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Eleições 2008 - 22/09/2008 - 16h00

Exclusivo: Só o laudo definirá as causas, diz perito que investiga incêndio em comitê de Aquidauana

Pantanal News tem acesso parcial ao exame pericial; investigação policial descobrirá motivação e autoria




Armando Anache/Pantanal News

Perito Aires Vilalba mostra o interior do Fiat com os bancos destruídos

Reprodução: Perícia criminal da Polícia Civil

O fogo destruiu parcialmente a traseira da moto

Reprodução: Perícia criminal da Polícia Civil

O fogo atingiu, com maior intensidade, as laterais das portas e a parte de cima do Fiat; pneus ficaram intactos

Armando Anache/Pantanal News

Portão feito de ripas de madeiras entre a calçada e o corredor, formado pelas duas casas, onde estava e ainda permanece o Fiat; vigia só chegaria às 22h
Por Armando de Amorim Anache

A mais provável causa do incêndio causado em um veículo Fiat, ano 1993, estacionado no interior do comitê político do candidato a prefeito de Aquidauana, Odilon Ribeiro (PDT), na quinta-feira (18), é a combustão causada por líquido inflamável, jogado em cima da lataria do teto e, provavelmente, no interior do carro, por cima dos bancos da frente.

A informação, conseguida com exclusividade pelo Portal Pantanal News, é do perito criminal forense Aires Batista Vilalba, 44, há 20 anos na Polícia Civil do Mato Grosso do Sul.

Depois de estar no local do incêndio, e analisando fotos tiradas por integrantes da sua equipe de trabalho – perito João Costa e agente de Polícia Científica Ellison Ferreira Xavier -, Aires Vilalba diz que o fogo mais intenso atingiu a parte traseira do Fiat.

“Posso observar que, do lado esquerdo do veículo, onde fica o motorista, os vidros deveriam estar abertos, pois derreteram por dentro da lataria que forma a porta, devido ao intenso calor”, afirma Vilalba.

Para ele, os vidros do lado direito do Fiat estavam fechados, pois quebraram em função de uma força vinda de dentro para fora, que fez com que os estilhaços caíssem no chão, também do lado direito, paralelamente ao passageiro da frente.

Todo o interior do Fiat, ano 1993, foi destruído. Dos bancos dianteiros, restaram apenas as armações de ferro e molas. Os pneus, no entanto, ficaram intactos. “Isso ocorreu porque o fogo, ao que tudo indica e na minha opinião, começou de cima para baixo”, diz o perito Aires Batista Vilalba. Para ele, a posição da tampa do compartimento de combustível do carro indica que nada foi mexido ali. "Descarto a hipótese de alguém ter colocado fogo dentro do tanque de combustível e, também, de alguma pane elétrica, por exemplo."

Olhando atentamente a tela do seu monitor do computador, onde aparecem as fotos do Fiat e de uma moto, também atingida pelo fogo, Vilalba chama a atenção para os pára-choques do carro. “Observe que nenhum deles, tanto o dianteiro quanto o traseiro, foi atingido pelo fogo, pois estão intactos; por isso tenho a opinião que as áreas mais atingidas foram as laterais, o interior e o teto do Fiat”, diz o perito criminal forense, que tem prazo de 10 dias para apresentar o laudo.

Em outra foto, que deverá ilustrar o laudo de exame pericial, aparecem no chão, em cada lado do Fiat, dois montes de cinzas pretas, embaixo dos pontos onde estavam colocados os espelhos retrovisores externos. "Um leigo poderia afirmar que são cinzas de  embalagens de refrigerante, por exemplo, que poderiam ter sido usadas, com pavios, para iniciar o fogo; no entanto uma linha que fizemos, no chão, depois de retirado o carro, mostra que eram os pontos onde estavam os espelhos externos", afirma Vilalba.

“Não posso, ainda, afirmar nada hoje (22), pois dependo da concordância do meu colega de trabalho, o segundo perito João Costa, que também vistoriou o local e os veículos atingidos pelo fogo”, declara Aires Batista Vilalba.

Ele também chama a atenção para a foto que mostra moto, atingida pelo fogo. Mostra que apenas a parte traseira dela, incluindo o banco, foi atingida. Para o perito, alguém poderia ter jogado líquido inflamável em cima dela – gasolina, álcool ou diesel, por exemplo – ou, ainda, ela teria sido alcançada pelas chamas que consumiam o Fiat, estacionado próximo.

O perito Aires Batista Vilalba é enfático ao declarar: “Só o laudo pericial, requisitado pelo Instituto Hercílio Macellaro, de Campo Grande, definirá as causas do incêndio [no comitê político situado na rua Nelson Felício dos Santos, Centro], depois a equipe de investigação, chefiada pelo delegado José Raimundo Pinto Filho, buscará a autoria e as motivações.”

No comitê onde ocorreu o incêndio, há um portão feito de ripas de madeira, com intervalos entre uma e outra, o que proporciona pequena visão de fora para dentro da propriedade e, também, no sentido inverso. Este portão de duas folhas, por onde entram e saem os carros, segundo foi apurado pelo perito Vilalba, ficaria apenas encostado, sem nenhuma tranca.

Ao chegarem ao comitê, depois do incêndio, os peritos observaram que o corredor existente entre duas construções – local onde estava estacionado o Fiat, com a moto ao lado – estava com pouca iluminação artificial. Mesmo com o início da noite [19h45 é o horário em que os bombeiros afirmam ter chegado ao local] de Lua Cheia, pode se observar, nas fotos feitas pela equipe de perícia, que o local era mal iluminado.

O laudo do exame pericial tem prazo de dez dias para ser apresentado.

Os integrantes da equipe de gravação dos programas de rádio do candidato do PDT à Prefeitura de Aquidauana, Odilon Ribeiro, chefiados pelo radialista e dono do Fiat, Marcelo Ortiz, estavam dentro do estúdio, improvisado em uma das casas. “Não havia ninguém naquela área do comitê, pois o vigia só chega às 22 horas; nós fomos retirados do estúdio pelos bombeiros”, diz Marcelo Ortiz.

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Comentários
ZÉ DUM ÔIO SÓ, em 21/09/2010 - 21h41

Esse perito é mesmo uma mula, ou melhor, um bucéfalo, Se nem mesmo ele tem certeza, como ele mesmo disse, que só o Laudo do Instituto de Criminalística poderá dizer o que aconteceu, então por que é que essa mula fica falando besteira. Espera o Laudo pra ter certeza!

 
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