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O Estado do Pantanal - 12/09/2008 - 09h10

Coletivo e Fórum de Mulheres Negras de MS analisam dados da ONU




Edemir Rodrigues

Por Tereza da Penha/Notícias MS

          A militância do Coletivo de Mulheres Negras de Mato Grosso do Sul “Raimunda Luzia de Brito” (CMNegras-MS) e o Fórum Nacional de Mulheres Negras (FNMN) fazem uma análise referente aos dados da ONU, em que consta que “apesar de representarem mais de 70% do mercado de trabalho, mulheres e negros ainda são discriminados na área profissional”. Militantes entendem que tal informação é uma cruel realidade, que necessita de políticas públicas.

          O relatório sobre Emprego, Desenvolvimento Humano e Trabalho Decente – A Experiência Brasileira Recente foi divulgado no dia 8 deste mês pela Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com a matéria da Agência Brasil, o estudo foi elaborado em conjunto por três agências da ONU: Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud), Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal).

          A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia Estatística (IBGE), demonstra que, em 2006, o rendimento médio real das mulheres não-negras era de R$ 524,6, enquanto o das negras era de R$ 367,2. Já os homens negros receberam um rendimento médio de R$ 451,1, contra a remuneração de R$ 724,4 obtida pelos não-negros.

             Militância   

          “Do ponto de vista da militância, o que a gente vem denunciando, comentando, debatendo é que as mulheres negras se encontram abaixo de todos os demais segmentos que são parâmetros de indicadores de desigualdades sociais. Na pirâmide social, as mulheres negras se situam abaixo do homem negro. Ao analisarmos as referências da ocupação profissional e os rendimentos salariais, a discrepância é evidente”, disse a diretora-presidente do Coletivo de Mulheres Negras de Mato Grosso do Sul e da coordenação do Fórum Nacional de Mulheres Negras de Mato Grosso do Sul e Goiás, Ana José Alves Lopes.

             “O que as instituições não governamentais, o terceiro setor, as militantes dos movimentos sociais de mulheres negras afirmam e os dados da ONU agora apontaram, é que as mulheres negras têm seu rendimento inferior ao do homem negro. Então, a tese de que estamos na base da pirâmide social é uma cruel realidade e muito perversa. Essa é a nossa colocação das reais condições das mulheres negras, que necessitam de políticas públicas na temática, trabalho e geração de renda, que as políticas se efetivem para erradicar a desigualdade de gênero e racial”, relatou a diretora-presidente do CMNegras/MS.

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