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Artigos - 10/10/2011 - 14h53

Travessia da Laguna dos Patos - Margem Ocidental III















Por Hiram Reis e Silva

Belo Rio Camaquã!
Do serpentear do teu leito
Levamos a grata lembrança
Do vigilante Martim-pescador,
Do vôo da Garça moura,
Do saltar da tainha,
Da espuma da correnteza,
Da rede do pescador...
(Vera Regina)
 
Finalmente, um dia de sol e ventos amenos. A noite foi longa, a residência não tinha portas nem janelas e o vento frio castigou-nos durante toda a noite. O saco de dormir estendido diretamente sobre o piso duro também não era nada confortável. Saímos depois das sete horas para permitir que o sol aquecesse um pouco o ambiente e secasse nossas roupas de viagem. O Cel Pastl partiu com os netos prometendo deixar acertado nosso pernoite nas instalações do destacamento da Brigada Militar de Arambaré.
 
– Partida da Fazenda Flor da Praia (21 de setembro)
 
Indescritível o cenário e a hospitalidade na Costa Oeste. Somente conhecendo o povo, especialmente na Fazenda Flor da Praia e na Ilha do Camaquã, e os brigadianos da região para aquilatar. O tempo atrasou nossos nautas entre o Laranjal e a Feitoria, que chegaram apenas domingo à tarde em São Lourenço. Segunda-feira rumaram ao Camaquã, na Ilha St° Antônio, onde tivemos apoio do Sr Pedro Auso e sua Senhora, Profª Vera, pessoas de fino trato e robustas nas aventuras de caiaque pelas águas do Rio Grande. Na terça chegaram os nautas, com luta, quebra de leme, capotagens no ventão até a Fazenda Flor da Praia, e hoje em Arambaré. Amanhã irão a Tapes, onde haverá pausa até sábado, quando partirão para a Ilha Barba Negra. Vamos contar com o Maj Vitor Hugo e o Major Nunes nesta perna da jornada. Breve mandaremos relatos mais completos. Por enquanto muito obrigado, vocês são mesmo pessoas muito importantes e boas apoiando este projeto. (E-mail do Cel Pastl - 21/09/11)
 
Iniciamos nossa remada até o Banco da Dona Maria imprimindo um ritmo forte e constante de 4 nós (7,2km/h). Fizemos uma parada intermediária em um ponto de captação d’água para as plantações de arroz (31°06’10,73”S/51°30’05,34”O), a vegetação nativa esbanjava beleza com inúmeras bromélias e orquídeas e as várias pegadas de pequenos animais na areia e nas trilhas mostravam que ali a natureza se encontrava em perfeito equilíbrio.
 
Descansados, continuamos nossa navegação e mais adiante passamos pelas ruínas mencionadas pelo amigo Pedro Auso. O Pedro já acampara ali uma vez aproveitando a proteção da construção de alvenaria. Paramos na Ponta da Dona Maria e mostrei para o Hélio o canal de acesso à Lagoa do Graxaim em cujas margens se encontra a cidade de Santa Rita do Sul. O sol forte e os ventos fracos contrastavam com as condições climáticas que enfrentáramos até então.
 
Aportamos na boca da Lagoa do Graxaim (31°03’50,74”S/51°28’01,12”O) onde consegui me comunicar com o pessoal de apoio pela Operadora VIVO. As grandes Garças Mouras e um descuidado João Grande pescavam despreocupadamente na margem da Lagoa parecendo não notar nossa presença. Continuamos costeando e admirando a mata nativa e as belas figueiras encasteladas nas enormes dunas de areia. Um conjunto, em especial chamou-me a atenção e paramos para escalar as dunas e admirar as figueiras, totalmente tomadas pelas bromélias e orquídeas (31°01’35,98”S/51°29’09,89”O). Os monumentos arbóreos cravaram suas raízes nas voláteis e alvas areias tentando, em vão, equilibrar-se enquanto as areias lenta, inexorável e criminosamente escoavam duna abaixo expondo mais e mais as magníficas fundações das centenárias figueiras. A beleza do entorno era fantástica, infelizmente minha máquina fotográfica emperrara e eu não pude materializar a bela paisagem que nos cercava.
 
