especiais

seções

colunistas

blogs

enquete

Na sua opinião, o Pantanal já sente os efeitos do desmatamento?
Sim
Não
Não sei
Ver resultados

tempo

newsletter

receba nosso newsletters
   
Rádio Independente

expediente

Pantanal News ®
A notícia com velocidade, transparência e honestidade.

Diretora-Geral
Tereza Cristina Vaz
direcao@pantanalnews.com.br

Editor
Armando de Amorim Anache
armando@pantanalnews.com.br
jornalismo@pantanalnews.com.br

Webmaster
Jameson K. D. d'Amorim
webmaster@pantanalnews.com.br

Redação, administração e publicidade:
Aquidauana:
Rua 15 de Agosto, 98 B
Bairro Alto - CEP 79200-000,
Aquidauana, MS
Telefone/Fax (67) 3241-3788
redacao@pantanalnews.com.br

Escritório:
Corumbá:
Rua De Lamare, 1276 - Centro
CEP 79330-040, Corumbá, MS
Telefone: (67) 9235-0615
comercial@pantanalnews.com.br
pantanalnews4@terra.com.br

 
Internacional - 04/02/2011 - 11h09

Discussão sobre economia de países africanos deve ser destaque no Fórum Social Mundial de Dacar




Por Redação Pantanal News/Agência Brasil

As economias dos países africanos ao sul do Saara, em conjunto, devem crescer algo em torno de 5,5% este ano, prevê o Fundo Monetário Internacional (FMI). Para 2012, a previsão é de resultados parecidos (5,7%). Os dados constam do Relatório Global de Estabilidade Financeira e Previsões Econômicas e Financeiras para 2011.

O contexto econômico africano será debatido no Fórum Social Mundial (FSM), em Dacar, no Senegal, marcado para o período de 6 a 11 de fevereiro. “A recuperação econômica continua a fazer-se a um ritmo mais lento nas economias avançadas, e muito mais rápido nas economias emergentes”, disse o economista-chefe do FMI, Olivier Blanchard. O crescimento global está projetado para 4,4% em 2011 e 4,5% no próximo ano. Mas o conjunto dos países ricos deve crescer apenas 2,5% por ano até 2012.

A região depende fortemente da ajuda financeira dos países ricos. Um corte neste financiamento traria consequências na projeção de crescimento. Mas a perspectiva é boa, diz o FMI.

O crescimento subsaariano destaca-se também pelo fato de outras regiões terem sido mais severamente atingidas pela desaceleração dos últimos anos, forçada pela crise nascida nos países ricos. Mas há particularidades.

“Os principais fatores foram a minimização e diminuição do número de conflitos civis internos - que têm efeito devastador sobre a economia [além das questões humanas] – e um processo de escolha de políticas mais apropriadas”, afirma Victor Duarte Lledo – representante do FMI em Moçambique, em entrevista à Agência Brasil. “Boa parte desses países conseguiu controlar melhor a inflação, por meio de políticas fiscais mais sustentáveis”, completa Lledo.

De acordo com o representante do FMI, reformas importantes, “principalmente nos marcos regulatórios”, ainda precisam ser aceleradas, para sustentar esse crescimento no médio prazo. Segundo ele, também é preciso “aumentar o acesso ao crédito de pequenas e médias empresas e lidar com a questão de déficit de infraestruturas públicas, que são essenciais para complementar o investimento privado.”

O pesquisador Dipac Jaiantilal diz ser um começo. “Algumas reformas que foram feitas nos países africanos têm sido muito positivas. A procura dos investidores externos tem sido grande. E há um take off de alguns países, que saíram de um período de guerra - como Moçambique e Angola –, e que ajudam no crescimento de África."

Jaiantilal afirma que, no entanto, ainda é difícil sentir a divisão dessa nova riqueza. “Na maioria dos casos, o crescimento tem sido muito concentrado, com poucos empregos e poucas grandes empresas. A base social de benefício desse crescimento é muito reduzida.”

“Veja o caso de Moçambique”, destaca o pesquisador, doutor em economia e coordenador do Instituto de Investigação Cruzeiro do Sul, de Maputo.“Não houve de redução da pobreza significativa, embora o crescimento tenha sido elevado, a taxa de média de 8% a 9%. Ainda há muito que fazer no campo de distributivo e redistributivo”, acredita.

Para dividir melhor a riqueza, Victor Duarte Lledo cita como exemplo o que o ocorreu no Sudeste da Ásia. “Eles voltaram-se para exportação, por meio de reformas no ambiente de negócios, comércio, financiamento de pequenas e médias empresas.” Mas, segundo ele, já há algum avanço na redução da pobreza em países como a Uganda e a Etiópia.

Boa parte da África depende economicamente da exploração de recursos minerais, por isso o representante do FMI acredita que a atenção ao setor precisa ser maior. “É um grande benefício potencial, mas tem gerado problemas de governança, às vezes de competitividade. É preciso taxar o setor de forma apropriada, para que esse dinheiro possa financiar o combate aos déficits que eles tenham, com sistema de orçamento transparente”.

 

Siga as notícias do Portal Pantanal News no Twitter:
www.twitter.com/PantanalNews

Compartilhe


Deixe o seu comentário

Todos os campos obrigatórios. Seu e-mail não será publicado.

Nome:

E-mail:

Seu comentário:
Sistema antispam

Digite aqui o código acima para confirmar:


 


Comentários
 
Últimas notícias do canal
08/01/2018 - 07h50
Cachorrinha reencontra donos após ser capturada por águia nos EUA
24/10/2017 - 11h16
Em Assunção, Ruiter expõe desafios e oportunidades para viabilidade de hidrovia
14/09/2017 - 10h45
Raras girafas brancas são observadas em parque no Quênia
11/09/2017 - 14h23
Distantes, moradores de MS vivem angústia com parentes nos EUA
08/09/2017 - 07h10
Aquidauanense que mora no Texas relata desespero com furacão
 
Últimas notícias do site
16/01/2018 - 15h43
Secretaria disponibiliza 80 mil doses de vacina contra febre amarela em MS
16/01/2018 - 14h30
Obra de qualidade é uma das marcas do Governo, diz Rose depois de visitar Corumbá
16/01/2018 - 10h30
Ipê-roxo é primeira árvore do Cerrado a ter genoma sequenciado
16/01/2018 - 08h40
Rebanho de MS cresceu para 21.8 milhões de cabeças de gado em 2017, diz Iagro
16/01/2018 - 08h34
Prefeitura de Corumbá implanta ponto eletrônico
 

88

ZAP NOVO
Untitled Document
 ® 2009  

CPN - Central Pantaneira de Notícias
PantanalNEWS - Marca registrada 1998-2009
Todos os direitos reservados.