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Artigos - 13/10/2008 - 11h35

O alienado Ministro da ‘Injustiça’ Tarso Genro




Por Hiram Reis e Silva (*)

Por Cel Eng R/1 Hiram Reis e Silva Porto Alegre, RS, 13 de Outubro de 2008

 

"Primero se llevaron a los comunistas pero a no me importó
porque yo no era.
En seguida se llevaron a unos obreros pero a no me importó
porque yo tampoco era.
Después detuvieron a los sindicalistas pero a no me importó
porque yo no soy sindicalista.
Luego apresaron a unos curas pero como yo no soy religioso
tampoco me importó.
Ahora me llevan a mi pero ya es tarde."
(Martin Niemöller)

 

 

Aqueles que vivenciaram as ações terroristas, daqueles que queriam implantar a ditadura comunista no nosso país, jamais esquecerão os crimes cometidos pelos seqüestradores, assassinos, assaltantes de bancos e terroristas, como Lamarca, Marighela, Apolônio de Carvalho, Gregório Bezerra e tantos outros. Proporcionar-lhes polpudas indenizações ou a seus familiares e amantes é subverter a ordem das coisas, corromper os costumes.

- Show de talento - Dora Kramer (05/08/2008)

Ou alguém acha que todas as indenizações milionárias já pagas resistirão à luz da verdade? Gente que levou milhões de repente poderá ter revelada uma atuação de combate bem menos valiosa. Essas coisas são como aquele lugar comum sobre CPIs: nunca se sabe o que vem pela frente. Como ministro da Justiça já se viu que o gaúcho Tarso Genro não influi nem contribui. Em algum momento falou ligeiramente a respeito de um plano nacional de segurança pública, mas não desenvolveu o tema, muito menos executou qualquer ação. Nunca funcionou ao molde do antecessor como advogado do governo nas causas periclitantes e, como colaborador na articulação com os outros Poderes, já mostrou preferência pelo atrito.

Que não se despreze, porém, o talento de Tarso Genro porque não há na República ninguém capaz de embarcar numa canoa furada com tanta convicção. Zarpou para Mônaco assim que Salvatore Cacciola foi preso. Na maior seriedade, mas para nada, além de proporcionar à autoridade do principado momentos de ironia. Defendeu dossiês contra adversários políticos como algo corriqueiro e, antes, quando na oposição, capitaneava a campanha ‘Fora FHC’ enquanto a cúpula do PT fazia o caminho inverso, ciente de que a madeira um dia bate em Chico e no outro em Francisco. Se a motivação de Tarso Genro é, como dizem seus colegas petistas, ganhar espaço para vir a ser candidato, o caso é mais grave que a possível crise”. (O Estado de S. Paulo)

- Ex-companheiros do presidente

Em setembro deste ano, trinta e nove ex-companheiros do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas greves do ABC conseguiram indenizações da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça. A comissão se reuniu em São Bernardo do Campo e concedeu indenizações que foram, em média, de R$ 264 mil, para 27 deles e mais R$ 2.078 por mês. Não é a primeira vez que a Comissão de Anistia indeniza ex-metalúrgicos, dezenas deles, como o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva, já foram reparados.

- Lamarca, o “herói do Vale do Ribeira”

“É uma recompensa a quem queria instaurar uma ditadura socialista no Brasil; Lamarca não combateu em nome da democracia”.
(Leôncio Martins Rodrigues)

No dia 13 de junho de 2007, a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça concedeu a patente de coronel do Exército a Carlos Lamarca, considerado pela esquerda escocesa um símbolo da resistência radical à ditadura militar. Além da promoção, a comissão reconheceu a condição de perseguidos políticos da viúva de Lamarca e de seus filhos, César e Cláudia Lamarca, concedendo aos três uma indenização de R$ 100 mil para cada um.

 Senador Aloizio Mercadante

 

O senador defendeu a revisão dos critérios usados pela Comissão de Anistia para promover ‘post-mortem’ o desertor Carlos Lamarca. Em entrevista à Rádio BandNews Brasília, o senador lembrou que a anistia deve servir para os dois lados, por isso não concorda que os familiares de Lamarca passem a receber pensão de general, enquanto não receba o mesmo tratamento a família do soldado Mário Koze Filho, morto em 1968 pelo grupo guerrilheiro VPR do qual Lamarca era dirigente.

Millôr Fernandes

Também perseguido e censurado pelo Regime Militar questionou: “Quer dizer que eles pegam em armas contra o governo, perdem, e depois ganham dinheiro por que perderam? Isso não foi Revolução, foi Investimento!”

