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Artigos - 30/08/2011 - 14h45

Rio Hamza




Por Hiram Reis e Silva

Pesquisadores apresentam indícios da existência de um colossal rio subterrâneo, o maior do mundo, fluindo sob o Rio Amazonas cujas águas avançam, em direção ao Atlântico, a uma velocidade aproximada de 10 a 100 metros por ano.
 
- Valiya Mannathal Hamza
 
O doutor Hamza nasceu na Índia, no dia 15 de junho de 1941, mora no Brasil há trinta e sete anos e há dezesseis trabalha como geofísico do Observatório Nacional. O indiano naturalizado brasileiro foi selecionado pela Sociedade Geológica Americana (GSA), como um dos melhores revisores de artigos científicos, em 2009. A Revista Litosfera, por sua vez, o considera como um dos cinco melhores revisores do mundo, o único brasileiro a fazer parte da seleta lista. A GSA, fundada em 1888, tem mais de 22.000 membros em 97 países e é líder em Geociência avançada.
 
Hamza possui graduação em Física - Universidade de Kerala (1962), mestrado em Física Aplicada - Universidade de Kerala (1964) e doutorado em Geofísica - University of Western Ontário (1973). Teve atuação como Professor do IAG-USP, Pesquisador do IPT, Secretário da Comissão Internacional de Fluxo Térmico - IHFC e membro do Comitê Executivo da Associação Internacional da Sismologia e Física do Interior da Terra - IASPEI. Eleito, em 2007, como Representante Sul-Americano na Comissão Internacional de Fluxo Térmico IHFC. Possui ampla experiência na área de Geociências, com destaque nas áreas de Geotermia e Fluxo Térmico, atuando principalmente nos seguintes setores: fluxo geotérmico, energia geotérmica, recursos geotermais, tectonofísica, mudanças climáticas recentes, geofísica ambiental, sismicidade, propriedades térmicas de materiais geológicos, ensino superior. Ministrou mais de 30 cursos de pós-graduação em Geofísica. Atualmente, é responsável pelo Laboratório de Geotermia da Coordenação de Geofísica do Observatório Nacional no Rio de Janeiro. É consultor de quatro revistas internacionais e publicou mais que 100 trabalhos científicos.
 
- Rio Hamza
 
“A linha de água permanece subterrânea desde sua nascente, só que não tão distante da superfície. Tanto que temos relatos de povoados daquele país, instalados na região de Cuzco, que utilizam este rio para agricultura. Eles sabem desse fluxo debaixo de terrenos áridos e por isso fazem escavações para poços ou mesmo plantações”.
 (Valiya Mannathal Hamza).
 
Pesquisadores do Observatório Nacional divulgaram, este mês, no 12° Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio de Janeiro, um estudo que revela indícios da existência de um rio subterrâneo correndo sob o Rio Amazonas, desde os Andes até o Oceano Atlântico, a uma profundidade que pode chegar aos 4 mil metros. A pesquisa faz parte do trabalho de doutorado da geofísica Elizabeth Tavares Pimentel, orientada pelo Doutor Valiya Mannathal Hamza. Pimentel é coordenadora do curso de Ciências: Matemática e Física do Instituto de Educação, Agricultura e Meio Ambiente de Humaitá, AM.
 
“A temperatura no solo é de 24 graus Celsius constantes. Entretanto, quando ocorre a entrada da água, há uma queda de até 5 graus Celsius. Foi a partir deste ponto que começamos a desenvolver nosso estudo. Este pode ser o maior rio subterrâneo do mundo”. (Valiya Mannathal Hamza)
 
Os cientistas analisaram as informações térmicas de 241 poços perfurados, na década de 1970 e 1980, pela Petrobras. A metodologia baseia-se na identificação de sutis variações de temperatura decorrentes dos movimentos de fluídos em meios porosos. Graças às informações fornecidas pela Petrobras, os cientistas concluíram que a água cai na vertical até os 2.000 metros de profundidade e depois se torna quase horizontal em profundidades maiores.
 
