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Artigos - 06/09/2010 - 07h53

Esforço Mancomunado




Por Bruno Peron Loureiro

As propostas de desenvolvimento e modernização no Brasil e nos países de mesma categoria de subdesenvolvimento enfrentam-se com a dificuldade de identificar o "certo" e "errado", a "determinação" e "aposta", ou o "melhor" e "pior". O que é viável para uns soa absurdo para outros.

Por isso, a elasticidade de sai PSDB e entra PT, sai PT e entra PSDB, sai PSDB e entra PT ad infinitum é tão infrutífera quanto nociva para o andamento da carruagem tupinica. Os partidos políticos menores afortunadamente sobrevivem diante do critério bestial para o voto de confiança da média dos eleitores e da capacidade esmagadora dos grandes de investir mais em qualquer tipo de publicidade.

Quando se acredita que os exploradores ou os vilões são os patrões, logo se descobre que houve engano porque os atores das mazelas podem ser os funcionários, os subordinados, os cidadãos ou o próprio governo no país onde "todos querem tirar o seu" a qualquer custo e sem se importar se a vida está em jogo.

A escolha de investimentos no transporte rodoviário - e por que não mencionar o abuso do valor e número dos pedágios nos estados supostamente mais desenvolvidos e modernos - demonstra a negligência das ferrovias e hidrovias, que seriam mais baratas e inteligentes para qualquer nação que se diz em busca do desenvolvimento sustentável.

Numa tendência contrária a este conceito, o novo ponto eletrônico exigido das empresas para o controle de entrada e saída de funcionários passa a gastar bobinas de papel e atirar no lixo todo o investimento anterior, árduo de conquistar para milhões de empreendedores. A medida surgiu como resposta, porém, à insistência da fraude, tão habituada no modus operandi deste país.

A opção dos pedágios tem fomentado a lucratividade de empresas que se aproveitam de concessões rodoviárias. Para citar outro caso de concentração, a fusão entre a empresa aérea tupinica TAM e a chilena LAN transforma dois grandes em titãs e obscurece o princípio de livre concorrência no setor.

Por falar em mercado emancipado, não consinto com a visão otimista da Câmara Brasileira do Livro (CBL) sobre a redução de preços de algumas categorias de livros, como didáticos e religiosos. Embora se exponha um estudo fundamentado em dados, que indica também o aumento da produção, o livro continua muito caro no Brasil, tem pouco incentivo governamental e ainda se lê pouco por aqui.

A luta pela difusão do hábito de leitura continua, porém. O investimento em bibliotecas públicas deveria aumentar assim como o subsídio ao uso de folhas recicladas para o barateamento do material impresso. Muitos ainda veem a reciclagem como um esforço que não vale a pena.

Como um tema leva a outro similar, o ex-dirigente cubano Fidel Castro fez críticas ao sistema educativo dos Estados Unidos e o condicionamento de "mentes deformadas" de crianças e jovens pelos meios de comunicação e os órgãos de inteligência. Constatou-se que esta faixa etária não detém conhecimentos básicos sobre alguns temas de interesse geral.

As ferramentas estadunidenses de propaganda esmeram-se em mostrar somente o que têm de melhor ou vender aquilo que não são porque há os que acreditam em suas quimeras. Os bolsões de miséria e os danos à saúde causados pela alimentação de "comida rápida", portanto, raramente se difundem enquanto imagens do poder brando.

Precisamos ter essa mesma habilidade que os euânus têm no cinema para convencer os turistas de que a Copa e as Olimpíadas serão dois eventos seguros no Brasil. Ao que tudo indica, no entanto, ações criminosas como a que ocorreu no Hotel Intercontinental do Rio de Janeiro são difíceis de ocultar. Nesta ocasião, bandidos armados invadiram o recinto luxuoso e fizeram dez reféns.

Resta pouca suspeita de que o Brasil deve resolver problemas básicos do subdesenvolvimento, como a garantia de educação e saúde de qualidade ao seu povo lastimado por enganos e a ilusão de vida fácil, antes de gastar dinheiro na construção e reforma de estádios e gerar empregos temporários e fugazes.

