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Brasil - 17/06/2011 - 10h37

No Brasil Sem Miséria, assistência social será estratégica






Ban Ki-Moon e Tereza Campello: Brasil quer parceria da ONU para intercâmbio de políticas sociais com outros países
Por Redação Pantanal News/MDS

Plano é detalhado a prefeitos do Rio de Janeiro, aos integrantes do Conselho Nacional de Assistência Social, a participantes de seminário internacional e ao secretário geral da ONU

O Plano Brasil Sem Miséria foi apresentado pela ministra do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, Tereza Campello, a 92 prefeitos do estado do Rio de Janeiro nesta quarta-feira (15). Ela destacou as estratégias para a busca ativa da população em extrema pobreza, tanto para incluí-las em programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, quanto para qualificação profissional e atendimento pela rede de assistência social. "A miséria é multidimensional. Então, temos de ofertar um conjunto de ações que atendam as vulnerabilidades da população em extrema pobreza. A atuação dos municípios é estratégica para a execução do Plano Brasil Sem Miséria", destaca Tereza Campello.

Uma das novidades do Plano Brasil Sem Miséria é que o Estado irá ao encontro dos 16,2 milhões de brasileiros em situação de extrema pobreza – e não o contrário. Na estratégia da busca ativa, equipes de profissionais farão uma procura minuciosa em cada área de atuação, com o objetivo de localizar, cadastrar e incluir nos programas sociais as famílias nessa condição. Também vão identificar os serviços existentes e a necessidade de criar novas ações para que essa população possa acessar seus direitos. A sociedade deve ajudar nessa iniciativa, indicando onde há indivíduos que necessitem da atenção do Estado.

Além da ministra, participaram do evento a secretária nacional de Assistência Social do MDS, Denise Colin, o governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral, o vice-governador, Luiz Fernando de Souza Pezão, e o secretário de Estado de Assistência Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves.

Na ocasião, os prefeitos assinaram termo de compromisso com o Pacto de Gestão do Sistema Único de Assistência Social (Suas) no Rio de Janeiro, no intuito de fortalecer e aprimorar programas e serviços socioassistenciais fundamentais para a melhoria da qualidade de vida da população.

ONU – Na sexta-feira (17), a ministra Tereza Campello recebeu
  o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-Moon e apresentou o Plano Brasil Sem Miséria. O governo quer que a ONU contribua na parceria com outros países no campo das políticas sociais.

CNAS – O Plano Brasil Sem Miséria também foi apresentado pela secretária extraordinária de Erradicação da Extrema Pobreza do MDS, Ana Fonseca, aos integrantes do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) na quarta-feira (15). "Os Centros de Referência e os Especializados de Assistência Social (Cras e Creas) representam importante meio de acesso das famílias que estão em extrema pobreza. Por isso, a assistência social ocupa papel estratégico no plano", afirmou. Ela destacou, ainda, a busca ativa como uma das principais ações da estratégia.

Para o presidente do Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS), Carlos Ferrari, o plano representa grande desafio. "O Brasil mudou. Conseguimos tirar da pobreza milhões de pessoas e queremos, agora , transformar a vida de outras tantas e até mesmo a economia do País", disse.

Participação – Durante seminário internacional ocorrido na quarta-feira (15), em Brasília, a sociedade civil foi chamada a ter participação de destaque nos planos Brasil Sem Miséria e DF Sem Miséria. Para o secretário executivo do MDS, Rômulo Paes, o Estado necessita do engajamento das entidades representativas para obter pleno êxito. "Igrejas, associações, sindicatos, famílias, todos estão convidados a participar desse grande esforço de superação da extrema pobreza", destacou.

Também presente ao seminário internacional O Desenvolvimento Humano de Brasília e os Objetivos do Milênio, a secretária de Desenvolvimento Social e Transferência de Renda do Distrito Federal, Arlete Sampaio, enfatizou que os planos nacional e local devem ultrapassar os limites dos governos. "A participação da sociedade civil é fundamental", avaliou.
 

 

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Comentários
DIOGENES , em 14/09/2011 - 19h04

O POVO PRECISA É DE SALÁRIO DESCENTE PARA VIVER, NÃO DE ESMOLA DE COVENIENCIA ELEITORERA, COMO BOLSA FAMILIA, BOLSA ESCOLA CHEQUE CIDADÃO VALA GAZ TUDO ISSO JUNTO SÃO NA VERDADE MANTEDORES DOS MISERÁVEIS, QUE PARA DEIXARER DE SER ´PRESISÃM DE EDUCAÇÃO E SALÁRIO DIGNO QUE LHES GANRANTA A BOA EDUCAÇÃO , A CASA PRÓPRIA ,O LAZER, ALIMENTAÇÃO A SAÚDE E ISTO NÃO É NENHUM FAVOR E DEVER DO ESTADO E DIREITO CONSTITUCIONAL.

instituto memorial do araes IMAR, em 17/06/2011 - 16h32

Parabens pelo prgrama brasil sem miseria, aqui em matogrosso, apesar de ser um estado com invejavel movimentaçao economica em função do agronegocios e a concentraçao da opulencia em determinadas regiões e municipios, a miseria em função da má distribuição da renda, do atendimento precario de serviços como educação, saude segurança e outros por parte do estado o indice de pobreza se for medido com parametros sociais possivelmente sera bastante significativo.Necessario se torna tambem uma politica de distribuição de renda começando pelo faturamento do agronegocio proveniente das exportações que não comtribui em nada com a população do estado e sim com a acumulação da renda. É interessante pensar nisto. Obrigado EDSON MIRANDA PRESIDENTE DO IMAR INSTITUTO MEMORIAL DO ARAES Cuiaba MT

 
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