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Meio ambiente - 29/05/2009 - 16h10

Reflorestamento: agricultores paraibanos recebem 90 mil mudas




Por Assessoria de Comunicação Social MDA/Incra

 

Até este domingo (31), 15 assentamentos da reforma agrária e comunidades da agricultura familiar da região do Brejo paraibano irão receber 90 mil mudas de espécies arbóreas e frutíferas para ações de reflorestamento. As mudas de caju, pinha, graviola, acerola, goiaba, tamarindo, gliricídia, sabiá, leucena, angico, nim e pau d’arco foram produzidas nos assentamentos Osiel Pereira, no município de Remígio, e Pororoca, em Nova Floresta, e ainda em áreas da Associação de Promoção do Desenvolvimento Sustentável (Aprodes), em Bananeiras, e da Associação em Formação de Incentivo para o Nordeste Karente (Afink), em Araruna.

A produção das mudas faz parte do Projeto Capacitação e Educação Ambiental, que reúne recursos da Fundação Banco do Brasil, do Sebrae, da Petrobrás e envolve cerca de seis mil pessoas, entre agricultores e técnicos. As espécies foram escolhidas pelos próprios beneficiados, que pertencem, em sua maioria, a associações de apicultores formadas por assentados e agricultores familiares.

De acordo com o diretor da Aprodes, Paulo Rech, desde 2004, quando se envolveu com o projeto, a Associação já produziu 200 mil mudas e capacitou 600 pessoas. “Os agricultores que recebem as mudas participam de um seminário agroecológico, em que são tratados temas como a conservação de solo e da água, a produção de mudas e o manejo florestal. Planejamos promover 30 seminários durante todo este ano e temos como meta capacitar mais 450 pessoas”, disse.

Paulo Rech explica que, após a capacitação, os agricultores são cadastrados e é feito o levantamento das necessidades e das condições climáticas de cada área para definir as melhores espécies para o plantio. O Projeto Capacitação e Educação Ambiental inclui ainda a realização de campanhas educativas nas escolas públicas da região e a distribuição de mudas com os alunos.

O sucesso do Projeto vem atraindo a atenção de outros municípios. “Inicialmente tínhamos dificuldade na distribuição das mudas, mas agora, após várias reuniões e capacitações nas comunidades, os agricultores estão conhecendo as vantagens do plantio de árvores e da preservação de espécies nativas. Eles já estão conscientes de que preservando o meio ambiente podem ter mais retorno econômico para suas comunidades”, afirmou Paulo Rech.

Vantagens

Para Osiel Fernandes da Silva, morador do Assentamento Vazante, no município de Campo de Santana, onde foram plantadas cerca de cinco mil mudas no período de 2007 a 2009, o Projeto Capacitação e Educação Ambiental é muito importante porque leva o conhecimento sobre o meio ambiente ao homem do campo. Ele cita como exemplo o caso de José Félix, do mesmo assentamento, que está plantando várias espécies nativas para recuperar a área de sua parcela com sinais de erosão.

João Cândido da Silva, do Assentamento Santa Vitória, em Bananeiras, afirma que é fácil reflorestar e mudar a “cara” da terra. “Se plantada na época certa, a muda não morre. A minha terra estava sem árvores, mas depois que eu plantei as mudas a paisagem mudou. A gente agora tem sombra, frutos e até forragem para os animais. Venho preservando as matas de árvores nativas, como aroeira, angicos, pau d’arco, João mole, catingueira, sabiá, gliricídia e até produzindo minhas próprias mudas”, contou.

Educação ambiental

A educação ambiental e a distribuição de mudas fazem parte da formação de novos apicultores e é considerada um dos fatores determinantes para o sucesso da produção de mel nas regiões do Litoral, Agreste, Brejo e Curimataú paraibanos. Nestes locais, existem cerca de 100 assentados apicultores e 700 colméias em plena produção.

Em 2008, o grupo de assentados beneficiou aproximadamente 30 toneladas de mel sob o rótulo Natuflora, produto que está sendo fornecido para alimentação escolar em quatro municípios da região do Brejo.

O mel produzido em 22 assentamentos da reforma agrária do Litoral, Agreste, Brejo e Curimataú paraibanos é coletado em 11 unidades de extração construídas em 2008 com recursos do Incra, por meio do Projeto Terra Sol. Toda a produção é beneficiada na Casa Mel, um entreposto construído em parceria com a Fundação Banco do Brasil e a Petrobrás.

“A apicultura é uma experiência louvável porque também torna os assentados mais conscientes da importância da conservação das reservas ambientais dos assentamentos e da necessidade de reflorestar áreas degradadas, já que a produção do mel depende das flores”, afirma o superintendente do Incra/PB, Frei Anastácio.

Francisco de Assis de Lira Santos, do Assentamento Pedro Henrique, no município de Solânea, começou a trabalhar com a apicultura em 1995 e atualmente se define como defensor da natureza. “É uma atividade muito boa porque as abelhas trabalham para você e você não gasta muito tempo com elas. Planto milho, feijão, fava e girassol, mas o mel tem uma parte muito importante na renda da minha família.  Construi e reformei minha casa e já comprei uma moto com o dinheiro do mel”, diz

 

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Comentários
antonio simao dos santos, em 31/05/2009 - 21h15

Para arvorizar as cidadedes do nrdeste seria necessario que os prefeitos ensenta-se de IPTU quem ganhase e cuidase deta palnta sem deichar que ela morrece seria um encentivo para o periododo de seca cuidadando dela estou em sp. mas estou por dendtro dos poblemas deste povo tao sofrido eu sou de solanea pb.

 
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