Aumenta também a cobrança da sociedade sobre empresas cujas atividades negligenciam - nalguns casos submetem - a função reguladora dos Estados.

Em Paulínia, estado de São Paulo, Brasil, as empresas transnacionais BASF e Shell foram condenadas a pagar indenização milionária a ex-funcionários devido à contaminação por substâncias tóxicas numa fábrica que funcionou entre 1977 e 2002.

O Brasil e nenhum outro país podem condescender com práticas abusivas de quem quer que seja, principalmente quando se envolve a qualidade de vida dos trabalhadores e a crença de que o que não pode lá onde as leis funcionam pode por aqui onde se burlam as regras.

Recebemos, a propósito, mais algumas toneladas de lixo da Europa. Desta vez, a Alemanha enviou ao Brasil alguns contêneires de despejo via marítima sob a rubrica falsa de material reciclável. Este crime jamais ocorreria sem a conivência de alguns tupinicas traidores à pátria, que até o inferno rejeita.

É preocupante a politização de alguns setores no Brasil ao lidar com temas sensíveis. Houve polêmica em torno da negação do governo iraniano de aceitar a oferta de refúgio da contraparte tupinica a uma cidadã condenada por um crime naquele país. Aconteceu algo parecido com o italiano Cesare Battisti. Não é à toa que falam que o Brasil é paraíso para a criminalidade.

Nosso papel é o de denunciar abusos, questionar ganâncias e valorizar o bem comum. Em breve, os malfeitores sentirão que o tipo de energia que dissipam já não terá mais cabida neste país e planeta. Desesperar-se-ão, mas será tarde. Terão que recompor o tempo perdido entre gente da mesma estirpe.

Sem este esforço mancomunado, o auspício é de um futuro incerto.

________________________________________________

Esfuerzo de la Mancomunidad

Las propuestas de desarrollo y modernización en Brasil y en los países de la misma categoría de subdesarrollo se enfrentan a la dificultad de identificar lo "cierto" y lo "errado", lo "determinación" y "apuesta", o lo "mejor" y "peor". Lo que es viable para unos suena absurdo para otros.

Por ende, la elasticidad de sale PSDB y entra PT, sale PT y entra PSDB, sale PSDB y entra PT ad infinitum es tan infructífera cuanto nociva para la marcha del carruaje tupinica. Los partidos políticos más pequeños afortunadamente sobreviven frente al criterio bestial para el voto de confianza del promedio de los electores y a la capacidad ingente de los grandes de invertir más en cualquier tipo de publicidad.

Cuando se cree que los explotadores o los villanos son los patrones, luego se percibe que hubo engaño porque los actores de las desgracias pueden ser los empleados, los subordinados, los ciudadanos o el propio gobierno en el país en donde "todos quieren sacar lo suyo" a cualquier costo y sin importarse si la vida está en juego.

La elección de inversiones en el transporte de autopistas - y por qué no mencionar el abuso del valor y número de los peajes en los estados dizque más desarrollados y modernos - demuestra la negligencia de los ferrocarriles e hidrovías, que serían más baratos e inteligentes para cualquier nación que se dice en búsqueda del desarrollo sustentable.

En una tendencia contraria a este concepto, el nuevo marcador electrónico exigido de las empresas para el control de entrada y salida de empleados empieza a gastar bobinas de papel y tirar a la basura toda la inversión precedente, ardua de conquistar para millones de emprendedores. La medida surgió como respuesta, sin embargo, a la insistencia de la fraude, tan habituada en el modus operandi de este país.

La opción de los peajes ha fomentado la lucratividad de empresas que se aprovechan de concesiones de autopistas. Para citar otro caso de concentración, la fusión entre la aerolínea tupinica TAM y la chilena LAN transforma dos grandes en titanes y oscurece el principio de libre competencia en el sector.

