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Artigos - 07/12/2010 - 15h05

Uma Intentona que nunca mais deverá acontecer!




Por Hiram Reis e Silva

“Sabemos que as Forças Armadas são o último anteparo à implantação do comunismo no Brasil, estando prontas para cumprir, com devotamento e patriotismo, a missão constitucional de manter a nossa soberania, Forças Armadas essas que deixaram como principal legado a democracia, impedindo a instalação dessa ideologia totalitária em 1935, 1964 e início dos anos 70. E permanecem alertas para impedir mais essa recente investida para comunizar o nosso País!”. (Editorial do Jornal Inconfidência)

O Jornal Inconfidência reporta numa Edição Histórica, com muita competência, as três malfadadas tentativas, dos comunistas de outrora, de implantar no nosso país uma “democracia” capitaneada pelos soviéticos. Os inocentes úteis do passado e os mal informados jovens e adultos de hoje são manipulados ideologicamente e os fatos históricos alterados para justificar as funestas ações de guerrilheiros sanguinários. A história é recontada transformando em idealistas militantes, cruéis e despojados de qualquer sentimento de honra. Para eles o fim justificava os meios e a morte de inocentes era considerada um mero “efeito colateral”.

No aniversário da Intentona de 35 é importante continuar vigilante para que os inimigos instalados, acobertados e apoiados pelo governo atual saibam que as Legiões estarão sempre prontas para cumprir sua missão constitucional, custe o que custar. Parabéns ao seu editor Coronel Carlos Cláudio Miguez pela coragem.

- Editorial do Jornal Inconfidência

“No início da década de 1960, no auge da guerra fria, a Nação sente-se ameaçada pela falta de autoridade, inflação em alta, greves constantes da CGT, saques, agitações no campo (MST de hoje), tentativas de quebra da hierarquia e da disciplina nas Forças Armadas e percebe a revolução comuno-sindicalista iminente. Em 31 de março de 1964, Minas Gerais, representando os sentimentos patrióticos e espontâneos da população brasileira, atendendo ao clamor popular, com o governo estadual e a Polícia Militar, apóia a contra-revolução iniciada pela 4ª RM (Juiz de Fora) e ID/4 (Belo Horizonte). Marcharam para o Rio e Brasília, sem encontrar qualquer resistência. A adesão foi total e pela segunda vez os comunistas são derrotados, sem qualquer vítima. No Rio, a Marcha da Família com Deus pela Liberdade reúne um milhão de pessoas em homenagem às Forças Armadas. Impedidos de conquistar o poder, os derrotados de 1964 formam grupos subversivos treinados em Cuba, China e URSS, que têm por finalidade a implantação de um regime comunista. Perpetram atos de terrorismo, sequestros de diplomatas e de aviões, assaltos a bancos, "justiçamentos", assassinatos, atentados com bomba e ações de guerrilha urbana e rural. No início da década de 1970 são derrotados pela terceira vez!!”

- ORDEM DO DIA - 27 DE NOVEMBRO de 2001 - LEMBRAI-VOS DE 35!

General de Exército Gleuber Vieira, Brasília, 27 de novembro de 2001, Comandante do Exército

“Há na Praia Vermelha, na cidade do Rio de Janeiro, um monumento votivo edificado em memória dos mortos da conhecida Intentona Comunista de 1935. Diante dele, todos os anos, democratas se postam em sinal de respeito, com a esperança de que tempos fatídicos de revoluções totalitárias nunca mais tenham lugar entre nós. Essas atitudes mórbidas e tresloucadas que, 66 anos atrás, levaram ao derramamento de sangue de inocentes em quartéis do Exército, no Nordeste e no Rio de Janeiro, são apenas sombras indesejáveis em nossa História, coisas que o tempo dissolverá por completo.

Nem por isso, no entanto, deixarão de ser lamentáveis, porque contrapõem-se à idéia de liberdade e democracia. A insurreição de 35, como bem recordamos, teve envolvimento de militares contaminados pela doutrina comunista que alguns

desejavam impor ao Brasil. Começou em Natal, com a participação de graduados e soldados e de quase 300 homens da guarda civil. Os rebeldes sujeitaram a cidade, durante quatro dias, à violência e ao saque de estabelecimentos bancários e comerciais. Tropas do então 20º Batalhão de Caçadores, de Alagoas, e da polícia da Paraíba os contiveram e restabeleceram a ordem.

Em Pernambuco, revoltosos civis, reforçados por oficiais e praças equivocados, encarregaram-se das atrocidades. Durante dois dias, combates violentos foram travados em vários pontos do estado, sem que os rebelados lograssem entrar em Recife. Duas unidades do Exército e a polícia bloquearam-lhes a passagem e puseram fim à rebelião.

No Rio de Janeiro, as proporções do movimento foram mais amplas e cruéis, tendo sido deflagrado, simultaneamente, no 3º Regimento de Infantaria, na Praia

Vermelha; no 2º Regimento de Infantaria e no Batalhão de Comunicações, na Vila Militar; e na Escola de Aviação, no Campo dos Afonsos. Os amotinados, companheiros de véspera, feriram e mataram indiscriminadamente, tentando expandir a rebelião a todo custo. Esbarraram na mais férrea resistência das forças legalistas. E perderam a luta.

Não foi essa a última tentativa desses radicais de conquistar o poder para estabelecer uma tirania no Brasil. Nas décadas seguintes, tentaram novamente. O Exército viu-se compelido a contrapor-se a eles, vencendo-os em combates de rua e em selvas inóspitas, mesmo experimentando o desgaste de um conflito prolongado.

Não apenas os derrotou, mas ajudou também a desenvolver o País. Quase ao final do século passado, o tempo se encarregou de mostrar ao mundo a decadência do comunismo, aniquilado por suas próprias contradições, por seus inúmeros erros, por sua violência exacerbada, por milhões de mortos que impuseram à humanidade. Sessenta e seis anos depois daquele trágico novembro, os quartéis do Exército Brasileiro param, por alguns momentos, para refletir sobre essa página negra de nossa História. Estamos convencidos, mais do que nunca, que nossa luta não foi em vão, e que estivemos ao lado da sociedade brasileira todas as vezes em que esta, em sua maioria, rejeitou o radicalismo, a desordem e o terror”.

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional
Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br
E–mail: hiramrs@terra.com.br

 
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