Reinaldo Azevedo

“Os terroristas não sabiam, mas estavam investindo em seu patrimônio. Ou da família. Até gente que nunca atirou uma pedra com estilingue e não correu risco de levar pito nem do síndico recebeu indenizações milionárias como "vítima da ditadura". Lula é um pensionista, imaginem... Frei Chico, seu irmão, aquele que se identifica como ‘Roberto’ (ou seria algum ‘Roberto’ se fazendo passar por Frei Chico?) tem direito a R$ 3.760 por mês e indenização de R$ 461 mil. Ficou 16 dias preso. Nunca encostaram a mão em um fio de sua barba - nem na de Lula, que nunca deixou de receber salário do sindicato ou do PT. Ainda há quase 30 mil pedidos de pensão sendo analisados. O programa Bolsa-Terrorismo já soma quase R$ 2,3 bilhões em indenizações e custa R$ 28 milhões por mês em pensões. É um esculacho, uma piada grotesca.

O caso Carlos Lamarca, acho eu, passou da conta. É mais escandaloso do que a indenização milionária e pensão nababesca de Carlos Heitor Cony, que foi muito perseguido pela ditadura em sua sala revestida de mármore rosa na antiga Manchete... Lamarca desertou do Exército em 1969 para integrar uma facção terrorista. Ele abriu mão de ser um militar. Morreu em 1971. Mas, antes, matou muita gente. Mesmo assim, a Justiça Federal já havia concedido pensão à viúva em 1993, correspondente a R$ 9.963,98, o valor pago a um coronel do Exército. Ele morreu como capitão, mas a pensão é sempre paga segundo o valor da patente imediatamente superior. Ontem, a comissão do Ministério da Justiça que cuida do caso resolveu ‘promovê-lo’ a coronel - e o valor pago à viúva passou a ser o de soldo de general: R$ 12.152,61. Promoção por quê? Por relevantes serviços prestados à nação? Por ter tentado implantar no Brasil um regime que, em caso de sucesso, não teria matado menos de alguns milhões? Ah sim: a diferença é retroativa a 1988!!!

Só isso? Não, senhor! A mulher e os dois filhos receberão, cada um, R$ 100 mil a título de indenização. Se Lamarca tivesse sido premiado por cadáver que fez, certamente teria rendido menos. Pelo visto, também estão pagando por aqueles que ele faria se tivesse logrado êxito em sua empreitada. Acho que chegou a hora de se fazer, com efeito, uma grande reportagem sobre esses heróis. Sobretudo, é preciso saber qual era a utopia pela qual lutavam - e que hoje nos custa tão caro.

  PS: Só para registro. Defendo que se pague indenização para quem, preso pelo Estado, morreu em razão de tortura. Aí, sim. Todo o resto, incluindo a decisão de morrer com uma arma na mão, é uma questão de escolha.

 O Brasil não deve nada a esses caras, incluindo a democracia, que eles tanto detestavam

- Ternuma versus Justiça ‘companheira’

O grupo Terrorismo Nunca Mais (Ternuma), organização não-governamental criada por militares da reserva para se contrapor à militância dos guerrilheiros de esquerda que denunciam torturas durante a ditadura militar, divulgou nota ontem classificando de ‘covarde’ e ‘omisso’ o comando do Exército por não ter defendido o coronel da reserva da Força, Brilhante Ustra, condenado por tortura pela Justiça de São Paulo. ‘O Ternuma solidariza-se, de maneira irrestrita, com o Coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra e repudia veementemente a omissão e a covardia da Instituição à qual pertence’, diz a nota divulgada no site da organização.

O militar foi responsabilizado pelo juiz titular da 23ª Vara Cível do Tribunal de São Paulo, Gustavo Santini Teodoro, por torturas sofridas em 1972 pelos militantes do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) Maria Amélia de Almeida Teles, seu marido César Augusto Teles e sua irmã Criméia Schmidt de Almeida, presos no Destacamento de Operações de Informações–Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi) paulista, na ocasião comandado pelo militar e considerado reduto da repressão durante a ditadura. Na nota divulgada pela internet, o Ternuma faz um alerta às esquerdas: “Podem estar certas de que jamais conseguirão destruir as Forças Armadas. Não pensem em repetir 64, pois, com certeza, serão novamente derrotados. Há verdadeiros patriotas atentos!” (Correio Braziliense - 11/10/2008)

 

(*) Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)

 Membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

Rua Dona Eugênia, 1227

Petrópolis - Porto Alegre - RS

90630 150

Telefone:- (51) 3331 6265

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E-mail: hiramrs@terra.com.br


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