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O Estado do Pantanal - 02/08/2008 - 07h54

OIE já publicou recondução de status de MS




Por Notícias.MS

         Campo Grande (MS) - O site da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) traz em sua última atualização, datada de hoje (1º) o reconhecimento de Mato Grosso do Sul como livre de febre aftosa com vacinação. Conforme registra o “Status Sanitário Oficial”, em conformidade com a Resolução No. XXII da 76.ª Sessão Geral, intitulado "Atualização procedimentos de reconhecimento oficial e à manutenção de determinados status zoosanitário", declarou que o Mato Grosso do Sul recuperou o status de zona livre de febre aftosa, onde é praticada a vacinação a partir de 29 de julho de 2008.

      A nota pondera ainda que “ausência de febre aftosa em Mato Grosso do Sul foi feita após um intenso processo de consulta e que é também um resultado das missões da OIE, peritos que viajaram em 2006 e 2007 para os países do Mercosul. Está prevista uma outra missão de peritos da OIE em novembro de 2008, para controlar se os vários países satisfazem as exigências da OIE para manter o seu status zoosanitário no que diz respeito à febre aftosa”.

 

     Única autoridade brasileira a acompanhar na capital francesa a reunião da Comissão Científica da OIE, a secretária de Desenvolvimento Agrário, Produção, Indústria, Comércio e Turismo (Seprotur), Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias retornou ao Estado na manhã dessa sexta-feira (1º). Satisfeita pelo trabalho cumprido, ela ressaltou durante entrevista a imprensa na capital que as ações de defesa sanitária serão contínuas e confirmou que em novembro próximo uma missão de técnicos da OIE virá ao Estado.

 

 

      A seguir, a entrevista completa dada pela secretária:

  

     “Agora a preocupação é a continuidade dos serviços e das ações. Em novembro nós teremos a OIE aqui para comprovar o que nós fomos lá dizer. Então, o serviço tem que continuar com a melhor qualidade possível porque agora a responsabilidade para Mato Grosso do Sul é muito grande. Eles vêm aqui comprovar os nossos trabalhos e disso depende a manutenção do Brasil. Mato Grosso do Sul, como nos sabemos, tem essa importância porque tem uma grande fronteira. A mesma harmonização que conseguimos com o Paraguai vamos buscar com a Bolívia; isso é uma preocupação dos europeus que tem que ser sanada. O trabalho vai se iniciar com a extensão da Zona de Alta Vigilância (ZAV) até a divisa com a Bolívia. Vamos então procurar as autoridades sanitárias bolivianas e manter um diálogo com eles e, assim como no Paraguai, realizaremos um bom trabalho em conjunto com os produtores e o governo daquele país. Sempre tivemos uma relação muito boa com a Bolívia, vamos agora retomar essa condição, pois precisamos trabalhar como uma região, não mais como estado ou área, afinal a preocupação da OIE é com a região América do Sul “baixa”. Obter o certificado com a União Européia não vai ser difícil afinal, se for como aconteceu com São Paulo, Paraná e Mato Grosso, o reconhecimento deve vir em seguida, é praticamente automático. Acredito que Mato Grosso do Sul também terá esse certificado, pois não tenho dúvida de que o Estado – talvez por causa do sofrimento, do problema que aqui foi instalado – tem hoje a melhor sanidade do Brasil. Tenho a certeza que o grupo “ad hoc” [encarregado de avaliar o status dos países em relação à febre aftosa], que a Comissão Científica da OIE sabe disso. O que precisamos agora é dar continuidade, por que esse trabalho não tem começo e fim, ele é contínuo e tem que ser aprimorado cada vez mais. Então a União Européia é conseqüência disso. Porém, a rastreabilidade é um ponto que eles não abrem mão. Com a publicação do resultado da reunião no site da OIE [a última atualização do site é datada de hoje], já podemos considerar que Mato Grosso do Sul está habilitado pela OIE. Agora é uma questão de vir a União Européia, que será o próximo trabalho a ser feito. Acompanhar a reunião [que ocorreu a portas fechadas] como representante do Estado foi importante, pois ficou claro o interesse e a preocupação do Estado. A presença também foi importante para sabermos das notícias, do que estava ocorrendo, mostrar que o Estado estava lá se precisasse de alguma resposta. Ainda que com esse resultado, temos que tomar muito cuidado. O mercado europeu está desaquecido, pois há uma recessão acontecendo com diversos produtos. É a crise americana que chegou à Europa também. Agora, nossa carne é muito importante para alguns mercados, como é o caso do mercado italiano, que precisa da carne brasileira. Com essa liberação é possível aquecer o setor entrando um pouco da carne de Mato Grosso do Sul para esses mercados específicos. Mercado é mercado, mas se nós tivermos um bom trabalho, uma boa sanidade, o Mato Grosso do Sul tem carne de qualidade e isso faz a diferença. A cautela em divulgar a recondução de status do Estado deveu-se ao fato de ser uma informação oficial e nesse caso o Ministério da Agricultura (Mapa) é o órgão oficial que recebe a informação. Nós fizemos as ações e o Ministério é quem comunica. Fizemos um bom trabalho e é este o motivo da minha alegria, da minha satisfação. Com a ajuda de todos os produtores rurais, principalmente os da fronteira, conseguimos viabilizar a ZAV. A concretização de todas as ações pesou muito. Temos pela frente mais de 160 países que fazem parte da OIE e que agora podem comprar carne de Mato Grosso do Sul. O importante neste momento é alcançar mercados que estejam pagando bem pela nossa carne. Hoje, um mercado muito importante que já acessamos, mas que pode ser aquecido, é o Irã e o Iraque, por exemplo, pois embora importem em menor quantidade são os que pagam melhor. Atualmente Mato Grosso do Sul tem mantém parceria comercial com 36 mercados, incluindo a Rússia – que abriu mercado antes mesmo do reconhecimento da OIE. Quanto à certificação da União Européia - o governador tem a expectativa de que até o final do ano o Estado seja certificado – há uma pré-agenda de visita que deve ocorrer, provavelmente, em outubro. A União Européia visa, exclusivamente, a rastreabilidade”. 

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