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Meio ambiente - 01/03/2011 - 11h29

Primeiro centro nacional de pesquisas em pesca vai estudar espécies nativas






Por Redação Pantanal News/Governo Federal

O terreno de 990 mil metros quadrados que vai abrigar o primeiro Centro Nacional de Pesquisas em Pesca, Aquicultura e Sistemas Agrícolas está em fase de terraplanagem e arruamento. Localizado em Palmas (TO), a nova unidade da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) tem o objetivo de se tornar referência no setor, tendo como base o estudo e o desenvolvimento de espécies nativas de águas brasileiras. A expectativa é elevar a produção de pescado para 50 mil toneladas por ano.

O lançamento e a apresentação das futuras instalações foi realizado na última sexta-feira (25). A previsão é de que as dependências do centro, que vão somar ao todo 4,5 mil m² de área construída, estejam prontas até 2013. 

O núcleo também tem o objetivo de promover um salto tecnológico, com sustentabilidade da atividade, do ponto de vista econômico, social e ambiental e com geração de emprego e renda. 

O chefe geral da unidade da Embrapa, Carlos Magno Campos da Rocha, explica que as grandes vantagens da nova unidade são a localização escolhida para a instalação - que atende todas as necessidades de pesquisa - e o número de profissionais que vão trabalhar especificamente com a pesca e aquicultura. “Dos 90 servidores do centro, 30 são pesquisadores. Nosso objetivo é articular, catalisar e coordenar todas as pesquisas no setor, juntamente com outros órgãos e instituições”, afirma. 

A criação do centro havia sido prevista no texto da Lei 11.958, que criou o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) em 2009. 

Carlos Magno afirma que as primeiras pesquisas serão direcionadas para peixes da Bacia Amazônica, como o tambaqui, o pirarucu, o surubim, o tucunaré, o matrinxã e o piau. E os grupos de estudo vão se concentrar no melhoramento genético, na nutrição, na reprodução, na biopreservação, na sanidade dos peixes e nos sistemas de processamento agroindustrial.

Produção de pescado no Brasil aumenta 25% nos últimos oito anos 

A produção brasileira de pescado aumentou 25% nos últimos oito anos passando de 990.899 toneladas anuais para 1.240.813 no ano passado, de acordo com o MPA. Em 2008 e 2009, houve crescimento de 15,7%, em relação ao período de 2003 a 2007, sendo que a aquicultura apresentou uma elevação 43,8%, passando de 289.050 toneladas por ano para 415.649. A produção da pesca extrativa, tanto marítima quanto continental (rios e lagos) passou no mesmo período de 783.176 toneladas para 825.164 toneladas por ano no mesmo período, um aumento em torno de 5,4%.

A aquicultura teve um papel de destaque no crescimento da produção de pescado no País. Somente a piscicultura teve uma elevação de 60,2% em 2008 e 2009, na comparação com 2007. A criação de tilápia chegou a 132 mil toneladas por ano, sendo o carro chefe da produção aquícola e representa 39% do total de pescado cultivado.

A expectativa do MPA é de que a produção total de pescado atinja esse ano a meta de 1,43 milhão de toneladas, conforme previsto no plano “Mais Pesca e Aquicultura”, lançado pelo governo em 2008. De acordo com essas projeções, a aquicultura responderá por cerca de 570 mil toneladas/ano e a pesca extrativa, tanto marítima quanto continental, com cerca de 860 mil toneladas/ano.

Além do MPA, o Ministério da Educação (MEC) realiza a capacitação de pescadores. O Programa Nacional de Merenda Escolar (Pnae), que é responsável pela alimentação dos alunos do sistema público de ensino, poderá ser beneficiado com o aumento da produção de pescado, contribuindo para uma melhor aprendizagem e favorecendo a formação de bons hábitos alimentares em crianças e adolescentes.

Tocantins - O estado possui uma área de espelho d´água de aproximadamente 30 mil hectares, destacando-se os reservatórios do projeto Rio Formoso e de pequenas centrais hidroelétricas, nas quais a estrutura está praticamente pronta para ser explorada por atividades aquícolas, com baixo custo de implantação e de operação. 

Espécies estudadas

Tambaqui - Uma das espécies comerciais mais importantes da Amazônia por causa de sua carne saborosa. De cada cinco tambaquis consumidos no Amazonas, quatro são provenientes de cativeiro. A piscicultura garante o abastecimento e o preço baixo. Um exemplar pode alcançar até um metro e ter 40 quilos.

Pirarucu - É um dos maiores peixes de água doce do Brasil. Pode atingir dois metros e meio e seu peso pode ir até 80 quilos. Também é conhecido como o Bacalhau da Amazônia.

Surubim ou Cachara – Também é considerado um dos peixes de água doce de maior valor comercial. Apresentam carne saborosa, com baixo teor de gordura e ausência de espinhos, o que os tornam um produto com grandes possibilidades de exportação. A diminuição dos estoques naturais vem impulsionando sua produção em cativeiro. Pode alcançar mais de um metro de comprimento e 25 quilos. 

Tucunaré – Originário da Bacia amazônica, mas que pode ser encontrado em todo o Brasil. O peso fica entre três a dez quilos. Sua carne é de qualidade, considerada nobre e de paladar requintado.

Matrinxã – Vive nas Bacias Amazônica e Araguaia-Tocantins. Peixe apreciado pela população amazônica, mas com grande quantidade de espinhos. Está entre os cinco peixes de água doce mais utilizados comercialmente no Brasil e pode alcançar até cinco quilos.

Piau – Hoje essa espécie rompeu os limites de seu berço de origem (a Bacia Amazônica) e pode ser encontrada em pisciculturas e lagos de pesca de todos estados brasileiros, com exceção da região Sul. Também muito apreciado pelo sabor de sua carne. Pode chegar a pesar dois quilos.

 

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