“Vamos continuar nossa pesquisa, porque nossa base de dados precisa ser melhorada. A partir de Setembro vamos buscar informações sobre a temperatura no interior terrestre em Manaus e na Rondônia. Assim vamos determinar a velocidade exata do curso da água”. (Valiya Mannathal Hamza)
 
Enquanto a largura do Rio Amazonas de 1,6 quilômetros a quase 100 km, na área pesquisada, o Hamsa varia de 200 a 400 quilômetros. A velocidade da água no Rio Amazonas varia de 0,1 a 2 metros por segundo e as águas do Hamsa avançam, no máximo, 100 metros por ano. Embora esse valor possa ser considerado pequeno em relação à formidável vazão do Amazonas ele indica a existência de um sistema hidráulico subterrâneo sem precedentes. Para que se possa aquilatar a importância deste sistema, basta lembrar que sua vazão subterrânea é superior à vazão média do Rio São Francisco. A vazão do Hamza estimada em 3,1 mil m³/s enquanto a do Rio São Francisco é de 2,7 mil m³/s.
 
- Aquífero?
 
“A água do Hamza segue até 150 km dentro do Atlântico e diminui os níveis de salinidade do mar. É possível identificar este fenômeno devido aos sedimentos que são encontrados na água, característicos de água doce, além da vida marinha existente, com peixes que não sobreviveriam em ambiente de água salgada”.
 (Valiya Mannathal Hamza)
 
O doutor Hamza afirma: “Não é um aquífero, que é uma reserva de água sem movimentação. Nós percebemos movimentação de água, ainda que lenta, pelos sedimentos”.
 
–  Livro
 
O livro “Desafiando o Rio–Mar – Descendo o Solimões” está sendo comercializado, em Porto Alegre, na Livraria EDIPUCRS – PUCRS, na rede da Livraria Cultura (http://www.livrariacultura.com.br) e na Livraria Dinamic – Colégio Militar de Porto Alegre.
 
Para visualizar, parcialmente, o livro acesse o link:
http://books.google.com.br/books?id=6UV4DpCy_VYC&printsec=frontcover#v=onepage&q&f=false.

 

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Vice-Presidente da Academia de História Militar Terrestre do Brasil/Rio Grande do Sul
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional
Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br
E–mail: hiramrs@terra.com.br

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Comentários
Valiya Hamza, em 15/09/2011 - 17h48

