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Artigos - 18/05/2009 - 08h11

Nós Existimos!




Por Hiram Reis e Silva (*)

 

“A disciplina militar prestante

Não se aprende, Senhor, na fantasia,

Sonhando, imaginando ou estudando,

Senão vendo, tratando e pelejando”.

(Luís Vaz de Camões)

Por Coronel Hiram Reis e Silva, Porto Alegre, RS, 20 de Maio de 2009

A nação, estarrecida, assiste, deitada em berço esplendido, os escândalos e desmandos se sucederem. O presidente defende o uso das passagens aéreas pelas esposas dos parlamentares como se isso fosse moral ou legal.

“Existe uma hipocrisia muito grande nessa história da Câmara. Sempre foi assim. Não vejo onde está o tamanho do crime em levar a mulher ou o sindicalista para Brasília”. (Lula)

A Presidência da República gastou com os cartões corporativos cerca de R$ 3,6 milhões no ano passado nos gastos de Lula e da primeira-dama em viagens e compras.

O Instituto Brasiliense de Direito Público, de propriedade do Ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, abriga, no seu quadro de professores, seis Ministros do STF, os Ministros Eros Roberto Grau, Marco Aurélio Mello, Carlos Ayres Britto, Carlos Alberto Menezes Direito, César Peluzo e a senhora Cármen Lúcia Antunes Rocha. Pode o órgão máximo do judiciário brasileiro funcionar imparcialmente se seus ministros tem vínculos empregatícios com o presidente?

- R$ 10 milhões para amansar a UNE

Por Leandro Colon - Correio Braziliense - 02/03/2009

“A União Nacional dos Estudantes (UNE) ganhou na loteria no governo Lula. O repasse do Poder Executivo à entidade aumentou em 20 vezes nos últimos cinco anos. A soma dos recursos públicos transferidos chega aos R$ 10 milhões no período. Em contrapartida, as sexagenárias manifestações independentes e de críticas ao governo federal desapareceram. No lugar, sobra bajulação. Fotos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com dirigentes da entidade são exibidas com pompa no site da UNE.

O crescimento da verba recebida do governo foi meteórico. Os recursos saltaram de R$ 199 mil em 2004 para R$ 4,5 milhões no ano passado. Mas não parou por aí. O montante tende só a crescer em 2009: R$ 2,5 milhões já foram depositados na conta da UNE neste ano, segundo levantamento obtido pelo Correio no Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal (Siafi). Nada mal para quem recebeu cerca de R$ 1 milhão em oito anos do governo anterior, de Fernando Henrique Cardoso (PSDB)”.

- Ordem Na Casa - Ernesto Caruso, 13/05/2009

Por Ernesto Caruso, 13/05/2009

“A nação continua estupefata diante dos escândalos em todos os poderes, corrupção, nepotismo, assalto ao tesouro, uso dos cargos para beneficiar parentes e amigos, mas precisa acreditar em alguém insuspeito, de um nome muito acima dos que pululam e poluem a política e a administração pública, com nomes e sobrenomes, nas praças e poderes, mas não nos xadrezes; gente que enriquece de forma fraudulenta, compra o voto, assume os governos, nomeia juízes e ministros, como se a democracia justificasse o vergonhoso quadro atual do Estado brasileiro.

A situação é tão dramática que além de um nome há que se encontrar gente virtuosa que honre a sua estória de vida, que não queira macular a memória de pais e antepassados, que não se venda ao poder financeiro, nem se renda ao poder que detenha, para saciar a vontade de enriquecer sob a sombra, surrupiando o que não lhe pertence.

Puxa! Como mudar? São a exclamação e a pergunta que todos fazemos.

Ora, as eleições ocorrerão em outubro de 2010 e o governo Lula, atropelando a lei, está em campanha com o seu candidato - ele próprio - com um nome a tiracolo, a exterrorista e ministra Dilma Roussef, que apresenta como a sua provável sucessora. O TSE se cala diante de tamanha desfaçatez.

Os outros partidos não têm nomes em pauta, exceto o PSDB, com Aécio, Alckmin e Serra e o PMDB no muro, mantendo a costumeira ação morde-assopra, para tirar proveito enquanto pode, mas com alguns dos seus políticos brigando por candidatura própria.

