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Meio ambiente - 19/07/2010 - 16h45

Patronato Penitenciário da Capital contribui com o meio ambiente e ajuda reeducandos




Por Redação Pantanal News/Brasiluza Neves(NotíciasMS)

Campo Grande (MS) – Responsabilidade social: Essa é a palavra de ordem no Patronato Penitenciário de Campo Grande quando o assunto é a destinação correta do lixo. Existe no local, há oito anos, um “posto de coleta”, onde é realizada a separação dos materiais recicláveis, que são vendidos a empresas recicladoras. O dinheiro arrecadado é revertido em benefícios aos reeducandos, como custeio de fotografias para documentos, CPF, entre outros.

 

De acordo com a supervisora do patronato, e idealizadora da iniciativa, Marisa Delalibera Nunes da Cunha, no começo a coleta era pouca, mas com a conscientização dos servidores e de colegas e parceiros atualmente é recolhida uma média de 400 Kg de materiais recicláveis por mês. 

“Recebemos também material do Sindate [Sindicato dos Agentes Tributários Estaduais], de um escritório de advocacia, servidores e familiares, entre outros parceiros”, comenta Marisa. “É contagiante, até as estagiárias que trabalham conosco se animam a fazer a separação e trazer para a gente”, completa. 

As empresas recicladoras parceiras fornecem as embalagens de coleta. Segundo a supervisora, a coleta é feita quando o material separado atinge no mínimo 200 kg. “É necessário que juntemos uma quantia considerável para que os caminhões das recicladoras venham buscar”, explica. 

No mês passado, o Patronato recebeu de uma delas tambores identificados por cores (cada um para um tipo de material) e folhetos explicativos para serem distribuídos para servidores e demais pessoas que vão ao local, com o objetivo de ampliar a iniciativa, através da conscientização.

 Um reeducando, que trabalha com serviços de manutenção e limpeza no Patronato Penitenciário, é responsável pela separação do material. Trabalhar garante a ele um salário mínimo mensal (R$ 510,00), vale transporte e remição na pena. 

O exemplo de dar uma destinação sustentável ao lixo, conforme Marisa, vem de casa. “Sempre busquei incentivar a reciclagem na minha casa, entre os familiares, e quando assumi o Patronato, achei que seria positivo também fazer isso lá”, conta. 

Ela admite que trabalhar a separação dos materiais recicláveis e dar uma destinação correta a eles, dá um pouco de trabalho, e o retorno financeiro é muito pequeno. “Para se ter uma ideia, 60 kg de jornal rende apenas R$ 6,00”, exemplifica. Porém, o benefício ambiental é muito grande. “Uma garrafa pet, por exemplo, demora mais de 100 anos no para se decompor, é muito prejuízo para o meio ambiente”, ressalta. 

A Supervisora destaca que são aceitas doações de materiais ao Patronato Penitenciário. “As pessoas podem trazer esse materiais, ou mesmo, dependendo da quantidade, nós também buscamos”, esclarece. O Patronato Penitenciário de Campo Grande está instalado na Rua Joaquim Murtinho, 809, Centro. O telefone para contato é o (67) 3383-5524.

Outros exemplos

 A destinação correta de materiais recicláveis não é exclusividade do Patronato Penitenciário da Capital entre as unidades gerenciadas pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen). A iniciativa é desenvolvida em alguns estabelecimentos penais. 

No Instituto Penal de Campo Grande cada solário possui lixeiras específicas para reciclagem, e o material recolhido é levado para um setor específico para a separação. Outro exemplo, é o Estabelecimento Penal “Jair Ferreira de Carvalho”, onde também funciona um “Setor de Reciclagem”. O material separado nessas unidades prisionais é recolhido por empresas recicladoras credenciadas. 

A reciclagem do lixo, além de estar ajudando a manter a limpeza nos presídios – e o benefício ambiental que traz – representa mais uma ocupação produtiva para os custodiados.


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