Topamos no caminho com algumas lontras ariscas que nadavam graciosamente em busca de suas presas e logo adiante vislumbramos ao longe a chaminé do antigo complexo do Hotel e Engenho da Família Cibilis que na década de 40 e 50 era o esteio da economia do Município de Arambaré. Admiramos a bela praia da Costa Doce de aproximadamente 6 km de extensão de muita beleza e entramos no Arroio Velhaco que nasce na cidade de São Jerônimo. Logo em seguida aportamos no Clube Náutico (30°54’38,01”S/51°29’47,50”O) onde estacionamos nossos caiaques e fomos procurar abrigo junto ao Destacamento da Brigada Militar.
 
Fomos gentilmente recebidos pelo Soldado PM Paulo que depois de nos instalar nas dependências do Destacamento levou-nos até o Posto de Saúde para que o Professor Hélio fosse atendido. O Hélio estava com uma infecção no tornozelo e foi prontamente atendido e medicado nas instalações impecáveis do Posto. Fizemos ainda um pequeno “tour” pela cidade para conhecer parte das quase duzentas figueiras cadastradas no perímetro urbano e a maior figueira do estado. Às belas figueiras urbanas e domesticadas falta, no entanto, o encanto das selvagens e fundamentalmente a magia da beleza agreste do seu entorno. A luta constante contra as intempéries empresta a essas um charme impregnado de poesia e coragem que as suas irmãs citadinas desconhecem.
 
À noite o Sr. Pedro Auso apareceu com o leme de seu caiaque para adaptá-lo no caiaque do professor Hélio. Teríamos apenas que regulá-lo na margem de acordo com o ângulo de incidência das ondas de través.
 
– Capital das Figueiras
 
Inicialmente chamava-se “Barra do Velhaco”, por estar situada na Foz do Arroio Velhaco. Em 1938 passou a denominar-se “Paraguassu” e, em 1945, adotou o nome de “Arambaré”, que quer dizer “o sacerdote que espalha luz”. Nesta localidade, conhecida desde os tempos coloniais de 1714, moravam índios com costumes especiais - pescadores e comerciantes de peles que tinham mãos e pés bem desenvolvidos. Eram os índios Arachas, também conhecidos como Arachanes ou Arachãs, que na língua tupi significa “patos”. Por volta de 1763 casais açorianos vindos para o sul estabeleceram-se na margem esquerda do estuário do Guaíba e na margem direita da Lagoa dos Patos, fundando fazendas e charqueadas até o rio Camaquã. Desde essa época, os habitantes do então distrito de Arambaré uniram-se na busca do desenvolvimento através da agricultura, da pecuária e, sobretudo pelo grande potencial turístico e pela beleza natural da localidade, emancipada em 20 de março de 1992 do município de Camaquã e de parte do município de Tapes. (www.portalarambare.rs.gov.br)
 
– Partida de Arambaré (22 de setembro)
 
Partimos cedo contando mais uma vez com o apoio dos amigos brigadianos. O tempo favorecia e chegamos em tempo recorde até o Banco dos Desertores onde o amigo Pedro Auso eventualmente acampa (30°52’43,87”S/51°23’22,13”O). Infelizmente, alguns campistas ignorantes fazem fogo junto às raízes das seculares figueiras que hoje dão visíveis sinais de fragilidade e dentro em breve tombarão vítimas silentes da inconsequência do ser humano.
 
Ultrapassamos o Banco dos Desertores e seguimos rumo Norte penetrando na enorme enseada conhecida como “Saco de Tapes”. Os bosques de pinus, ao longe, não respeitam as fronteiras humanas e invadem lenta e progressivamente as áreas de mata nativa, derramando-se pelas areias brancas das dunas. Como os hunos de outrora, as hordas bárbaras sufocam e padronizam com sua intensa monotonia os belos campos. Indefesas figueiras prestes a serem sufocadas pelos pinheiros aguardam estáticas as impiedosas mortalhas que avassaladoras se aproximam.
 