Agradecemos aos Professores Celso Dal Rey Carneiro, Eduardo Salamuni, Luiz Ferreira Vaz e Heinrich Teodor Frank e com apoio declarado da FEBRAGEO (abreviado aqui como CSVFF) pelos comentários. Isso abre oportunidade para esclarecer mais uma vez as questões referentes ao fluxo subterrâneo na região Amazônica. O trabalho de Pimentel e Hamza (abreviado aqui como PH) apresentado no último Simpósio da Sociedade Brasileira de Geofísica não trata de provas diretas sobre a existência de um “rio” subterrâneo. Apresenta indícios de um fluxo subterrâneo na região Amazônica. Não utilizamos o termo “aqüífero”, pois isso implica uma região onde se acumula a água subterrânea e que permanece em estado relativamente imóvel. Caso ocorra movimentos de recarga natural nos aqüíferos também deverá ter zonas de descargas naturais. Os dados analisados por PH não apontam um aqüífero com águas estacionárias, mas um pacote sedimentar onde há fluxos de recargas verticais em toda extensão da calha Amazônica. Essa observação implica em fluxos laterais na parte basal das bacias sedimentares desta região. O trabalho se baseia em grande parte nos dados adquiridos pelo PETROBRÁS e o modelo hidrogeológico utilizado é consagrado na literatura relevante. Esse método já foi utilizado nos estudos de movimentos de águas subterrâneas em dois locais no Brasil e os resultados foram publicados em revistas científicas conceituadas. A divulgação na mídia nacional sobre “Rio Hamza” não foi por iniciativa dos autores PH. Decorreu inicialmente como parte de divulgação das atividades científicas institucionais. A rede internet e os meios de comunicação em massa se encarregam com divulgação de cunho popular, sendo que há exageros e erros. Um exemplo é a citação sobre a vazão do Rio Amazonas como sendo 133m3/s em vez de 133.000m3/s. O primeiro parágrafo dos comentários de CSVFF dispensa resposta, pois trata de assuntos elementares de livros texto. O segundo parágrafo começa com afirmação em nome da “ciência geológica Brasileira”, implicando que CSVFF já tomaram posse desta área científica. Não há indícios de que a divergência de opinião é unanimidade entre os integrantes de toda Sociedade Geológica Brasileira. É provável que esteja restrito aos grupos menos esclarecidos. De qualquer forma, deixamos esse assunto para comentários da Sociedade Brasileira de Geologia. Os demais comentários de CSVFF giram em torno de opiniões e convicções pessoais dos autores sobre questões semânticas. Não houve questionamentos sobre o mérito científico do trabalho de PH (base de dados utilizada, modelo hidrogeológico e técnica de interpretação). Sugerimos que CSVFF publicassem os seus resultados em revistas com arbitragem científica, em vez de contentar com comentários de blogs. O termo “RIO” possui mais de 37 definições na literatura. É utilizado para referir se á passagem do tempo (como rio de eventos), jogos de baralhos (rio da quinta cartada), riqueza (rio de dinheiro), medicina (rio de sangue), vulcanologia (rio de lavas) e hidrologia (rios de águas pluviais na superfície terrestre), entre outros. A tentativa de CSVFF de associar o uso do termo “rio subterrâneo” exclusivamente ao fluxo de águas nas cavernas aponta conhecimento geológico limitado sobre o assunto. O uso do termo “absolutamente incorreto” aponta falta do devido rigor científico nas afirmações de CSVFF. Opiniões dessa natureza são conhecidas no meio científico como a do “Sapo do Poço”. Há três modos de transporte de umidade na região amazônica, descritos como rios voadores ou atmosféricos (depende das condições atmosféricas e padrões climáticas), rios da superfície (decorrente de drenagem pluvial) e rios subterrâneos (fluxo de águas em meios geológicos permeáveis). As questões sobre salinidade não foi tratada no trabalho de PH, pois não realizamos análises químicas das águas e estudos geoquímicos. Este é assunto de pesquisa também em hidrogeologia. CSVFF declara que as águas profundas na região Amazônica é salmoura. Na ausência de citações de trabalhos científicas ou evidencias diretas consideramos que essa declaração é derivada de convicções pessoais, sem fundamento científico. Salmouras surgem nos meios geológicos como conseqüência de tempos de permanecia de águas no meio poroso maior que o tempo necessário para ocorrência das reações químicas de dissolução. No caso de águas em movimento, o tempo curto de permanência dificulta as reações químicas de dissolução. Por esta razão, as águas profundas em movimento no meio geológico apresentam salinidades relativamente menores. Na região de Foz do Amazonas há indícios de duas zonas de baixa salinidade. A primeira é situada relativamente próxima á área costeira e é decorrente da mistura de águas pluviais com a do mar. Apresenta altos teores de sedimentos em suspensão, transportados pelo Rio Amazonas. Na borda externa dessa zona os teores de sedimentos em suspensão são significativamente menores, apesar da presença de águas de baixa salinidade. Uma das hipóteses prováveis é a contribuição de fluxo subterrâneo nas porções mais distantes do talude continental. Apesar da declaração ao contrário os comentários dos parágrafos finais de CSVFF configuram como irresponsáveis no meio científico, pois não abordaram as questões científicas tratadas no trabalho de PH. Prof. Dr. Valiya M Hamza (ON/MCT)

