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Habitação - 12/03/2010 - 16h41

Programa habitacional garante vida melhor a mais de 200 mil pessoas




Por Redação Pantanal News/Notícias.MS

Edemir Rodrigues
recurso

Campo Grande (MS) – O programa “MS Cidadão – Casa da Gente” assinou este mês convênios que vão injetar mais R$ 62,4 milhões em recursos financeiros e construir 3.822 unidades habitacionais no plano de reduzir o déficit em Mato Grosso do Sul. Traduzido em números, desde 2007 o programa já representa R$ 619 milhões em investimentos, 40.647 moradias prontas, em execução ou lançadas, e mais de 30 mil empregos. Como impacto socioeconômico, é muito mais: inclusão, fortalecimento dos vínculos familiares, vida melhor no presente e oportunidade de construir um futuro para milhares de pessoas no campo e nas cidades.  

“Essas obras geram milhares de novos empregos e constroem mais que casas. Edificam cidadania, dão igualdade e vida melhor para mais de 200 mil pessoas”, resume o governador André Puccinelli.

Pela importância social da casa própria, e pelo impacto na geração de emprego, o governo está fazendo o mais arrojado programa habitacional do Estado. A edificação é financiada pela soma de recursos federais, estaduais e municipais, sob coordenação da Secretaria de Habitação e das Cidades. O secretário Carlos Marun revela que as contratações em três anos e três meses já superam em 14 mil o que foi executado nos oito anos anteriores. Antes mesmo da assinatura do convênio para as 3.822 novas unidades, o número de obras contratadas já atingia 36.825. “Isso é resultado da grande parceria entre as prefeituras, o governo do Estado, o governo federal e os movimentos sociais. Com projetos tecnicamente viáveis, obras eficientes e correta prestação de contas, temos assegurado fluxo de recursos suficiente para garantir moradia, dignidade e emprego”.

Rural e indígenas

 Na Capital, o Projeto Casa Rural, uma das modalidades do Casa da Gente, garantiu cem unidades no Assentamento Sucuri, onde pequenos proprietários produzem alimentos orgânicos. “Foi uma ajuda muito grande. Estamos abrigados hoje aqui, e as casas que nós temos são todas com a ajuda do governo”, diz o assentado José Malaquias. “Se o governo não fizer a parceria com a gente, nós não temos condição de trabalhar sozinhos”, completa outro morador, João Batista. 

 Com a segunda maior população indígena do País, o governo investe para garantir segurança alimentar, trabalho e dignidade para as famílias residentes em aldeias. Na aldeia Jaguapiru, em Dourados, o governador André Puccinelli entregou cem casas, em parceria com o governo federal, seguindo os padrões indígenas de construção. O índio Gilmar Vieira Dias resume o que significa o recebimento da moradia. “É um sonho que eu realizei, porque se dependesse do meu bolso, acho que ia demorar muito para a gente conseguir um benefício desses”.

 

 

 

 

 

 

Cidades

 

Nas áreas urbanas, a prioridade da política habitacional é mudar a vida das famílias que vivem em área de risco. Em Bonito e Ribas do Rio Pardo isso aconteceu para centenas de moradores.

 

Com R$ 2,6 milhões foram construídos os residenciais Jardim das Palmeiras e São Joaquim, com 160 casas e toda a infraestrutura básica. O investimento levou mais qualidade de vida aos trabalhadores das carvoarias, como Lucinete Alves. “Hoje a vida é muito diferente, eu tenho a minha casa, pode chover que não molha”, ela diz, comparando com a situação em que vivia antes. Antônio Rosângelo também comemora essa superação: “Agora melhorou bastante, porque temos a nossa casa, o frio já não judia como judiava. Hoje a gente pode falar que ‘tá’ dentro de uma casa, né? Não é mais um barraco em que a gente morava”. 

Em Bonito, 212 famílias que viviam em área de risco se mudaram para os residenciais Bom Viver I e II, onde o investimento superou R$ 3,3 milhões.”Agora é outra coisa. A gente vai acordar e não tem tormento, não tem nada”, festeja Cleonice Moreira. Famílias de Ponta Porá que residiam às margens do córrego São João também foram transferidas para um lugar melhor, o bairro Recanto do Bosque, com 180 casas.  “Antes chovia, molhava. Agora eu 'tô' aposentado e tenho uma casa própria, boa, com piso, que já 'tá' murada”, conta Geraldo de Campos. Feliz com a conquista, o morador Saulo Barbosa dos Santos também planeja melhorias no imóvel. “'Tô' pensando até em aumentar, fazer um investimento, porque agora eu vou ter um filho aqui já”. 

As parcerias garantem projetos de moradia para famílias com diversas faixas de renda. Na Capital, o Residencial Oiti, com 898 casas, assegurou casa própria para pessoas com renda de três salários mínimos. Em outra região da cidade, foi construída a primeira etapa do Residencial Ramez Tebet, acessível a quem tem renda menor. O investimento de R$ 4,2 milhões permitiu edificar 487 unidades; mais 313 estão em obras. 

A entrega das casas é o momento maior de alegria dos mutuários, mas para muita gente as construções garantem qualidade de vida desde a base. “Esses investimentos são muito bem-vindos para Mato Grosso do Sul, porque assim os nossos trabalhadores podem ter acesso ao mercado de trabalho. A construção civil já teve um período de decadência em 2003. Em 2005 começou o fomento da geração de emprego e hoje estamos até precisando qualificar trabalhadores, porque o setor aqueceu muito através das linhas de crédito do governo estadual e federal”, avalia o presidente do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Civil do Estado, Samuel da Silva Freitas.

 

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