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Sindicatos - 12/05/2009 - 14h37

Sisem denuncia irregularidades no atendimento à saúde do servidor




Por Wilson Aquino

A suspensão temporária do atendimento à saúde do servidor público da prefeitura da Capital pela Santa Casa Campo Grande, desde o dia 7, levou o SISEM (Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais) a reavaliar os variados aspectos que norteiam esse serviço e a conclusão foi de que o servidor está sendo explorado financeiramente sem ter o retorno almejado. Prova disso, segundo Maria das Dores Rocha, presidente do sindicato, é a contribuição obrigatória em folha, superior a 3%.

Como se não bastasse essa contribuição mensal, o servidor ainda paga por todos os procedimentos médicos. Segundo Maria das Dores, uma funcionária que esteve esta semana no sindicato, precisa fazer uma cirurgia na coluna e o custo desse serviço médico ficou orçado em R$ 10 mil. Deste montante, a funcionária teria que bancar 30%, ou seja R$ 3 mil. Inviável para um funcionário público, no caso dela, que ganha menos de R$ 1 mil mensais para sustentar a família, afirmou a sindicalista.

Maria das Dores afirma que a Prefeitura de Campo Grande está incorrendo contra a lei que não permite a vinculação do servidor público a qualquer atendimento à saúde, como ocorre com o Fundo de Assistência à Saúde do Servidor Municipal (Funserv), que recolhe mais de 3% de todo servidor.

A Assessoria Jurídica do Sisem está estudando uma ação para acabar com essa obrigatoriedade que não existe mais sem nenhuma cidade brasileira, afirma Maria das Dores. Quando afirma que a Funserv retira mais de 3% do salário dos servidores, a sindicalista citou exemplo de uma funcionária cujo salário bruto é de R$ 522,00 são descontados R$ 25,41 para o fundo de assistência à saúde. Esse valor, segundo ela, representa mais de 5%.

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