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Artigos - 13/05/2009 - 07h10

Os ‘sacoleiros’ do Conselho Indígena de Roraima (CIR)




Por Hiram Reis e Silva (*)

 

Por Cel Hiram Reis e Silva, 13 de Maio de 2009

 

‘Malévolos sicários,

Raça espúria, sem Pátria, ermos de brio,

Já traidores alfanges afiando,

O ensejo só aguardam favorável

De ensopá-los no sangue

Daqueles a quem bens, e honra devem.’

(Domingos José Gonçalves de Magalhães)

 

- O ‘padre’ italiano Giorgio Dal Bem

Giorgio, que vive no Brasil desde a década de 60, a Igreja Católica, Organizações Não-Governamentais (ONGs) estrangeiras e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI) sempre defenderam a demarcação contínua das reservas de Raposa e Serra do Sol. Desde que chegou à região o padre guerrilheiro promoveu, com seus simpatizantes, uma série de invasões a propriedades rurais no estado procurando intimidar os não-índios e os indígenas que não faziam parte de sua corja. As ações do CIR seguiam à risca a cartilha preconizada pelo missionário estrangeiro. Os criminosos destruíram patrimônio público e privado, atentaram contra a vida de seus opositores, impediram o acesso aos postos de saúde de elementos não filiados ao CIR e cercearam, indiscriminadamente, o direito de ir e vir das pessoas.

Ele anda armado e usa os índios na exploração de ouro e no garimpo de diamante. Antes isso era feito com máquinas, e hoje o trabalho é todo manual, feito pelos índios. Enquanto estivemos juntos, sempre vi o padre pegando ouro e diamantes. Não sei o que ele fazia com aquilo, para onde mandava. Só sei que ficava com ele.” Acusava, na época, o tuxaua Terêncio Luiz.

O ‘bom’ padre transformou a aldeia Maturuca numa fortaleza na qual só permitia a entrada da FUNAI, missionários e representantes de ONGs. Sempre que se sentia acuado, o ‘padre’ se refugiava na Guiana, por diversas vezes teve de travestir-se de mulher, substituindo o hábito ou as roupas ‘mundanas’ por roupas femininas.

- O ouro de Dom Aldo Mongiano

Em abril de 1988, agentes do antigo Serviço Nacional de Informações (SNI) e o secretário de Segurança de Roraima, Coronel Carlos Alberto Lima Menna Barreto, invadiram a casa do arcebispo dom Aldo Mongiano. No cofre da arquidiocese foram encontrados um saco com 615 gramas de diamante e dois quilos de ouro. Na queixa que fez à polícia sobre a invasão de sua residência, dom Mongiano não registrou o sumiço de ouro e diamante. Aldo Mongiano, da Ordem Missionária da Consolata, antes de vir para o Brasil, havia fugido de Moçambique onde apoiava a guerrilha de esquerda. O bispo italiano ofereceu, em 1993, recursos internacionais a Maurício Corrêa, então ministro da Justiça, para a demarcação da reserva Raposa Serra do Sol.

- Semeando a Cizânia e o ‘Apharteid’

Aliciados pelas espúrias ONGs estrangeiras e seduzidos pela cantilena malévola e entreguista, patrocinada pelos missionários do clero católico, acobertado pelo manto da fé, o CIR, desde a década de 70, vem trabalhando na cizânia e no ‘apharteid’. O objetivo final do famigerado Conselho é, sem dúvida, criar uma nação independente com o beneplácito do governo federal e recursos fornecidos pelo próprio estado brasileiro. A recente vitória na demarcação contínua da Raposa e Serra do Sol, com o apoio de nossos alienados Ministros do STF parece que os encorajou a mostrar finalmente a sua verdadeira cara. Transcrevemos, abaixo, um artigo do amigo Wilson Barbosa, jornalista em Roraima.

- CIR rola a sacolinha - Jornalista Wilson Barbosa – Boa Vista, RR

“Não dá para acreditar. O Conselho Indígena de Roraima (CIR) está rolando a sacolinha, em linhas gerais, pedindo dinheiro sob a alegação que está enfrentando dificuldades financeiras para continuar a luta pelos povos indígenas de Roraima. Pelo menos é o que consta na página da entidade do Estado que recebe recursos do governo Federal além de governos estrangeiros e entidades internacionais.

Isto é o que consta na página da ONG. “O CIR enfrenta dificuldades financeiras para continuar a luta pelos povos indígenas de Roraima. Se desejar, você pode fazer uma contribuição Solidária aos Índios de Roraima. O depósito, de qualquer valor, pode ser feito na (...)”.

O que não para dá para entender é como uma organização não governamental cujos diretores vez por outra estão viajando pelo Brasil afora e porque não dizer pelo exterior, está rolando a sacolinha, ou seja, pedindo dinheiro para continuar a luta pelos povos indígenas de Roraima, o que não é verdade. A luta da entidade deve ser apenas para os índios que rezam pela cartilha da ONG e os indígenas de outras associações ficam apenas a ver navios.

