do presidente do Crea/MS (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado), Jary de Carvalho, o trabalho precisa ser feito na base com as mensagens de segurança sendo repassadas de forma correta. “Eu me dirijo aos jovens e aos filhos desses trabalhadores que são peças chaves nessa conscientização. O melhor para o nosso País é ter mais segurança no canteiro de obras”, frisou.

O presidente do Sinduscon/MS (Sindicato das Indústrias da construção de Mato Grosso do Sul), Amarildo Melo, há duas décadas o setor estagnou, porém nos últimos anos o Governo tem investido maciçamente nesse setor. “Esse verdadeiro boom que essa área passou fez com que trabalhadores e empregados não estivessem preparados ao adequados às normas exigidas por lei. Mas, ainda há tempo de revertemos esse quadro, fazendo com que ambas as partes estejam bem preparados, informados e conscientizados”, destacou.

O Programa

Segundo o superintendente do Sesi, Michael Gorski, o PNSSTIC é um programa de inovação tecnológica em SST (Saúde e Segurança do Trabalho) feito para atender a demanda das empresas do segmento da construção civil, apresentando métodos e soluções que contribuem para a redução dos acidentes e doenças no trabalho. Ele acrescenta que o Programa apresenta diversas estratégias de atuação, nas quais são desenvolvidos métodos e soluções que contribuem para a redução dos acidentes e doenças no trabalho.

A estrutura do programa é composta por quatro linhas de ações: acesso ao conhecimento, diagnósticos, serviços e soluções técnicas e assessoria e consultoria. A assessoria e consultoria será realizada depois de identificados os problemas e necessidades da empresa, com a equipe do Sesi, oferecendo todo o suporte para a realização das mudanças em prol de um ambiente de trabalho mais seguro e saudável.
 
O diagnóstico de prevenção de quedas tem como objetivo contribuir para a redução dos acidentes de trabalho ocasionados por quedas, na indústria da construção, por meio da realização de visitas a canteiros de obras e aplicação de checklist específico baseado na NR 18. Além disso, ele vai possibilitar a construção de um banco de dados nacional sobre as condições ambientais que favorecem a ocorrência de quedas nos canteiros de obras.
 
Já o acesso ao conhecimento contará com um estudo de SSTIC (Saúde e Segurança do Trabalho para a Indústria da Construção), Projeto Vídeos 100% Seguros, Programa de Sensibilização e Treinamento e Aprendendo com SST e Curso – Cidadania e a SST na Indústria da Construção. No caso dos serviços e soluções técnicas serão desenvolvidos o PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho), o PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) e o PCMSO (Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional) adaptados à realidade da Indústria da Construção.

Trabalhadores

O presidente do Sintracon/MS (Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de Mato Grosso do Sul), Samuel Freitas, espera que o PNSSTIC ajude a orientar os trabalhadores da construção civil do Estado sobre os cuidados necessários para reduzir os acidentes e doenças nas empresas do segmento no Estado. Na avaliação dele, a construção civil, nos últimos anos, deu um salto considerável em nível estadual e nacional, exigindo mais preparo de empregador e empregado.

“Nas visitas que a diretoria do Sintracon/MS faz aos canteiros de obras espalhados pelos diversos municípios do Estado ainda é possível verificar que muitos trabalhadores atuam sem equipamentos de proteção individual. Com o lançamento desse programa por parte do Sesi, esperamos que, nesse primeiro momento, os industriários da construção civil sejam conscientizados sobre os riscos que eles ocorrem quando insistem em não utilizar equipamentos de segurança. Também esperamos que o desenvolvimento do PNSSTIC ajude a diminuir a informalidade nesses canteiros de obras para contribuir com a queda no número de acidentes, principalmente, os fatais”, considerou Samuel Freitas.

Para o servente de pedreiro Josimar Gumercindo da Silva, 24 anos, que trabalha há um ano na profissão, o Programa do Sesi será muito importante para os operários da construção civil. “Acredito que, com esse Programa, a nossa segurança no canteiro de obras deve aumentar, pois trabalhamos em uma profissão de alto risco e precisamos de orientação. A minha esposa me pede, todos os dias, que eu tenha cuidado e muita atenção no meu trabalho, usando sempre capacete e luvas”, ressaltou.

Já o pedreiro Sidney Vieira da Silva, 42 anos, que atua na área desde a década de 80, reforça que a iniciativa do Sesi merece elogios por parte dos trabalhadores. “Agora, vamos esperar que o Programa seja colocado em prática para ajudar a reduzir a quantidade de acidentes de trabalho na nossa profissão. Porém, antes de mais nada, os canteiros de obras precisam de mais fiscalização dos órgãos responsáveis para que todas as empresas façam a adesão ao Programa do Sesi”, sugeriu.

 

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