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Emprego - 08/01/2010 - 09h53

Principais trechos da entrevista do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, ao programa Bom Dia Ministro




Por Redação Pantanal News/Governo Federal

Empregos em 2010 - A   questão de geração de emprego mostrou ao mundo que o Brasil estava preparado para enfrentar essa crise. Enquanto o mundo todo está desempregando, como os Estados Unidos, que fizeram uma comemoração por ter perdido apenas 80 mil vagas, o Brasil gerou até novembro 1,4 milhão de novos postos de trabalho.
É claro que agora em dezembro nós perdemos um contingente de mais de 300 mil contratos temporários. Então o saldo vai ser mais de 1 milhão ao final do ano. Mas um saldo de mais de 1 milhão de empregos, num mundo que está desempregando, é uma amostra da força da economia nacional, do poder de compra do trabalhador, do controle da inflação e do Brasil crescendo.
Eu prevejo que em 2010 nós vivamos o melhor ano de todo o governo Lula para geração de emprego e para o crescimento econômico. Se o mercado interno, praticamente sozinho, garantiu 1 milhão de empregos em 2009, em 2010, com a melhoria do mercado internacional e com a volta do crescimento da economia, vamos gerar mais de 2 milhões de empregos. É um número muito forte, que coloca o Brasil num patamar de vanguarda

Piso salarial regional - Eu vejo positivamente as iniciativas de criação de pisos distintos nos estados. O Brasil é um país com 27 estados e realidades diferentes. Não se pode comparar a economia do Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro ou Santa Catarina com outros estados que se emanciparam mais recentemente. Mato Grosso e Mato Grosso do Sul têm uma extensão territorial imensa para ser administrada. O Pará e o Amazonas não têm ainda uma indústria forte. Eu acho positivo que os governadores queiram puxar o salário para cima, porque isso ajuda a economia. Eu não conheço nenhuma empresa quebrando por ter aumentado o salário do trabalhador. Sabe por quê? O salário está no custo do que a empresa vende. Então, a empresa vai colocar no custo. Ela não perde nada e a economia ganha. É mais dinheiro circulando, mais gente fazendo compras. Com isso, vende-se mais. Vendendo mais, produz mais. Produzindo mais, há mais emprego e mais distribuição de riqueza.

Ano eleitoral - As eleições não podem ser impeditivos para você dar um salário mais justo para o trabalhador. Acho que salário é investimento. Quanto melhor o salário que se paga, mais a economia cresce. Se estamos em um ano eleitoral, paciência, ótimo. Sou um defensor de salário digno. Só o salário digno dá cidadania. Nós não podemos parar a máquina administrativa por ser ano eleitoral.

Seguro Desemprego - A partir de março começaremos a informatizar todo o processo do Seguro Desemprego. Em 2007, os processos de pedido levavam 90, 120 dias. Hoje levam entre 30 e 45 dias. Os recursos não, eles demoram mais, porque às vezes há processos em que a empresa não depositou o dinheiro, e daí demoram mais. Mas, em média, o prazo é de 30 a 45 dias. Com a informatização pretendemos baixar esse prazo para 15 dias.

Jornada de 40 horas semanais - Eu sou favorável. A maioria dos países do mundo pratica menos que 40 horas semanais. A Europa toda tem uma média de 36, 37 horas. Os Estados Unidos praticam entre 35 e 36 horas. E isso não prejudicou nada. Ao contrário, ajudou a economia desses países a crescer.
O Brasil tem uma realidade que dificulta ainda mais, que é o transporte rodoviário. A maioria dos estados brasileiros ainda depende majoritariamente dos ônibus. O trabalhador leva, em média, entre uma hora e meia a duas horas para ir de casa até o trabalho e voltar. Então ele já tem as 44 horas semanais, e mais duas horas diárias gastando em transporte, deixando de estar com a família, de ter tempo para estudos e lazer. Eu sou a favor da redução da jornada e falo isso publicamente. Porque essa é a evolução que a humanidade deve ter. O mundo todo já pratica. Por que o Brasil não pode praticar?

Qualificação - Hoje a grande dificuldade que temos no mercado de trabalho é trabalhador qualificado. Em São Paulo, por exemplo, na área de construção civil se tem  muita dificuldade para encontrar mestres de obra, eletricistas ou azulejistas.
Precisávamos ter a capacidade de qualificar, todo ano, pelo menos três a quatro milhões de trabalhadores, tendo em vista a rotatividade do mercado e o crescimento da economia.
Agora não se faz isso de um dia para o outro, até porque não se desenvolveram escolas técnicas. O governo do presidente Lula está dobrando o número de escolas técnicas, mas essas instituições têm cursos que são de média ou longa duração, de no mínimo dois anos. O grande desafio para a gente é aquela qualificação mais simples. Aquela que em 300 ou 400 horas-aula dê condição do trabalhador aprimorar-se numa profissão e conseguir um emprego. Esse é o nosso desafio.

Novo salário mínimo - O grande ganho do salário mínimo é o ganho real. Esse aumento de R$ 465 para R$ 510 significa quase 10% de acréscimo. Como a gente imagina que a inflação de 2009 chegue a quatro e pouquinho, é um ganho real de quase 6% acima da inflação. Isso é importantíssimo para a economia. Beneficia os que ganham um salário mínimo e os aposentados e pensionistas. E aqueles que têm como parâmetro para o seu aumento o valor do salário mínimo. Chega a quase 40 milhões de brasileiros que, direta ou indiretamente, acabam sendo beneficiados com o aumento do salário mínimo.

Trabalhadores da melhor idade - Nos últimos dois anos, por incrível que pareça, os trabalhadores da faixa de 50 anos são os que mais estão sendo contratados pelas empresas. É um sinal de que está começando a se respeitar quem tem experiência, o que é fundamental. E segundo, é sinal de aquecimento da economia. Acho que não tem outro segredo: melhorar a economia, incentivar o mercado interno e ajudar o ganho real do salário, para que gere mais emprego, e com isso os mais experientes, quem está na melhor idade, possam ser aproveitados.

 

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