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Artigos - 28/07/2008 - 09h56

As mentiras da SI e do CIR na Europa




Por Hiram Reis e Silva


Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 30 de junho de 2008.

 

 

 

“Os cinco vice-reinados e as cinco capitanias do império espanhol se dividem em 25 países. As treze colônias norte-americanas se unem e formam a nação mais poderosa da Terra.
DIVIDE E VENCERÁS; UNE E REINARÁS”. (Simón Bolívar)

 

 

 

- CIR e seu turismo na Europa

 

 

 

“É algo que infelizmente acontece no mundo todo. O direito dos índios brasileiros existe e está assegurado na Constituição de 1988. Esses índios estão em suas terras, as quais habitam há muito tempo, e já tiveram seu direito reconhecido”, (Danielle Mitterrand)

 

 

 

Omissão da verdade

 

 

No auditório da fundação Danielle Mitterrand, o índio macuxi Jacir José de Souza, fundador do Conselho Indígena de Roraima (CIR), e a índia wapixana Pierlangela Cunha, coordenadora da Organização dos Professores Indígenas de Roraima, relataram suas facciosas versões da disputa com produtores rurais em Roraima. Intencionalmente, eles omitiram que a maior parte dos indígenas da Terra Indígena Raposa e Serra do Sol é favorável à demarcação não contínua da Reserva. Infelizmente, a Sociedade de Defesa dos Índios Unidos do Norte de Roraima (SODIURR), nem seus aliados da ARIKON e ALIDCIRR estavam presentes para rebater as afirmativas, já que estas entidades não contam com patrocinadores tão ‘interessados’ como os do CIR.

 

 

 

Mentiras

 

 

Antes da explanação, foi projetado um vídeo idealizado pela Survival-International (SI), sob o título ‘Dramatic video shows attack on Indian village’, em português, ‘Vídeo dramático mostra ataque a uma aldeia indígena’, que chocou os presentes. O mentiroso líder macuxi afirmou diante da platéia estarrecida, que “Jagunços contratados, armados e bombas caseiras nos ameaçam o tempo todo. Já somos 21 os líderes assassinados à bala. Atos de violência acontecem há mais de 35 anos, mas essa é só a primeira vez que filmamos”. Na realidade, o vídeo de um ataque, orquestrado e muito bem planejado pelo próprio CIR, com o aval da SI, que já contava com apoio de ambulâncias e elementos encarregados de registrar a ação, no dia 05 de maio, quando mais de cem indígenas do Conselho invadiram a Fazenda de Paulo César Quartiero. Os funcionários da fazenda ordenaram a saída dos índios que se negaram a fazê-lo dando origem ao conflito.

 

 

 

Os dois ‘Silvérios do Reis’ não fizeram, lógico, referência às ações guerrilheiras que eles próprios vem desenvolvendo na área desde a década de 70, cortando cercas, matando o gado, ameaçando aqueles que não são ligados ao CIR, índios ou não-índios. Não contaram que desde o dia 05 de fevereiro de 2007, indígenas do CIR circulam na carroceria de camionetes, com a inscrição ‘Vigilância’, do Programa de Proteção das Terras Indígenas da Amazônia Legal (PPTAL), portando cassetetes e intimidando a população local.

 

 

 

Não fizeram menção a um documento elaborado pela maioria indígena, ligados à SODIURR, ARIKON e ALIDCIRR afirmando sua intenção de participar do desenvolvimento da região, pagando seus impostos como cidadãos brasileiros.

 

 

 

Nem qualquer alusão foi feita ao fato de indígenas da Guiana e Venezuela estarem se filiando ao CIR com o objetivo de permanecer na região.

 

 

 

- Joaquim Corrêa um brasileiro esquecido

 

 

 

“Eu sou nativo, nasci e me criei aqui. Me sinto vítima de uma injustiça - reclama o homem viúvo, com sete filhos, 17 netos, bisnetos e até um tataraneto, que freqüentam a propriedade.”

 

 

 

Com 85 anos de idade, o fazendeiro Joaquim Corrêa vive 81 anos em uma propriedade de 2 mil hectares às margens do Lago Caracaranã. Exibindo o título de posse da área datado de 1886, que herdou dos antepassados, se diz ‘contrariado’ com a possibilidade de ter de deixar a terra que após a demarcação contínua ficou dentro da Terra Indígena.

 

 

 

“Me decepcionei. Não vou dizer que ele, presidente da República, fez um mau governo em nível nacional, mas para Roraima foi um desastre.

 

 

 

O lago de Caracaranã era um dos locais mais visitados de Roraima. Na propriedade de Côrrea, havia uma infra-estrutura turística considerável, mas o movimento caiu muito depois que a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) colocou uma placa informando que só com a autorização dela se poderia entrar na área.

 

 

 

Côrrea confia em duas ‘justiças’ para que se chegue a uma solução justa para o impasse: “A primeira esperança é justiça Divina e a última justiça dos homens. Acredito que são pessoas (ministros do STF) que tenham caráter e amor à pátria”.

 

 

 

- Barandiarán (antropólogo espanhol) - ‘atentado de lesa patria’

 

 

 

Aceptar hoy dia en nuestros paises las reservas indígenas tal como ergimos las otras reservas ecológicas naturais (parques, reservas florestales, reservas hídricas, monumentos naturales, etc.) Como paréntesis território sociales, por la presión de uns professionales extrangeros o nacionales, es un atentado de lesa patria, por la sencilla razón de que anulan y destruyen nuestra igualdad republicana organica. Hoy, en nombre de un indigenismo exacerbado y de una ecologia a ultranza, si pretende mermar la propria organicidad del estado, haciendo que inmensos espacios nacionales vuelvan a caer en monopolios indigenistas o ecologistas, en acción directa contra el corpo mismo organico de la nacion: como una dicotomia del alma de nuestros pueblos".

 

 

 

- Demarcação feita por governantes BRASILEIROS

 

 

 

1917 - Lei estadual nº 941, de 16.10.17, define a Área Indígena, destinada aos Macuxis e Jaricunas, a região compreendida entre os rios Surumu e Cotingo, e as serras Mairary e Canapiáepim, no município de Boa Vista do Rio Branco.

 

 

 

1922 - Lei estadual alterando a Lei nº 941, excluindo as terras que já tenham sido concedidas pelo Estado, e as que já estiverem ocupadas e cultivadas por qualquer pessoa, com residência habitual e cultura efetiva.

 

 

 

- Conclusão

 

 

O governo, seus ‘diplomatas’ do Itamaraty e a ‘esquerda escocesa’ instalada no planalto, deitados ‘em berço esplendido’, a tudo assistem, totalmente alienados e omissos, sonhando com uma cadeira de membro ‘temporário’ no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Condenam, hoje, os antepassados e descendentes daqueles que, atendendo heroicamente a um chamado de governos realmente preocupados com nossa soberania, se deslocaram para a região, com muito sacrifício e bravura há mais de cem anos. Deixam de reconhecer os títulos de posse centenários emitidos pelo estado de direito e as demarcações e suas alterações realizadas em 1917 e 1922. Na época, a reserva havia sido demarcada como a região compreendida entre os rios Surumu e Cotingo e, demonstrando uma preocupação diferente dos entreguistas de hoje, excluindo as terras que já haviam sido concedidas pelo Estado, e as que já estiverem ocupadas e cultivadas por qualquer pessoa, com residência habitual e cultura efetiva.

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