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Meio ambiente - 14/10/2008 - 15h22

Cumprimento apenas de lei ambiental põe em risco 25% das espécies do Cerrado, revela estudo




Por Mirella Domenich

Essa é a estimativa de levantamento da ONG Conservação Internacional;estudo sugere que apenas a legislação ambiental não é suficiente para protegera biodiversidade da região frente ao avanço do agronegócio

Brasília, 14 de outubro de 2008 – Um estudo realizado pela ONG ConservaçãoInternacional (CI-Brasil) revela que o cumprimento do código florestal não ésuficiente para preservar pelo menos 25% das espécies do Cerrado. Segundo apesquisa, divulgada ontem durante o II Encontro Internacional sobre SavanasTropicais, organizado pela Embrapa, em Brasília, pelo menos 340 espécies demamíferos, aves, répteis e anfíbios do Cerrado correm risco de extinção caso aresponsabilidade da conservação recaia somente sobre os proprietários rurais daregião. Mesmo que todos eles cumpram o determinado pela legislação ambiental,como a manutenção de pelo menos 20% da propriedade como reserva legal, váriasespécies podem ser perdidas.

Segundo , diretor do programaCerrado-Pantanal da CI-Brasil, além do cumprimento do código florestal pelosproprietários rurais, é preciso que regiões importantes para a biodiversidadetambém sejam protegidas para a manutenção da biodiversidade do Cerrado. Semelas, de acordo com Machado, o desenvolvimento econômico ocorrerá de maneirainsustentável uma vez que espécies da fauna e da flora que desempenham umimportante papel na manutenção do clima, na proteção dos solos, dos rios e de suasnascentes ou na polinização de cultivos e no combate de pragas irãodesaparecer. “Somente a manutenção de áreas determinadas pela lei nãogarante a sustentabilidade do agronegócio”, diz Machado, um dos autoresdo estudo.  “O esforço privado deve ser acompanhado da criação, daimplantação e da manutenção de reservas públicas destinadas à conservação dabiodiversidade”, avalia.

Uma dasalternativas para a exploração econômica sustentável do Cerrado, segundo , gerente do programa Cerrado-Pantanalda CI-Brasil e co-autor do estudo, é manter as áreas nativas e intensificar aprodução nas áreas produtivas. “Sistemas otimizados de produção, empregode tecnologias de ponta e o manejo racional de paisagens são as açõesnecessárias para que se alcance o uso sustentável dos recursos naturais”,diz. Barroso explica que é imprescindível a união de esforços públicos eprivados para a manutenção da biodiversidade do Cerrado. 

Planejamento sustentável – Oestudo foi realizado com base nos princípios da Biogeografia de Ilhas, queestabelece uma relação matemática entre o tamanho de áreas nativas e aquantidade de espécies que elas podem manter. Segundo Barroso, o levantamentorevela que é impossível manter todas as espécies e suas populações em condiçõessaudáveis quando a maior parte da vegetação nativa é suprimida para dar lugarao avanço do agronegócio. “É preciso fazer mais do que a leiprevê”, diz.

Machadoexplica que o Brasil já tem mapeado quais são as áreas importantes para aconservação da biodiversidade. Segundo ele, bastaria cruzar esse mapa com omapa de regiões economicamente importantes para que se avalie, de um lado,quais são as oportunidades de conservação existentes e, de outro, quais seriamas áreas produtivas que podem ser consolidadas. “No caso de conflitos, ouseja, de áreas importantes tanto para a conservação quanto para a produção,novos modelos de desenvolvimento que sejam menos agressivos e mais sustentáveisdevem ser pensados”, conclui.

 

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