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Artigos - 27/07/2008 - 16h09

Quando cessam as orações, por Paulo Rocaro




Por Paulo Rocaro

Quando cessam as orações

 

Por Paulo Rocaro (*)

 

A vida é assim, sempre tem que existir a esperança de que um dia tudo pode mudar, principalmente quando o maior sentimento guardado dentro de nós é a nossa fé. Termos em mente que nosso Pai maior nunca vai nos desamparar. Basta um segundo para o nosso caminho mudar, e mudar sempre para melhor, desde que não percamos a nossa direção que são os grandes valores, que devem estar incutidos em nossa mente.

 

As pessoas geralmente não param para pensar sobre o lugar da oração em suas vidas. Muitos têm demonstrado que a oração ocupa o último lugar nas suas preferências. Não reservam um único momento para estarem a sós com Deus: o dia começa e termina e a pessoa nem sequer cogitou a possibilidade de reservar um período do dia para se dedicar exclusivamente à oração.

 

E se em algum momento ela pensou em fazer isso, ela não teve disposição para concretizar esse pensamento; concluiu que o seu tempo era muito curto e que havia outras prioridades. Alguns sentem vergonha, outros ignoram. Assim, a oração vai, pouco a pouco e imperceptivelmente, cessando em sua vida (Mateus 26:41). Esta é uma situação muito comum entre os crentes.

 

O que não é muito comum é pensarem nas conseqüências disso. E o que acontece quando cessam as orações? Um exemplo claro pode ser encontrado no livro dos Juízes. Enquanto as pessoas buscavam a Deus, elas conseguiam viver em santidade, agradá-lO e ter paz em suas vidas.

 

Contudo, tão logo elas deixavam de buscar a Deus, elas começavam a pecar, se afastavam de Deus e sofriam as conseqüências dos seus próprios pecados. Este princípio também é encontrado no Novo Testamento. Quando Jesus estava no Jardim do Getsêmani, Ele se voltou para os seus discípulos e disse: “Vigiem e orem para que não caiam em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca” (Mateus 26:41)

 

Nesta ocasião, Jesus mostrou que se a pessoa não vigia e ora, ela certamente será envolvida com a tentação e cairá em pecado. E já que a ausência de oração ocasiona muitos prejuízos, nós devemos orar. E devemos entender também que a ausência de oração ocasiona a falta de discernimento.

A Bíblia nos ensina que todas as pessoas, invariavelmente, serão tentadas. Até mesmo o Senhor Jesus enfrentou vários períodos de tentações (Lucas 4:1-13). Entretanto, apesar disso as pessoas não conseguem, todas elas, obterem os mesmos resultados frente às tentações. Algumas pessoas conseguem vencê-las e outras são derrotadas.

 

O que vai definir a vitória ou a derrota das pessoas é a vida de oração e, conseqüentemente, o entendimento que ela adquire a partir dela. Se a pessoa tem uma comunhão constante e sólida com Deus, então ela vai ter muito mais condições de discernir, entender os acontecimentos e ser vitoriosa sobre as tentações. Caso contrário, ela vai ser constantemente derrotada.

 

A atitude que os discípulos de Jesus tomaram no Jardim do Getsêmani, por exemplo, foi resultado da sua falta de discernimento. Eles não estavam entendendo os acontecimentos que tão somente revelavam o cumprimento das profecias. Por isso, sacaram as espadas e feriram um soldado; fugiram desorientados e se esconderam dos judeus; ficaram desesperados e perderam a esperança diante da prisão e crucificação de Jesus.

 

Por causa da ausência da oração, eles não conseguiram discernir os acontecimentos. A ausência de oração ocasiona a queda no pecado, um desdobramento natural da falta de discernimento. Foi o que aconteceu com os discípulos de Jesus, por exemplo. Eles não conseguiram discernir o que estava acontecendo no Getsêmani e, por isso, eles deixaram o medo, o desespero e a incredulidade tomarem conta de seus corações. Aí eles caíram no pecado.

 

Muitas pessoas caem no pecado e permanecem nesta situação porque não têm uma vida de oração. Elas não conseguem discernir os acontecimentos e começam a imaginar que as suas atitudes erradas são normais, que não vão ter nenhuma conseqüência futura. Quando cessam as orações na vida de uma pessoa, ela vai pouco a pouco se tornando mais complacente com o pecado.

 

Ela já começa a aceitar certos pensamentos, sentimentos e comportamentos que antes ela considerava reprováveis. Ela já não acha tão errado guardar rancor e amargura no coração, falar e permitir que falem mal dos outros, ouvir e fazer fofocas, concordar e semear divisões, pecar e concordar com o pecado. A ausência de oração vai deixando a pessoa com a consciência cauterizada.

 

Nós não podemos negligenciar as palavras de Jesus. Sabedor dos prejuízos da ausência de oração, Jesus ordenou os discípulos a vigiarem e orarem (Mateus 26:41). Apenas a vida de oração, a busca de Deus e o relacionamento com o Senhor poderão nos capacitar a discernir os acontecimentos e vencer as tentações. Não basta dizer que oramos enquanto fazemos outras coisas ou desenvolvemos outras atividades. Tem que prestar atenção aos que se está fazendo ou pedindo.

 

Juntando consultas aos preceitos e artigos bíblicos de pensadores atuais, chegamos à conclusão de que a oração requer um tempo exclusivamente separado para estarmos a sós com Deus. Por isso, é necessário separar um instante para pensar e refletir sobre sua vida de oração. Como está sua vida familiar hoje? Como estão suas finanças? Você tem discernido os acontecimentos do seu dia-a-dia? Você tem vencido o pecado? Você tem separado um período para estar a sós com Deus?

 

(*) O autor é escritor e jornalista, presidente do Clube de Imprensa de Ponta Porã, imortal da Academia Pontaporanense de Letras, membro do Lions Clube e diretor da Sodema (Sociedade de Defesa do Meio Ambiente).

 

 

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Comentários
EDILSON JUNIOR, em 13/04/2010 - 21h47

OLA PAULO,TUDO BEM? ENTAO ,PARA MIM É UMA PRAZER, GOSTARIA SE POSSIVEL MAIS INFORMAÇOES SOBRE UM ARTIGO QUE LI SOBRE MISTERIOS DO IRAQUE, DE 2007 POIS ESTOU FAZENDO UM ESTUDO SOBRE O EDEN JARDIM OK ATENCIOSAMENTE, EDILSON JUNIOR

 
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