Por hablar de mercado emancipado, no consiento con la visión optimista de la Cámara Brasileña del Libro (CBL) sobre la reducción de precios de algunas categorías de libros, como los didácticos y religiosos. Aunque se exponga un estudio fundamentado en datos, que indica también el aumento de la producción, el libro sigue muy caro en Brasil, tiene poco incentivo gubernamental y aún se le poco por acá.

La lucha por la difusión del hábito de lectura sigue, empero. La inversión en bibliotecas públicas debería aumentar así como el subsidio al uso de hojas recicladas para el barateamiento del material impreso. Muchos aún ven al reciclaje como un esfuerzo que no vale la pena.

Como un tema lleva a otro similar, el ex-dirigente cubano Fidel Castro planteó críticas al sistema educativo de los Estados Unidos y el condicionamiento de "mentes deformadas" de niños y jóvenes por los medios de comunicación y los órganos de inteligencia. Se constató que esta franja etaria no detiene conocimientos básicos sobre algunos temas de interés general.

Las herramientas estadounidenses de propaganda se esmeran en enseñar sólo lo que tienen de mejor o vender aquello que no son porque hay los que creen en sus quimeras. Las concentraciones de miseria y los daños a la salud causados por la alimentación de "comida rápida", por lo tanto, raramente se difunden mientras imágenes del poder blando.

Necesitamos esa misma habilidad que los euanos tienen en el cine para convencer a los turistas de que el Mundial del Fútbol y las Olimpíadas serán dos eventos seguros en Brasil. Al parecer, sin embargo, acciones criminosas como la que ocurrió en el Hotel Intercontinental de Rio de Janeiro son difíciles de ocultar. En esta ocasión, bandidos armados invadieron el recinto lujoso e hicieron diez rehenes.

Queda poca sospecha de que Brasil debe resolver problemas básicos del subdesarrollo, como la garantía de educación y salud de calidad a su pueblo lastimado por engaños y la ilusión de vida fácil, antes de gastar dinero en la construcción y reforma de estadios y generar empleos temporales y fugaces.

Aumenta asimismo el cobro de la sociedad sobre empresas cuyas actividades descuidan - en algunos casos someten - la función reguladora de los Estados.

En Paulinia, estado de São Paulo, Brasil, las empresas transnacionales BASF y Shell fueron condenadas a pagar indenización milionaria a ex-empleados debido a la contaminación por sustancias tóxicas en una planta que estuvo en función entre el 1977 y 2002.

Brasil y ningún otro país pueden condescender con prácticas abusivas de cualquiera que sea, principalmente cuando se involucra la calidad de vida de los trabajadores y la creencia de que lo que no puede allá en donde las leyes sirven puede por acá en donde se las burlan.

Recibimos, de manera deliberada, algunas toneladas más de basura de Europa. Esta vez, Alemania envió a Brasil algunos contenedores de desechos vía marítima bajo la rubrica falsa de material para reciclaje. Este crímen jamás ocurriría sin la conivencia de algunos tupinicas traicionadores a la patria, que hasta el infierno rechaza.

Es preocupante, además, la politización de algunos sectores en Brasil al manejar temas sensibles. Hubo polémica alrededor de la negación del gobierno iraniano de aceptar la oferta de refugio de la contraparte tupinica a una ciudadana condenada por un crímen en aquel país. Pasó algo parecido con el italiano Cesare Battisti, cuyo juicio puso a prueba la relación entre los sistemas ejecutivo y judiciario del país latinoamericano. No es en vano que dicen que Brasil es paraíso para la criminalidad.

Nuestro papel es el de denunciar abusos, cuestionar ganancias y valorar el bien común. Próximamente, los malhechores sentirán que el tipo de energía que disipan ya no tendrá más cabida en este país y planeta. Se desesperarán, pero será tarde. Tendrán que recomponer el tiempo perdido entre gente de la misma estirpe.

Sin este esfuerzo de la mancomunidad, los auspicios son de un futuro incierto.
 

*Traducción del portugués al español hecha por Bruno Peron.



http://www.brunoperon.com.br


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