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Artigos - 14/10/2008 - 14h30

A verdadeira bolha não estourou...




Por Elias Mattar Assad (*)

O experiente advogado Ivo Shizuo Sooma (Umuarama-PR), escreveu: "...a partir de sua matéria sob o título 'finge-se não compreender...', que fala no 'deus dinheiro num mundo onde tudo está a venda', exponho outra idéia de que se o dinheiro é deus, o uso nocivo dele é o demônio! Pela bíblia, demônio é a criatura que se voltou contra o Criador.
No curso da história parece ser uma constante o homem criar coisas que, em princípio, beneficiariam a humanidade, mas suas criações em breve o dominam... Das ciências e das técnicas resultaram inúmeros instrumentos de destruição. Os telefones celulares, que de práticos aparelhos de comunicação, passaram a angustiar muitos dos seus usuários que não têm os modelos mais recentes (cativos de seus botões e artifícios).
As calculadoras e agora os computadores estiolaram o raciocínio dos seres humanos, que não sabem mais fazer conta e estão reduzindo também a capacidade de redigir, o que ocorre com freqüência inclusive com alguns advogados, que se rendem à facilidade de "scanear" textos já feitos (plagiatários).
Adquirentes de aparelhos de sons, fascinados com a multiplicidade de seus recursos técnicos, acabam por não desfrutar das delícias das músicas, entregando-se ao manejo de botões de várias espécies (sem falar na poluição sonora). Automóveis, elevadores, escadas rolantes, etc., levaram ao sedentarismo, em prejuízo da saúde.
A alta velocidade dos carros coloca em risco a segurança pública e seus fabricantes precisam amealhar mais lucros com a venda de novos modelos que tornam o anterior obsoleto (basta mudar um detalhe).
O dinheiro foi uma talentosa criação do engenho humano, porém, como toda criação humana é falível, ganhou uma perigosa dimensão própria. Agigantando-se, deixou de ser uma medida de valor representativo de produtos e serviços e alguns ladinos, profundos conhecedores desses mecanismos, praticamente apropriaram-se dos meios circulantes (riquezas) e dos substitutos da moeda, inclusive com o uso e manipulações de dados virtuais e informações privilegiadas, passaram a dominar grande parte das relações humanas esbulhando seus incautos semelhantes. É exemplo visível da criatura que, nefastamente, voltou-se contra os criadores gerando enormes desigualdades sociais..."
Concordo com o colega Ivo e agradeço pelo escrito. Isto leva ao raciocínio de que nessa manipulação ou dominação dos mercados pelos experts em moedas e títulos de crédito, ocorrem situações que nossa "lógica de simples mortais" não consegue acompanhar ou compreender.
O dólar estadunidense é algo "miraculoso". Quando a economia daquele país vai bem, ela sobe. Quando não, também sobe. E, quando vai mal, beirando a depressão como em nossos dias, o dólar dispara em altas! Talvez essa força "titânica" derive da imagem mística que vem estampada nota de cem deles (será do novo deus ao qual nos referimos?). Paradoxal é o fato dela se manter "desvinculada" da economia norte-americana, como se moedas de valor extrínseco, valessem por si mesmas...
Por derradeiro, existem mais dólares circulando fora dos EUA que internamente. No dia em que o mundo acordar, abrir suas gavetas e optar por outras moedas, os "dólares voadores" voltarão para aqueles condados e, aí sim, a verdadeira bolha vai estourar pois faltarão produtos e abundarão cédulas verdes. Para o remate, meu caro Ivo, não sei como eles podem ter "condados", pois nunca tiveram nem reis nem condes... Haja demônio! Valha-nos Deus...

(*) Elias Mattar Assad
é presidente da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas.
www.abrac.adv.br

 

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