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Finanças - 27/05/2009 - 13h29

BC: tendência é de continuidade da recuperação do crédito e de queda da inadimplência




Por Kelly Oliveira, da Agência Brasil

 

A tendência é de continuidade da recuperação do crédito e redução da inadimplência, principalmente para pessoas físicas (famílias), afirmou hoje (27) o chefe do Departamento Econômico do Banco Central (BC), Altamir Lopes. A crise financeira internacional, agravada em setembro do ano passado, reduziu o crédito disponível no mercado.

Segundo Lopes, o segmento de pessoas físicas é o primeiro a reagir. “Com a volta das linhas de crédito para esse segmento, a própria inadimplência tende a cair. Outro aspecto é a queda na taxa de juros, que também possibilita às famílias honrar seus compromissos”, disse Lopes.

Para as empresas, segundo Lopes, essa recuperação será “algo mais lento”. Segundo dados do BC divulgados hoje, a taxa geral de inadimplência subiu de 5% para 5,2%, a maior desde outubro de 2000 (5,3%). Para as pessoas jurídicas, a taxa passou de 2,6% para 2,9%, a mais elevada desde maio de 2002 (3%). No caso das famílias, a taxa caiu de 8,4% para 8,2%.

A média diária das concessões para as pessoas jurídicas caiu de R$ 4,588 bilhões para R$ 4,485 bilhões e para as pessoas físicas subiu de R$ 2,490 bilhões para R$ 2,679 bilhões de março para abril.

De acordo com Lopes, o crédito para as pessoas físicas é “puxado pelos financiamentos habitacionais e consignados”. O crédito consignado teve saldo de R$ 73,648 bilhões, um aumento de 3,8% de março para abril e de 21,1% em 12 meses. O financiamento habitacional concedido para pessoas físicas ou por meio de cooperativas de crédito teve saldo de R$ 69,584 bilhões em abril, um aumento de 2,6% no mês e de 40% em 12 meses.

No caso das empresas, Lopes afirmou que o crédito é influenciado pelo câmbio. “Temos parcela significativa do crédito que é indexada ao câmbio”. Segundo Lopes, se for desconsiderado o efeito do câmbio em abril, o crédito para pessoas jurídicas subiria 1% em vez de cair 0,1%.

Segundo Lopes, a redução na taxa básica de juros, a Selic, tem reflexo nos juros cobrados do consumidor para as pessoas físicas e também há influência da redução do spread (diferença entre a taxa de captação e a cobrada do tomador). Para as pessoas físicas, segundo Lopes, o spread não caiu e o motivo pode ser o aumento da inadimplência para esse segmento.

De acordo com os dados preliminares, neste mês, os juros para as pessoas físicas continuam a cair. A taxa para o cheque especial caiu 2,8% neste mês até o dia 14 (163,5% ao ano), na comparação com os juros cobrados ao final de abril. No caso do crédito pessoal, incluídas operações consignadas em folha de pagamento, a taxa caiu para 47,9%, uma redução de 0,9 ponto percentual. A taxa média para pessoas físicas caiu um ponto percentual para 47,9% ao ano. Para as pessoas jurídicas, a taxa ficou estável em 28,8%. O spread para as pessoas jurídicas (18,5 pontos percentuais) subiu 0,2 ponto percentual e para as pessoas físicas caiu 0,7 ponto percentual, para 37,8 pontos percentuais.

O volume de crédito, que em abril chegou a R$ 1,248 trilhão, cresceu 0,2% neste mês até o dia 14, sendo que para as pessoas físicas a alta foi de 1,5% e para as empresas houve redução de 0,8%. O valor de abril representa 42,6% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país.

 

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