Rita Redaelli, em 09/09/2011 - 22h49

Carta Aberta sobre o “Rio Hamza” Uma ideia subjetiva foi apresentada durante o 12º Congresso Internacional da Sociedade Brasileira de Geofísica, no Rio de Janeiro, e divulgada na mídia no mês de agosto de 2011: "abaixo do Rio Amazonas, no interior das rochas a 4.000 metros de profundidade, haveria um “rio subterrâneo” com 6.000 km de comprimento e 400 km de largura”. Tal trabalho seria apenas criticável no âmbito da ciência, se restrito aos círculos acadêmicos. No entanto, para surpresa da comunidade geológica, a comunicação, que estava restrita ao Congresso, foi enviada, provavelmente via release, a inúmeros veículos de divulgação científica e não científica. A divulgação de um resultado de pesquisa simplista, que usou dados concretos para chegar a conclusões improváveis, inclusive usando definições incorretas, prejudica a divulgação da ciência e desinforma o público. Proveniente de um grupo de pesquisa do Observatório Nacional, a informação correu mundo sob o nome "Rio Hamza", em alusão a um dos envolvidos na pesquisa. Entretanto, trata-se de uma conclusão precipitada de uma tese de doutorado baseada em dados indiretos - medidas de temperaturas de poços para petróleo perfurados a partir dos anos 1970. Além disso, a conclusão não foi avaliada por pesquisadores independentes e contém uma série de imprecisões de interpretação e de linguagem, ferindo conceitos arraigados nas Geociências. O rio Amazonas atravessa, de oeste para leste, sucessivamente cinco grandes bacias sedimentares, denominadas Acre, Solimões, Amazonas, Marajó e Foz do Amazonas. Em geologia, “bacia sedimentar” significa uma depressão que, ao longo do tempo, recebe diferentes materiais sedimentares (areia, lama, etc) de uma ou mais fontes. Essas bacias estão preenchidas por uma sucessão de camadas de rochas sedimentares com milhares de metros de espessura. Quando porosas, as rochas contêm água subterrânea, situação comum em bacias sedimentares. Se, além de porosas, as rochas forem permeáveis (os poros interconectados), em geral há fluxo de água subterrânea, normalmente com velocidades medidas em cm/ano. A situação também é normal em bacias sedimentares e os diversos aquíferos das bacias atravessadas pelo Rio Amazonas são conhecidos e vem sendo estudados há tempos pelos geólogos brasileiros. Uma explicação aceita pela ciência geológica brasileira é de que o “Rio Hamza”, “descoberto” pelos geofísicos do Observatório Nacional, não é um rio, mas um possível fluxo muito lento no interior de um aquífero formado por rochas sedimentares porosas e permeáveis. Mesmo como figura de linguagem, o termo “rio subterrâneo” utilizado por aqueles pesquisadores está absolutamente incorreto para o caso em questão, visto que esse termo é usado, e apenas com cautela, nas situações em que águas fluem através de cavernas. A água não é doce – a essa profundidade trata-se de uma água supersaturada em sais solúveis, ou seja, uma salmoura. Não está comprovada a continuidade do aquífero profundo por 6.000 km, nem se faz ideia se há descarga de suas águas para outras bacias sedimentares próximas. É uma temeridade afirmar, como se fez na Tese em debate, que a água deste aquífero exerceria alguma influência na salinidade de águas marinhas próximo à foz do atual rio Amazonas. A existência de “bolsões de água doce” no Oceano Atlântico próximo deve-se à tremenda descarga do Rio Amazonas, cujas águas invadem o mar por muitos quilômetros desde sua foz. A forma equivocada de divulgação de resultados de pesquisa, ainda preliminares, abala a credibilidade da pesquisa brasileira, como neste caso, em que a “descoberta” de um falso "rio subterrâneo" foi alardeada de maneira precipitada e sensacionalista. Os signatários desta carta aberta vêm, de forma responsável, contestar as conclusões tomadas como certas, mas que na verdade carecem de qualquer sentido técnico à luz da ciência geológica que se pratica no Brasil e no mundo. Prof. Dr. Celso Dal Ré Carneiro (UNICAMP) Prof. Dr. Eduardo Salamuni (UFPR) Prof. Dr. Luiz Ferreira Vaz (UNICAMP) Prof. Dr. Heinrich Theodor Frank (UFRGS) Apoio: Federação Brasileira de Geólogos - FEBRAGEO

Rita, em 02/09/2011 - 23h59

Sobre o “Rio Hamza” A velocidade de deslocamento desse “rio” é, de acordo com os pesquisadores, 0,000003 m/s – ora, isso é praticamente zero, como poderiam chamá-lo de rio? isso demonstra nenhum conhecimento de hidrologia, geologia, geografia… Não existe rio algum, e sim um extenso aquífero (rochas porosas e permeáveis contendo água), já bem conhecido pelos geólogos brasileiros, chamado Aquifero Alter-do-Chão (pode ser achado no Google). Este aquifero tem seus primeiros 500 m de agua doce, abaixo disso a água se torna salgada. Suas águas não tem ligação, em profundidade, com o Oceano Atlântico, porque existe uma barreira geológica entre os dois. Águas subterrâneas ocorrem em quase todos os terrenos (aquíferos locais) e seu aproveitamento é feito quando a água é escassa em superfície. No Peru ou em qualquer outro lugar. Dizer que é os peruanos utilizam água do “Rio Hamza”, é um pouco de delírio. Os bolsões de água doce no Oceano Atlântico são devidos à formidável descarga do Rio Amazonas, obviamente... Os geólogos da Petrobrás já pesquisaram toda a geologia (incluindo as águas subterrâneas), do sub-solo da Amazônia, e, aparentemente, os pesquisadores do ON não levaram em conta esse conhecimento. Resolveram reinventar a roda… quadrada… Acredito que eles sejam sumidades em suas áreas de estudo, mas de hidrogeologia não entendem nada. Rita Redaelli, Geóloga Rio de Janeiro

 
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