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Ciência e Tecnologia - 24/09/2009 - 09h17

Britânicos descobrem que geleiras da Groenlândia e Antártida derretem em velocidade acelerada






Imagem de satélite colorida mostra áreas mais afetadas pelo derretimento dos mantos de gelo na Antártida e na Groenlândia



Por Redação Pantanal News/uol.com.br

Cientistas britânicos descobriram que os mantos de gelo - enormes geleiras que datam da última grande glaciação do planeta - da Groenlândia e da Antártida estão encolhendo a um ritmo muito mais rápido do que se imaginava. Segundo o estudo, publicado no jornal científico "Nature", as geleiras estão perdendo 9 metros de profundidade por ano desde 2003.

Geleiras da Groenlândia são tomadas por águas mais quentes


Os cálculos foram feitos a partir de dados de satélite da Nasa e confirmam o que alguns dos cientistas mais pessimistas já diziam: o derretimento das duas maiores camadas de gelo do mundo está acelerando e se retroalimentando. Em algumas partes da Antártida, as taxas anuais de perda de gelo entre 2003 e 2007 foram 50% maiores do que aquelas registradas entre 1995 e 2003. Na Groenlândia, 81 das 111 geleiras da região estão afinando em ritmo acelerado.

"O principal problema não é o calor do ar, mas a água próxima aos mantos de gelo", disse Hamish Pritchard, da British Antarctic Survey, um dos autores do estudo. "A água não só está mais quente, como também está se misturando ao gelo e causando um maior derretimento".

Para Pritchard, o derretimento das geleiras é um efeito fora de controle. "A questão é saber até quando ele vai durar", disse o pesquisador.

A pesquisa não responde à dúvida mais importante motivada pelas novas informações: o quanto as projeções de aumento no nível dos mares deve subir com o derretimento dos mantos de gelo.

Conforme os cientistas observam os recuos das geleiras, os mais otimistas acreditavam que o derretimento poderia ser freado, ou um fenômeno temporário. Mas para o professor Richard Alley, da Penn State University, nos Estados Unidos, as novas medidas das calotas polares acabam com essa visão mais otimista.

"O estudo é alarmante", disse Jason Boz, da Ohio State University, também nos EUA. Para ele, os novos dados mostram que "estamos subestimando quão sensíveis os mantos de gelo são às mudanças [climáticas]".

 

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Comentários
ives , em 24/09/2009 - 11h50

Creio que é irreverssível a aceleração do degelo na Groenlândia e Austrália, por que os "tratados" entre países poluidores até agora só ficaram nas intenções, os desmatamentos só aumentam, não há controle efetivo do governo, pois muitos políticos são donos de terras interessados na criação de gado. Sem contar que prá cada árvore derrubada, logo estaremos fabricando 2 ou mais carros e que estarão acabando com a qualidade de vida nas cidades, pois não há espaço prá circular e as distâncias aumentam pelo crecimento das cidades, então, mais combustíveis, mais poluição, portanto enquanto não houver solução concreta para transportes de massa e todo mundo querendo andar no seu carrinho "novo" só indo se mudar para outro planeta. Há ainda que acrescentar que muitas empresas em países em desenvolvimento, como EUA, Brasil, China,India etc. não possuem sistemas eficientes para não poluirem. Esses controles de poluição deveriam ser massificados, as empresas alegam que tem custos, é um trabalho longo a ser iniciado em todas as escolas para que as crianças concientizem-se do que será o futuro delas. Resta aos governos e empresas agirem porque a natureza já está se manifestando pelo menos no Brasil há uma decada. Obrigado.

 
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