Outro ponto que acho estranho é que meses atrás o diretor da ONG, Dionito José de Souza teria declarado a imprensa que a entidade iria comprar maquinários para tocar a lavoura de arroz quando os não índios e os arrozeiros deixassem a reserva Raposa/Serra do Sol. E agora na página da ONG tem o pedido de dinheiro. Fica difícil de entender a real dificuldade financeira do CIR se é que realmente ela existe.

E o baixo astral do CIR teve mais um desdobramento. Esta semana o coordenador da Funasa em Roraima, Marcelo Lopes, concedeu entrevista para esclarecer denúncias de atrasos de salários do Conselho Indígena de Roraima (CIR), e anunciou as novas medidas quanto ao fim das assinaturas de convênios para prestação de saúde indígena com as organizações não governamentais (ONGs).

Em Roraima, os convênios com o CIR, Serviços de Cooperação aos Povos Yanomami (Secoya) e a Diocese de Roraima vencem entre maio e julho deste ano e não serão renovados. Com isso, a intenção é contratar apenas uma conveniada para o Distrito Leste de Roraima e a outra para o Distrito Yanomami. Segundo Marcelo Lopes, coordenador da Funasa no Estado, o CIR estava inadimplente com o órgão em cinco convênios.

E para receber a última parcela do convenio no valor de R$ 7,8 milhões, foi criada uma condição para que o CIR regularizasse a situação. “Esse valor é suficiente para pagar todos os funcionários e custear todas as despesas. Os convênios não serão renovados”, enfatizou Lopes a imprensa.

Durante a coletiva aos meios de comunicação do Estado, o coordenador Marcelo Lopes, afirmou que a idéia é quebrar o ciclo de convênios renováveis, tendo em vista que há dez anos que o CIR tem convênio com a Funasa. “Houve um desgaste. Vale ressaltar que o CIR foi um modelo para todo o Brasil. Porém, vamos corrigir todos os erros. Precisamos de um modelo que se adeque a nossa realidade”, declarou o coordenador da Funasa em Roraima.

E ao tudo indica vem mais pressão contra o Conselho Indígena de Roraima. O deputado federal Márcio Junqueira tem prometido que vai continuar denunciando a não prestação de contas da entidade, que tem o dever de apresentar como foram gastos os recursos recebidos nos últimos anos do governo Federal.

Em 2002 o Senado Federal criou a 1ª Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) no sentido de apurar as atividades das organizações não governamentais (ONGs) no País e este ano o Senado vai implantar em breve a segunda CPI que tem o objetivo de investigar os recursos oriundos do governo Federal que foram repassados as ONGs do Brasil”.

(*) Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva

Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)

Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)

Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

Telefone:- (51) 3331 6265

Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E-mail: hiramrs@terra.com.br

Os artigos publicados com assinatura não representam a opinião do Portal Pantanal News. Sua publicação tem o objetivo de estimular o debate dos problemas do Pantanal do Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, do Brasil e do mundo, garantindo um espaço democrático para a livre exposição de correntes diferentes de pensamentos, idéias e opiniões. redacao@pantanalnews.com.br

 

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Comentários
Renato, em 15/05/2009 - 13h57

Porque o autor do artigo não diz o essencial? Esses 'sarcedotes' católicos são seguidores da teologia da libertação. Não é de hoje que pessoas fazem esses artigos tentando dar a entender que a Igreja Católica esta por tráz desta baderna esquerdista. Cel. Hiram seja homem e honesto e diga o essencial: Os 'padres' são rebeldes e estão contra a hierarquia da Igreja Católica. No caso do apharteid, a miscigenação do Brasil foi devido a colonização portuguesa católica; mas pelo visto os protestantes ligados aos arrozeiros querem fazer pensar que essa miscigenação é devido ao protestantismo destes. Quanta hipocrisia! O mais engraçado é o seguinte: Os jornalistas brasileiros que sempre apoiaram, e apoiam até hoje, os teologos da libertação; colocando-os como 'a voz da Igreja Católica', agora pegam esses mesmos 'padres' como se fossem 'exemplos de sarcedotes.' O programa Canal Livre é um exemplo disso: Todos os jornalistas do programa são socialistas fabianos, e sempre apoiaram os teólogos da libertação - é só ver como até hoje esses jornalistas são amiguinhos dos leonardos Boffs e freis Bettos da vida. Ué! porque o Cel. Hiram não diz o básico: Essa teologia da libertação já foi condenada pela Santa Igreja Católica a muitos e muitos anos. Melhor: Porque esses militares (se o Cel. Hiram for um deles) católicos não pedem uma audiencia com o Santo Papa no Vaticano, mostrando o que muitos 'sacerdotes' andam fazendo, e distorcendo, em relação a Doutrina de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo? Mais não, preferem usar a mídia anti-católica (que deve estar adorando isso) para tentar denegrir a Santa Igreja Católica com esses apostatas da Fé. PS: Gostaria que o Cel. Hiram tomasse conhecimento da minha carta e me respondesse.

 
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