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Sindicatos - 03/08/2009 - 14h45

Sindicalistas ameaçam invadir MPT






Por Redação Pantanal News/Wilson Aquino

Sindicalistas de Mato Grosso do Sul prometem invadir o Ministério Público do Trabalho, no caso de os procuradores continuarem a ingressar com ações na Justiça solicitando o cancelamento da cobrança da contribuição sindical dos trabalhadores. Os procuradores querem que a taxa incida apenas sobre os assalariados sócios do sindicato, apesar de toda categoria (sindicalizada ou não) ter os mesmos direitos sobre os benefícios que constam dos acordos e convenções coletivas. A mesma ação será desencadeada nos demais estados brasileiros onde essa ameaça persistir, informa Idelmar da Mota Lima, presidente da Força Sindical Mato Grosso do Sul eleito membro da executiva nacional desta que é a maior central sindical do País.  

A decisão de invadir literalmente o MPT nos Estados foi anunciada durante o 6º Congresso Nacional da Força Sindical, que terminou neste fim de semana em Praia Grande, litoral sul de São Paulo. O presidente nacional da Força, deputado federal Paulo Pereira da Silva (Paulinho) teceu duras críticas aos procuradores “que são bons para se meter nos sindicatos, mas não vão às empresas para fiscalizar as péssimas condições de trabalho”, denunciou.  

Paulo Pereira chamou de moleques uma parte dos procuradores que atuam hoje nos Estados. “Assim como enfrentamos a ditadura, vamos enfrentar estes moleques (uma parte dos procuradores) filhos de patrão”, ameaçou. O dirigente também defendeu a ratificação pelo Brasil da Convenção 151 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que trata das negociações coletivas dos servidores públicos.

O 6º Congresso Nacional da Força Sindical, segundo o presidente da entidade em MS, contou com a participação de mais de 4 mil dirigentes sindicais dos 27 estados. Durante três dias eles debateram  temas como: redução de jornada de trabalho de 44 para 40 horas, fortalecimento da central, campanhas salariais unificadas, unidade das centrais sindicais, constituição do secretariado nacional, campanha de sindicalização, qualificação profissional e trabalho decente, entre outros.

Outro ponto alto do encontro foi a eleição de chapa única para dirigir a central. Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, foi  reeleito presidente da entidade, que tem ainda como secretário geral João Carlos Gonçalves, Juruna, tesoureiro Luiz Carlos Mota e o Geraldino dos santos, secretário de Relações Sindicais.

Mato Grosso do Sul elegeu 8 sindicalistas na direção nacional da Força Sindical. Isto, segundo Idelmar da Mota Lima, um dos eleitos, graças à sua força política e sindical que tem crescido bastante na luta em defesa dos interesses dos trabalhadores. Além dele, foram eleitos também, por MS, seguintes sindicalistas: Estevão Rocha dos Santos, representante do segmento de trabalhadores em empresas contábeis e de assessoramento; José Lucas da Silva, da movimentação de mercadorias; Maria das Dores Rocha, dos servidores públicos; Paulo César Benites, dos instrutores de trânsito; Hélio Cosmo Rodrigues, contábeis; Eurídes Silveira, comerciários e Dorvair Boaventura, mototaxistas. 

Parlamentares na mira

Sindicalistas de Mato Grosso do Sul filiados à Força Sindical vão enviar ofício a todos parlamentares do Estado (bancada federal) solicitando que votem a favor do projeto que reduz a jornada semanal de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem corte nos salários, e que aumenta o adicional da hora extra dos atuais 50% para 75%. Quem não acatar esse pedido será alvo de “perseguição política sindical” em 2010, durante a corrida eleitoral.

A decisão foi tomada pelo presidente da central no Estado, Idelmar da Mota Lima. Segundo ele, esse mesmo procedimento será adotado nos demais Estados, conforme ficou acordado durante o congresso da central.

“Esperamos que nossos deputados federais e senadores acatem esse pedido de redução de jornada que é a vontade de todo trabalhador brasileiro e que conta com um número cada vez maior de autoridades, pois entendem que é um meio eficiente de aumentar as ofertas de emprego no País”, comentou o sindicalista informando que o próprio ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que participou do encontro em Praia Grande aprova essa medida e tem sido uma das forças na luta pela sua aprovação.

Num primeiro momento, os dirigentes vão pedir o voto dos deputados e senadores a favor da semana de trabalho menor, porém a pressão vai se intensificar caso os políticos não queiram atender a reivindicação das centrais sindicais.

 

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