Outros sinais fatídicos da presença humana se fazem presentes na poluição das águas, o mau cheiro e a espuma flutuando na superfície marcam sua presença. A enseada que protege Tapes de poluições de outros centros não permite esconder o descaso dos seus governantes em relação ao sagrado manancial que poluem sem qualquer critério, um crime ambiental para uma cidade que se propõe a abrigar um balneário turístico às margens da Lagoa. Encontramos, numa das paradas, uma pequena tartaruguinha que tentava nadar nas águas agitadas, resolvi deixá-la em um pequeno afluente mais calmo.
 
Chegaram hoje às 15h em Tapes os nautas, que tiveram ontem novamente o inestimável apoio do Sr Pedro Auso de Camaquã, bem como da guarnição da BM de Arambaré, destacando-se o Sd PM Paulo, Sd PM Lima e o Sd PM Guastuci. Pernoitaram e fizeram as refeições no Destacamento, e o Sd PM Guastuci gentilmente despachou o material de dormitório e cozinha hoje pelo ônibus para Tapes, onde o apanhei às 16h. No Clube Náutico Tapense fizeram uma refeição forte no Restaurante do Sr Roger, e hospedaram-se na casa de veraneio do Valmir e da Nara (ele é irmão da Aninha), no Balneário Pinvest. (E-mail do Cel Pastl - 22/09/11)
 
– Namorada da Lagoa
 
A região foi habitada por índios da tradição Tupi-Guarani. Por volta de 1808, atraídos pela fertilidade do solo e pela abundância das pastagens da região, imigrantes açorianos estabeleceram-se na área, instalando estâncias e charqueadas que foram a base da economia local por algum tempo. Posteriormente, decorrentes da própria configuração geográfica, desenvolveram-se a prática da agricultura e da pecuária que constituem atualmente a principais riquezas do Município. Mesclado com a cultura indígena, os açorianos e negros, seguidos dos imigrantes, desenvolveram aqui suas tradições, seus usos e costumes que hoje ainda fazem parte do nosso cotidiano. Em 1824, Patrício Vieira Rodrigues, adquiriu antiga a Sesmaria de Nossa Senhora do Carmo. No ano seguinte, estabeleceu uma charqueada na foz de um arroio na Lagos dos Patos, e passou a chamar-se Arroio da Charqueada. Em função desta atividade é criado no local, um porto, que deu origem à Cidade de Tapes. A primeira sede do Município, denominada Freguesia de Nossa Senhora das Dores de Camaquã, foi criada dia 29 de Agosto de 1833. Sua emancipação política e administrativa ocorreu em 12 de Maio de 1857, mas por questões políticas ou econômicas, a Freguesia passava a integrar ora no território de Porto Alegre, ora de Camaquã, chegando inclusive a pertencer a Triunfo e Rio Pardo. Em 16 de Dezembro de 1857, foi elevada à categoria de Vila, sendo esta a data considerada como a de emancipação política do Município. Em 25 de Junho de 1913, o Município desincorporou-se definitivamente de Porto Alegre e, em 22 de Maio de 1929, através de um plebiscito, foi realizada a transferência da Sede da Vila de Nossa Senhora das Dores para o Porto de Tapes, então 2º distrito. Posteriormente, o Decreto nº 10 de 21 de Setembro de 1929, muda o nome de “Município de Dores de Camaquã” para “Município de Tapes”, sendo Primeiro Intendente o Sr. Manoel Dias Ferreira Pinto.  (www.riogrande.com.br)
 
– Partida para Costa - Latitude da I. Barba Negra (24 de setembro)
 
