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Sindicatos - 02/09/2009 - 10h41

CTB diz que redução de jornada para 40 horas vai proporcionar melhor distribuição de renda no País






Ricardo Froes, pres. CTB MS
Por Redação Pantanal News/Wilson Aquino

A redução de jornada de 44 para 40 horas semanais sem reduzir salários, além de gerar milhares de empregos para Mato Grosso do Sul e demais Estados do País, vai proporcionar melhor distribuição de riqueza, um combate frontal à concentração de renda nas mãos de poucos. Isto sem contar que a diminuição da injustiça social seria o quadro resultante. Esta é a opinião da CTB/MS (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), segundo seu presidente, o advogado e professor Ricardo Martinez Froes, que preside também o Sintrae/MS (Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de MS).

 

A CTB é uma das entidades que tem lutado incansavelmente pela aprovação dessa proposta que tramita no Congresso Nacional. Sindicalistas de Mato Grosso do Sul e de outros Estados, ligados a ela, têm participado de todo processo de tramitação da matéria em Brasília. A expectativa de Ricardo Froes é de que a proposta será votada ainda neste segundo semestre.

 

O trabalhador, segundo Froes, com a redução de jornada, poderá usufruir dos benefícios do crescimento econômico que o País terá e desfrutar do seu desenvolvimento, como por exemplo, tendo acesso ao consumo de qualidade.

 

Além da melhoria da qualidade de vida a CTB/MS avalia que o trabalhador vai ganhar mais saúde trabalhando 40 horas semanais. “Nossos postos de saúde hoje estão lotados de trabalhadores com sérios problemas de saúde provocados pela excessiva carga horária de trabalho”, comenta Ricardo Froes. “Com mais tempo para dedicar ao lazer e à família os trabalhadores vão ganhar na qualidade de vida que implica dizer em mais saúde e menor presença de pessoas nos postos de saúde e hospitais”, complementou.

 

O presidente da CTB/MS não tem dúvida de que a redução de jornada vai proporcionar sim melhor distribuição de renda no País, sem queda na produção e produtividade. Aliás, o desempenho dos trabalhadores nas 40 horas deverá ser maior proporcionando rendimento igual ou maior que as 44 horas. “Não temos dúvida disso. Estudos comprovam resultados positivos em vários aspectos com essa mudança justa que a maioria do povo brasileiro deseja”, comentou.

 

O projeto que trata do assunto é a PEC 231/95, que além de reduzir a carga horária, também prevê a elevação do valor da hora extra para 75% sobre a hora normal.

 

Froes lembrou os dados recentes fornecidos pelo ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, de que hoje 40% dos países do mundo adotam a carga média de 40 horas semanais. Na América do Sul, o Uruguai tem uma média de 41,6 horas de trabalho por semana; A Argentina, 41,5 horas; e o Chile, 42,1 horas.

 

Em recente audiência pública na Câmara dos Deputados, o ministro Carlos Lupi defendeu veementemente a redução de jornada e mostrou, com números, a viabilidade dessa proposta, derrubando os argumentos patronais de que geraria inflação, demissão de empregados etc. “Os números e estudos demonstram realmente a viabilidade dessa proposta que vai melhorar a vida do brasileiro e consequentemente do Brasil”, reforçou Ricardo Froes.

 

O sindicalista mostrou, por fim, fatos que comprovam que é possível reduzir a jornada de trabalho sem prejudicar a produção: A produtividade do trabalho mais que dobrou na década passada; O custo dos salários no Brasil é um dos mais baixos do mundo; O peso dos salários no custo total de produção é baixo; Nos últimos anos, a flexibilização da legislação trabalhista, a introdução de novas tecnologias e as novas formas gerenciais trouxeram um aumento significativo do ritmo de trabalho. “Por esses e outros motivos não temos dúvida de que a redução de jornada para 40 horas é o melhor para o Brasil e para os brasileiros e brasileiras”, afirmou.

 

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