Quem mais trabalha é o governo que usa a estrutura do Executivo, do Legislativo, a do próprio partido, o PT e a massiva propaganda pela TV/radio, esta para citar um exemplo presente, a da gripe suína; escambo dinheiro por visibilidade.

Lula não sai do palanque. O vice-presidente José Alencar defende a tese do terceiro mandato para o presidente afirmar que tem coisa mais séria para fazer do que discutir as possibilidades de continuar no poder, completando que está é preocupado em viajar pelo País para acompanhar de perto as obras do PAC (lê-se Dilma???). Como a dizer, eu não tenho tempo, mas quem quiser que discuta.

Por seu turno o ministro Tarso Genro, que tem interesse na proposta de reforma política que tramita no Congresso, defende o voto em lista e do financiamento público da eleição entre outros tópicos, afiançando que o Congresso, mesmo em crise, tem legitimidade para alterar o sistema eleitoral. Tais mudanças, na visão do ministro, têm que feitas neste ano para valer em 2010, sob pena de ameaças à democracia, para não permitir que o Congresso entre numa crise de legitimidade, exacerbando disputas entre o Executivo e o Supremo.

Abrir o debate é o objetivo, para outras propostas surgirem, sob encomenda. No bojo, naturalmente volta a questão do 3º mandado para Lula, ou da prorrogação do mandato para cinco anos e suspensão da reeleição, esta com o apoio do presidente do Senado, José Sarney. Previsto, ainda, se reabrir a via chavista de um plebiscito, um tanto mais difícil neste ano de 2009. O PT quer manter o poder e às vezes faz contraponto aparente ao pensamento de Lula, mas com Lula, sempre.

Inimaginável, prosseguir com Lula, Dilma, Dirceu, Delúbio, etc, mais a perseguição aos que lutaram e deram a vida na luta contra os terroristas que se locupletam no poder e do poder. O rancor persiste no coração dos derrotados. Um seminário, agora em maio de 2009, patrocinado pelo governo com a presença na abertura do ministro Paulo Vanucchi, da Secretaria Especial de Direitos Humanos, quando comemoram ‘A Luta pela Anistia: 30 Anos’, que do perdão almejado virou elevada indenização que se autoconcederam, de onde brota a notícia de que o procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, um dos participantes, é candidato a uma vaga no STF. Será mais um nomeado por Lula somado aos oito que votaram com o relator do processo Raposa Serra do sol, ministro Ayres Brito, pela reserva contínua e expulsão de não índios.

Insuportável prosseguir com um governo, onde um seu ministro - Carlos Minc - participa da marcha da maconha, ministro do Meio Ambiente, que não pode alijar o ser humano desse meio, nem colocá-lo em risco, incentivando o uso de tóxico, um cigarro piorado, maléfico ao cérebro, porta inicial do uso da cocaína e do crack, destruindo pessoas, transformando-as em molambos, zumbis, improdutivos, dependentes dos malfadados órgãos de saúde pública, que não atendem os doentes pela desnutrição, nem pelo ocaso da vida. E as famílias dos drogados, ministro? Como ficam? Meio ambiente sadio e homem doente da mente?

Quanta irresponsabilidade em busca de mais uma notoriedade; que fique com o colete psicodélico.

Mas, como Lula é blindado em relação a esses fatos, aparece como o único. Quem não presta e cai em desgraça, vira menos um; aliados e partidários. Quem surge e cresce, logo lhe descobrem uma mancha, mas sem corte nos afagos e amizade da corte.

A candidatura da ministra Dilma pode não deslanchar, por sua antipatia, passado sem expressão política, passado com a marca do terrorismo, assaltos, etc, ou até pela doença que lhe aflige no momento. Lula pode ser a alternativa do PT, anunciada pelo vice José Alencar. Luís Inácio que já incorporou o Lula, pretenderia acrescentar o I (primeiro), para felicidade geral da Nação, dizendo ao povo que fica, passando a ser lembrado na História como D. Lula I, nada demais ele se comparar a D. Pedro I, após tê-lo feito a Getulio e Juscelino. Que falta de opção.