Amanhã deverão repousar e partirão sábado às 05h30, em direção o Acampamento do Sr. Willi (Capão da lancha), farão a travessia dos caiaques pela areia da restinga do pontal, e prosseguirão costeando ao norte em direção à Ilha da Barba Negra. De outra banda, o Cmt Vitor Hugo com este colaborador e o Major Nunes partiremos às 08h de sábado no impecável Marbe 24 do Comandante Vitor em direção contrária, estimando o Vitor Hugo cinco horas até Itapuã e mais duas horas e meia até o Morro da Formiga, a partir de onde iremos descendo costeando ao Sul. Combinei com o Comandante Hiram que ao crepúsculo, se ainda não tivermos nos encontrado que ele aportará a terra, e nós prosseguiremos com as luzes acesas no veleiro, e então ele lançará sinalizadores ao nos avistar. Estimamos chegar ao meio dia de domingo no Farol de Itapuã, e às 15h no Clube Náutico Itapuã. (E-mail do Cel Pastl - 22/09/11)
 
Tentamos passar a noite, na véspera da partida, no veleiro do Cel Pastl, mas os fortes ventos tornaram isso impossível. Partimos antes das seis horas depois de pernoitar na sauna do Clube Náutico Tapense. Os ventos de Este de 15 nós (27 km) não permitiam que atacássemos diretamente o estreito da restinga do Pontal de Tapes e apontamos a proa para o acampamento do Sr. Willi. No meio da travessia o vento mudou para Sudeste permitindo que eu alterasse a rota diretamente para o local da passagem. O Hélio resolveu seguir mais próximo à costa para se proteger um pouco da ação dos ventos. A marcação pelo GPS não podia ser mais precisa. No ponto de travessia terrestre havia um pequeno rebaixamento que certamente, na cheia, deve servir de passagem das águas da Laguna dos Patos até o Saco de Tapes.
 
Carregamos os caiaques e as tralhas pelo estreito para a margem da Laguna, parodiando numa escala infinitamente menor a travessia de Giuseppe Garibaldi, da Lagoa do Capivari até Tramandaí. Comunicamos nossa passagem ao Cel Pastl que se preparava com o Comandante Vitor Hugo para zarpar do Clube Náutico Itapuã. A navegação transcorreu favoravelmente até as 13h quando atracamos a uns quatro quilômetros do ponto previsto para nosso acampamento. Mantendo este ritmo conseguiríamos ultrapassar em uns 10 km o ponto previsto para estacionamento. Descansamos um pouco e nesse intervalo o vento alterou novamente para Este e aumentou sua intensidade para 25nós (45 km/h) dificultando bastante a progressão. Há exatos 999 metros do ponto, o caiaque do Hélio virou e ele resolveu rebocá-lo pela margem até o ponto de encontro com a equipe de apoio. Brinquei com o professor que a culpa era da numerologia escrevendo a distância que faltava na areia e pedindo que ele a lesse mantendo-se de frente para mim (666). Naveguei vigorosamente até o local previsto, estacionei o caiaque e peguei uma corda para ajudar a rebocar o caiaque do Hélio. Amarrei a corda nas alças de proa e popa e inclinei o caiaque 45° com a direção das ondas e deixei que elas o empurrassem até o acampamento.
 
Carregamos, exaustivamente, toras de lenha seca durante três horas para usar como sinalização para a equipe de apoio que infelizmente não apareceu. Improvisamos um acampamento no alto de uma duna protegido dos ventos. Passei a noite inteira alimentando uma pequena fogueira para nos aquecer e vez por outra subia até o topo da elevação para ver se avistava as luzes da embarcação da equipe de apoio. Levantei antes do sol raiar e chamei o Hélio para iniciarmos os preparativos para vencer o último lance de nossa travessia.
 
Os ventos de Este continuavam vigorosos e o Hélio teve de parar logo à frente. A proa do caiaque enfraquecida pelos quatro furos feitos para a colocação do leme improvisado tinham enfraquecido a estrutura e a popa apresentava uma fissura pela qual a água entrava com facilidade. Não havia mais condições do parceiro continuar naquelas condições. Subi até a duna mais alta e, como na tarde e noite anterior, não consegui contatar a equipe de apoio, relatei então ao amigo Pedro Auso nossa situação que me assegurou que tomaria alguma providência.
 
