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O Estado do Pantanal - 01/08/2008 - 15h22

União Européia deve vir a MS em outubro, diz Tereza Cristina




Por Magda Tebcharani/Notícias MS

Campo Grande (MS) – Além da vitória de Mato Grosso do Sul com a certificação de área livre de aftosa com vacinação pela Organização Mundial de Sanidade Animal (OIE), a secretária de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo (Seprotur), Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias, desembarcou hoje (1º) no Aeroporto Internacional de Campo Grande, trazendo a notícia que, provavelmente, em outubro, técnicos da União Européia venham avaliar as condições sanitárias do Estado. “Acredito que a certificação da União Européia será quase que automática; se for como aconteceu com São Paulo, Paraná e Mato Grosso não será difícil, deve ser uma conseqüência”, afirma.  

 

Em entrevista coletiva, a secretária ressaltou a importância da continuidade das ações sanitárias e revelou que, em novembro, equipe da OIE chega ao Estado para comprovar o trabalho desenvolvido em Mato Grosso do Sul. “Temos, com certeza, a melhor sanidade animal do Brasil. Agora, a responsabilidade do Estado é muito grande. Por ser uma região de fronteira, a harmonia com o Paraguai é cada vez mais importante”, destaca Tereza Cristina, referindo-se à Zona de Alta Vigilância (ZAV).

 

Outra novidade é a implantação de uma ZAV também com a divisa com a Bolívia. “Já estamos procurado as autoridades sanitárias bolivianas para manter um diálogo com eles, com objetivo de realizar um bom trabalho, como estamos fazendo com o Paraguai. Tem que ter uma sensibilização do governo boliviano. Precisamos trabalhar como região, não como Estado, como área, enfim, a preocupação é com a América do Sul”, explica a secretária. Ela lembra que, diferente do Paraguai, grande parte da fronteira com a Bolívia é de rio. “Vamos ter que fazer um monitoramento através da água”, conclui.

 

Para Tereza Cristina, o aquecimento do mercado interno está ocorrendo pela questão de oferta e procura e não somente pelo certificado da OIE e a possibilidade de certificação da União Européia. “Temos que tomar muito cuidado, o mercado europeu está desaquecido por causa de uma recessão, não só com carne de boi, mas também frango e peixe, reflexo da crise americana que chegou à Europa”, conta.

 

Com a certificação da OIE, conforme a secretária, 163 paises poderão comprar carne de Mato Grosso do Sul. Mas, continua Tereza Cristina, o mais importante, nesse momento, é alcançar mercados que pagam um preço mais alto pela arroba do boi. “Estamos vendendo para alguns mercados que podem ser aquecidos, como o Irã e a Rússia. Mas o principal é a Europa, já que os 27 países da Comunidade Européia são os que pagam melhor. Esses paises importam uma quantidade menor, mas o preço é bem maior que outros mercados”, avalia.

 

De acordo com a secretária, atualmente Mato Grosso do Sul exporta carne para 36 mercados. “Nossa carne é muito importante para alguns mercados, como o italiano. O mercado italiano precisa da carne brasileira, essa liberação também pode aquecer a entrada de carne do Estado para esses mercados específicos. Mato Grosso do Sul tem uma carne de qualidade e isso faz a diferença”, finaliza Tereza Cristina.

 

Expectativa

 

A secretária foi recepcionada no aeroporto por várias autoridades do segmento do agronegócio, da indústria e do comércio. Ao cumprimentar Tereza Cristina, o presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul (Acrissul), Laucídio Coelho Neto, lembrou que Mato Grosso do Sul tem a pecuária voltada para a exportação e o corte abrupto, com o foco de febre aftosa, teve um grande transtorno comercial, queda de preço e readequação de clientes. “Temos que voltar e o marco inicial é o certificado. Isso possibilitará a reconquista do mercado, que irá acontecer aos poucos. Acreditamos que na próxima safra, em novembro, dará tempo para a indústria se readequar e teremos uma safra comercialmente normal”, avalia.

 

         Para o presidente da Federação das Indústrias de Mato Grosso do Sul (Fiems), Sérgio Longen, com a certificação da OIE, as indústrias frigoríficas poderão planejar os trabalhos. “É uma notícia que esperávamos há muito tempo, é uma vitória do governo do Estado, em especial, do governador André Puccinelli”, afirma.

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