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Emprego - 12/08/2011 - 09h05

Aumentando o emprego, aumentava a renda e, hoje, conseguimos um novo protagonista na vida econômica e social do País: a nova classe média




Por Redação Pantanal News/Governo Federal

Em entrevista ao programa Bom Dia Ministro desta quinta-feira (11) , o ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Moreira Franco, falou sobre as políticas que promoveram a ampliação da classe média. Leia abaixo trechos da entrevista, editada pelo Em Questão.

São 30 milhões de brasileiros que entraram no mercado de consumo, que colocam no mercado em torno de R$ 100 bilhões, que estão consumindo educação, eletrodomésticos, casa própria e, sobretudo, estão tendo certeza de que se melhorar a qualificação profissional, vai, certamente, garantir um espaço melhor no mercado de trabalho. Esta nova classe média, precisa ser preservada. O Brasil está crescendo e, ao mesmo tempo, distribuindo renda. Com isso, fez com que a renda das classes mais pobres subisse 10% e a renda dos mais ricos, 1%. Diminuímos a desigualdade social, e esse ambiente gerou uma confiança muito grande. Essa confiança fez com que as pessoas tivessem o estímulo de ir ao crédito, e se colocou, por intermédio, também, de uma decisão de política econômica, mecanismos que aumentaram a oferta de crédito no mercado. As pessoas tinham confiança no futuro, podiam pensar em organizar as suas vidas, passaram a consumir e, na medida em que consumiam, esvaziavam as prateleiras. As prateleiras vazias exigiam que se enchesse, a produção aumentava; a produção aumentando, aumentava o emprego. Aumentando o emprego, aumentava a renda e a roda girou a ponto de, hoje, conseguirmos um novo protagonista na vida econômica e social do País, que é a nova classe média.

Crise econômica

A presidenta Dilma e todos os membros do governo têm o compromisso de evitar que os ganhos que esses brasileiros tiveram sejam perdidos. Estamos fazendo o acompanhamento da situação econômica internacional, os possíveis efeitos que pode provocar no País e, ao mesmo tempo, vendo como, as medidas concretas que devemos tomar para que a nova classe média não retorne à situação anterior e mantenha a mobilidade que conseguiu nos últimos dez anos. Algumas medidas estão sendo negociadas e estamos chamando vários ministérios para participar desse esforço de desenhar políticas públicas para garantir essa trava, que evite o retorno da nova classe média à situação anterior. Dentro de pouco tempo, vamos apresentar à presidenta Dilma algumas soluções que serão adequadas à realidade concreta.

Inflação

Os economistas brasileiros, sobretudo depois que conseguimos controlar a inflação, partem sempre de um conceito econômico, de que inflação se combate com a diminuição do consumo. Todas as vezes que há ameaça de retorno da inflação, eles imediatamente entram com aumento de juro. O objetivo deles é exatamente diminuir o consumo, porque partem do pressuposto de que o efeito imediato é pressionar a queda dos preços. Começamos a colocar uma outra perspectiva: o conceito de que é preciso aumentar a produtividade. Aumentar a produtividade significa melhorar a qualificação profissional, fazer com que as empresas consigam produzir, no mesmo período de tempo, mais e a preços menores. Consequentemente, vai provocar uma baixa de preço, pelo aumento de produtos colocados no mercado e, ao mesmo tempo, não vai provocar desemprego, queda da produção e a economia gira com um desempenho muito maior. 

Impostos e equidade fiscal

Quem é que garante mais receita para os poderes públicos? No Brasil, é o pobre: 48% do orçamento dos mais pobres, hoje, está sendo dedicado para pagamentos de taxas e impostos. É o ICMS que mais penaliza, porque é um imposto indireto. Todo mundo paga, e paga igual, e não sabe que está pagando. As pessoas, algumas vezes, acham que não pagam imposto, porque não pagam o Imposto de Renda, mas o IR é o mais irrelevante; o que é relevante é o imposto que você paga no arroz, no feijão, na água, no telefone, na eletricidade. Vamos produzir, no Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, um conjunto de propostas, para encaminhar ao governo. E acho que mais do que encaminhar ao governo, precisamos encaminhar à sociedade, porque é preciso que se faça uma ampla campanha no Brasil. Consulta pública, debates, discussões e mobilização da sociedade civil para discutir a equidade fiscal.

O programa é transmitido ao vivo pela TV NBR e pode ser acompanhado na página da Secretaria de Imprensa da Presidência da República (www.imprensa.planalto.gov.br).

 

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