No final de todo imbróglio tivemos de deixar o caiaque pilotado pelo professor Hélio escondido nas dunas para ser resgatado oportunamente e o “Cabo Horn” foi tracionado pelo veleiro que teve de lançar mão do motor de popa para vencer os ventos de proa. Mais uma vez o “Cabo Horn”, da Opium Fiberglass, que durante todo o percurso dera mostras de sua capacidade de enfrentar ondas de todos os tipos e tamanhos percorreu durante quase três horas o percurso até o Morro da Formiga sem apresentar qualquer tipo de dificuldade no seu controle mesmo enfrentando ondas superiores a 2 metros.
 
No Morro da Formiga encontramos o amigo Pedro Auso e sua esposa Vera Regina que se deslocaram especialmente de Camaquã para nos apoiar até o Destacamento da Brigada Militar de Barra do Ribeiro onde a querida Rosângela Schardosim nos resgatou.
 
– Analogias à Parte
 


Mete-te no teu caiaque
e sem medo faz-te ao rio
e sente no coração um baque
e a adrenalina de fio a pavio...
 
E grita e tuas emoções liberta,
vence um e mais outro rápido
até chegares a zona aberta
onde o rio para perdido...
 
Faz-te ao rio ardiloso,
e sente-te vivo, bem vivo,
sente-te o ser mui poderoso
que tens o mundo em ti cativo
 
São esses desafios muito duros
que te põem as resistências
à prova e derrubas muros
e que felicidade provas!


(Maria Augusta Sá - Enfrenta tudo sem medo!)
 
Nossa jornada e a de Garibaldi tiveram trechos comuns como a foz do São Lourenço. A travessia contou, também, com uma parte terrestre, guardada as devidas proporções. Uma das embarcações, o Farroupilha, de Garibaldi naufragou antes de completar a missão de atingir Laguna, SC, o mesmo acontecendo com o caiaque pilotado pelo professor Hélio que avariado não pode chegar até o Guaíba. O apelo histórico talvez tenha sido forte demais e tenha interposto obstáculos adicionais à consecução de nossa proeza. Esse foi apenas um treinamento para que em abril do ano que vem possamos realizar a travessia, sem surpresas, em homenagem ao Centenário do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA).
 
Estamos envidando esforços de todo o tipo para que o Professor Hélio consiga, para aquela travessia, um caiaque oceânico modelo “Cabo Horn”. Isto evitaria surpresas e um desgaste físico desnecessário, já que este modelo é, sem sombras de dúvida, o caiaque ideal para enfrentar a Laguna dos Patos e suas condições meteorológicas adversas.
 
– Blog e Livro
 
Os artigos relativos ao “Projeto–Aventura Desafiando o Rio–Mar”, Descendo o Solimões (2008/2009), Descendo o Rio Negro (2009/2010), Descendo o Amazonas I (2010/2011), e da “Travessia da Laguna dos Patos I (2011), estão reproduzidos, na íntegra, ricamente ilustrados, no Blog http://desafiandooriomar.blogspot.com.
 
O livro “Desafiando o Rio–Mar – Descendo o Solimões” está sendo comercializado, em Porto Alegre, na Livraria EDIPUCRS – PUCRS, na rede da Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br) e na Livraria Dinamic – Colégio Militar de Porto Alegre. Pode ainda ser adquirido através do e–mail: hiramrsilva@gmail.com.
 
Para visualizar, parcialmente, o livro acesse o link:
http://books.google.com.br/books?id=6UV4DpCy_VYC&printsec=frontcover#v=onepage&q&f=false.

 

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Presidente do Instituto dos Docentes do Magistério Militar (IDMM)
Vice Presidente da Academia de História Militar Terrestre do Brasil - RS (AHIMTB)
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional
Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br/
Blog: http://desafiandooriomar.blogspot.com
E–mail: hiramrs@terra.com.br
 

Os artigos publicados com assinatura não representam a opinião do Portal Pantanal News. Sua publicação tem o objetivo de estimular o debate dos problemas do Pantanal do Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, do Brasil e do mundo, garantindo um espaço democrático para a livre exposição de correntes diferentes de pensamentos, idéias e opiniões. redacao@pantanalnews.com.br

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