Continuar o Brasil sob as ações do MST, de vulnerabilidade das fronteiras pela criação das reservas indígenas, os incentivos à luta de classes, agressões ao Brasil mestiço, crescimento do PIB referente à criminalidade, da baixa estima a que chegaram os mestres, desprovidos de autoridade, sendo agredidos por alunos mal educados, reflexo do mau exemplo dado pelos péssimos gestores do País.

O Brasil está com medo, sem rumo. O cidadão está acuado, se tranca em casa, evita sair à noite e não acredita nas autoridades. O medo venceu a esperança. Fazendas são invadidas dez, doze vezes. Produção destruída. Estudos perdidos. Ficar com essa gente ou devemos encontrar algum brasileiro, que possa dizer: Nós também podemos. Que tenha a coragem de mudar, energia para enxotar os vendidos e corruptos, simbolicamente representado pela bengalada de Yves Hublet, que tenha a chama da brasilidade tão intensa que faça o brasileiro crédulo na sua capacidade de mudar, voltar a ter esperança e sem medo.

Esse brasileiro existe. Demonstrou quem é. Teve a coragem de advertir a Nação na abordagem da questão indígena, afirmando ser uma política equivocada, prejudicial aos interesses nacionais. Não é um político e nem vai aceitar com facilidade ser candidato a cargo eletivo. Mas, não é temente aos desafios, senão teria ficado calado. Disse o que pensa. Sabe, que se aceitar, algumas línguas ferinas irão dizer que era isso que queria: ser candidato a algum cargo. Mesquinhas observações que não afetarão a sua consciência. Mas, outros irão abraçá-lo, muitos, muito mais dos que os venenosos, pois se quisesse cargo e posição não teria se posicionado com veemência e portanto, ter recebido tanta manifestação de apreço. Ser candidato também é um ato de coragem e desafio. Mais forte é a necessidade de mudança, a exigência de dias menos sofridos. A falta de opção para o eleitor. O Brasil precisa. Diz mais alto a fidelidade à Nação Brasileira, una, como nos foi legada. Nação mestiça, sem um Ministério da Igualdade Racial, que propõe tratar os brasileiros com desigualdade, ao invés de entender que os mais carentes não podem ser discriminados pela cor da pele, privilegiando uns em detrimento dos demais.

Mesmo que não escrevesse o seu nome, quem lesse até aqui, falaria com todas as letras: General HELENO, Gen Ex Augusto Heleno Ribeiro Pereira.

Defender o Brasil sempre será um bom combate.

Indo mais longe nesta digressão, os democratas não deveriam perder a oportunidade de lançar o nome do General Heleno, como candidato à Presidência da República em 2010.

Um respeitável nome pertencente a uma instituição com um dos maiores índices de credibilidade”.

- Carta a El-Rei de Portugal

Por Moniz Barreto, 1893

“Senhor, umas casas existem, no vosso reino onde homens vivem em comum, comendo do mesmo alimento, dormindo em leitos iguais. De manhã, a um toque de corneta, se levantam para obedecer. De noite, a outro toque de corneta, se deitam obedecendo. Da vontade fizeram renúncia como da vida.

Seu nome é sacrifício. Por ofício desprezam a morte e o sofrimento físico. Seus pecados mesmo são generosos, facilmente esplêndidos. A beleza de suas ações é tão grande que os poetas não se cansam de a celebrar. Quando eles passam juntos, fazendo barulho, os corações mais cansados sentem estremecer alguma coisa dentro de si. A gente conhece-os por militares... Corações mesquinhos lançam-lhes em rosto o pão que comem; como se os cobres do pré pudessem pagar a liberdade e a vida. Publicistas de vista curta acham-nos caros demais, como se alguma coisa houvesse mais cara que a servidão.

Eles, porém, calados, continuam guardando a Nação do estrangeiro e de si mesma. Pelo preço de sua sujeição, eles compram a liberdade para todos e os defendem da invasão estranha e do jugo das paixões. Se a força das coisas os impede agora de fazer em rigor tudo isto, algum dia o fizeram, algum dia o farão. E, desde hoje, é como se o fizessem.

