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Antidrogas - 24/03/2011 - 14h09

"A questão do crack é uma prioridade para o governo”




Por Redação Pantanal News/Governo Federal

Em entrevista ao programa Bom Dia Ministro da última terça-feira (22), o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, destaca, entre outros assuntos, a política de enfrentamento ao crack e outras drogas e o Mapa da Violência. Leia abaixo trechos da entrevista, editada pelo Em Questão.

Crack

A questão do crack é uma prioridade para o governo. Porque atinge todo o território nacional, é profundamente danoso à saúde, e tem uma produção muito barata, o que favorece sua comercialização. Diante deste contexto, temos que fazer uma ação integrada. Atualmente, a Secretaria Nacional Antidrogas (Senad) veio para o Ministério da Justiça, e isso permite articular três tipos de políticas importantes no combate às drogas. A primeira é a política repressiva. É necessário entender que a questão do narcotráfico precisa ser objeto de repressão qualificada por estar vinculada com o crime organizado. Sabemos que o combate ao crime organizado exige uma articulação entre os governos federal, estadual e municipal. Procuramos desenvolver um aprofundamento do nosso plano de fronteiras, e criar uma integração com as polícias estaduais e governadores. Estamos desenhando uma ação do que já vem sendo feito no Policiamento Especializado de Fronteira (Pefron), desenvolvido ao longo do governo anterior, e no Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). 

Mas, não basta só a repressão. É preciso ter também a prevenção e o tratamento. A pesquisa que a Senad desenvolve, e que será divulgada em breve, é para nos orientar sobre o consumo do crack. Também buscamos desenvolver atividades de capacitação de profissionais para o tratamento dessas pessoas. Precisamos envolver a sociedade civil e outros órgãos governamentais nessa questão. Vamos agir em conjunto com o Ministério da Saúde, porque essa também é uma questão de saúde pública. 

Violência

Infelizmente, a questão dos homicídios tem atingido muito mais os jovens. O Mapa da Violência, divulgado pelo Ministério Público, mostra isso. Vamos recolocar a campanha do desarmamento, porque o número de homicídios cai em todo o País quando você realiza a campanha. Em segundo lugar, temos que combater o crime organizado vigiando melhor as fronteiras, sintonizando a Polícia Federal e as Forças Armadas com o Ministério da Defesa. Precisamos ter gabinetes integrados nas fronteiras, que articulem a Polícia Federal, a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Civil e a Polícia Militar dos estados, além da Receita Federal, porque ela age no estrangulamento financeiro das organizações criminosas. E também articular o serviço de inteligência, para que possamos mapear a ação dos grupos criminosos. Além disso, ter uma relação com os países de fronteira. Temos que ter colaboração com as polícias de outros países para que o serviço de inteligência realize ações integradas. Iremos à Bolívia desenvolver um conjunto de ações com o governo na perspectiva de integração, de aparelhamento comum do enfrentamento ao crime organizado e ao narcotráfico.

Trabalhamos também na construção de um sistema de informações que permita ao ministério ter um acompanhamento on-line da questão dos homicídios. Temos que fazer um diagnóstico que explique a elevação desses homicídios e ter políticas preventivas e repressivas. Planejamos ainda desenvolver unidades de proteção à vida, com presença policial, integração com a comunidade e possibilidade de investigações mais rápidas, com esclarecimentos mais focados nos homicídios. As cidades que têm um elevado nível de violência serão prioridade. 

Corrupção 

Não se consegue combater criminalidade, de forma eficaz, sem combater a corrupção policial. Esse é o ponto principal. O crime organizado pressupõe a conivência, ou até a participação de setores do estado para que possa florescer. Temos discutido com vários governadores para que possamos tomar algumas medidas importantes. Uma delas é que a polícia tenha órgãos de Corregedoria fortes, que fiquem pouco ligados às questões corporativas e tenham energia para desenvolver ações de enfrentamento à corrupção. Nessa perspectiva, o governo federal tem oferecido dois tipos de ações. A primeira delas, por meio da competência desenvolvida pela Polícia Federal, fornecer uma especialização de Corregedoria, com ações de preparação e capacitação desses órgãos. Fazer treinamentos com os estados, a partir de uma relação com o que foi desenvolvido pela Polícia Federal. Em segundo lugar, colocar a Polícia Federal para investigar eventuais situações delituosas, que exijam a presença de uma força policial externa àquela dos próprios estados.

 

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