Porque, por definição, o homem da guerra é nobre. E quando ele se põe em marcha, à sua esquerda vai coragem, e à sua direita a disciplina”.

- Eles Existem!

Por Marco Antonio dos Santos

“Você quase não os vê (porque são poucos, para um Brasil tão grande), mas eles existem. Aliás, insistem em fazê-lo.

Eles estão sempre prontos na hora que o Brasil precisa de alguém: eles estão lá na Fazenda Jarinã-MT! Aceitam morar na Amazônia e em outros lugares inóspitos e insalubres; insistem em continuar cumprindo com suas atribuições constitucionais, apesar de anos a fio de orçamentos gradativamente depauperados; fazem questão de constituir famílias (são ousados) e de tentar sustentá-las com os minguados salários; substituem forças de segurança em greve, cujos integrantes recebem vencimentos superiores aos seus (e ainda se julgam com direito de majora-los), só porque acreditam ser essa sua missão diante da Nação que os paga (ainda que mal) e os alimenta (parcialmente); constantemente têm atirados ao rosto questionamentos a respeito de sua utilidade e procuram justificá-la perante os ignorantes, revanchistas e derrotados no campo da luta ideológica e que se vingam lançando sobre eles falsas acusações difusas nas quais espelham, em realidade, o medo que a sociedade os chame de volta, como sempre o fizeram no passado histórico (aliás, a Nação tem o estranho hábito de recorrer a eles nos momentos de perigo).

 

Porque agem assim? Porque acreditam em valores e têm princípios. Além disso,a hierarquia lhes impõe submissão. A disciplina, o silêncio. Perigo haverá quando deixarem de acreditar nos valores, perderem os princípios (como muitos segmentos da sociedade já o fizeram), a hierarquia for quebrada, a disciplina não mais justificar o silêncio e não puderem cumprir a missão que a Nação lhes atribui, por terem exaurido suas forças. Agora, a elite conjuntural governante (ou desgovernante) parece ter um grande problema.

Como conceder a esses estóicos anônimos, que não têm o direito de greve ou de reivindicação por meio de outros movimentos paredistas (e nem devem tê-los, acredito) a correção do desgaste nos vencimentos (muito inferiores aos de categorias afins)" Afinal, eles já deveriam ter desaparecido (embora sejam partes de uma Instituição Permanente, como reza a Carta Magna), mas insistem em ter os maiores índices de aprovação popular nas pesquisas comparativas em relação a outros segmentos da chamada sociedade organizada.

Alegam, os usuários do poder, falta de recursos, comprometimento do superávit primário, dificuldades com a previdência etc, toda uma ladainha que já beira as raias do ridículo, que a sociedade já reconhece como esfarrapadas, enquanto promovem desmandos e beneficiam bandidos e terroristas com polpudas indenizações vitalícias.

 

Em realidade, é preciso tirar - lhes os brios e os méritos, humilhá-los ainda mais, quebrar - lhes o ânimo. Quem sabe, assim, desistam de existir. Mas parece que eles têm uma infinidade de vidas. São piores que a fábula das sete vidas dos gatos. Quando morrem, apenas se reagrupam na eternidade. Eles acreditam na Justiça e no ciclo da História. Talvez tenham aprendido a lição e não deixem que ela se repita. Um de seus antigos chefes já advertiu para a cólera das legiões.

Eles são os militares!

Apenas querem cumprir sua missão. Os políticos ainda não perceberam que o risco é infinitamente menor quando eles estão equipados com as melhores armas e idéias que a Nação puder lhes dar, conforme, sabiamente, profetizou o General Douglas MacArthur. São preparados para sobreviver na adversidade. Alimentam - se da fé em suas crenças. Não pedem muito, apenas o mínimo - o respeito -, sem humilhações. O perigo existirá quando acreditarem que estão por isso sós”.

(*) Marco Antonio dos Santos é empresário e professor
(marcprospect@tecnolink.com.br)

(*) Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)

Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

 

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E-mail: hiramrs@terra.com.br

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