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Sindicatos - 02/05/2009 - 08h30

Música, dança e discursos apimentados na comemoração do Dia do Trabalhador




Divulgação

Por Wilson Aquino

Sindicalistas e lideranças de movimentos populares concentrados na Praça do Rádio, em Campo Grande, teceram duras críticas aos governos (federal, estadual e municipal) e ao legislativo, especialmente o federal, centro de inúmeras e seqüenciais casos de corrupção, abuso de poder e financeiro público. Mais de mil trabalhadores participaram das atividades que começou logo cedo com apresentação de shows musicais e apresentações culturais. Indígenas de Mato Grosso do Sul apresentaram danças típicas. "Foi uma manhã de lazer e de reflexão política que será um marco na luta sindical em Mato Grosso do Sul, que aprendeu a somar forças para concentrar fogo em problemas comuns", resumiu o presidente da Força Sindical em MS, Idelmar da Mota Lima.

 Além de lideranças sindicais que integram o Comitê Popular e Sindical Cotra a Crise e o Desemprego, responsável pela organização e execução do evento, apareceram por lá autoridades. Entre elas os deputados Coronel Ivan e Pedro Kemp e vereador Cabo Almi.

 Todos tiveram oportunidade de deixar mensagem aos milhares de trabalhadores presentes. Não faltaram as críticas ao presidente Lula, ao governador André Puccinelli, que estaria relutando conceder reajuste salarial digno aos servidores, e também ao prefeito Nelson Trad Filho que teria favorecido empresários de transporte coletivo com o aumento "vergonhoso" da tarifa de transporte, em detrimento do trabalhador, que é obrigado a bancar R$ 2,50 pela passagem.

 A presidente do Sisem (Sindicato dos Funcionários e Servidores do Município de Campo Grande) Maria das Dores Rocha esteve presente também à manifestação. Acompanhada de dezenas de servidores públicos e de  guardas municipais, ela falou da indignação dos servidores com a falta de vontade do prefeito de conceder um aumento salarial justo para os servidores. "Queremos ganho real, acima da inflação acumulada nos últimos 12 meses e  que ultrapassa 6%. Bem mais que o percentual oferecido pelo prefeito Nelson Trad", criticou.

 O diretor da Força Sindical e coordenador do Fórum Sindical dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul - FST/MS, José Lucas da Silva também esteve presente ao encontro. Ele disse que o trabalhador brasileiro "não pode e não deve" pagar a conta de uma possível crise no País.

 Ricardo Froes, representante da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil), presente à manifestação, teceu duras críticas à política econômica nacional, que favorece mais aos empresários. Ele enalteceu a força da união dos trabalhadores na luta para reverter injustiças sociais e trabalhistas.

Carta aberta

O Comitê Popular e Sindical Contra a Crise e o Desemprego divulgou uma carta aberta ao povo de Mato Grosso do Sul enfatizando que os trabalhadores e trabalhadoras não pagarão pela crise. No documento, assinado por centrais sindicais, partidos políticos, sindicatos, federações e outros organismos a sociedade o comitê afirma: "Uma grave crise internacional, a maior desde 1929, atinge o capitalismo. Gerada no centro do sistema, os EUA, ela vai se alastrando mundo afora. Ninguém escapa, inclusive o Brasil. Não é só uma crise financeira e econômica, pois faz parte da própria dinâmica de um sistema que de tempos em tempos entra em pane e que transformou o planeta num imenso cassino financeiro.

 O povo não é o culpado por essa crise. Ela é obra da ganância dos mais ricos, que agora querem que a classe trabalhadora pague a conta da farra que fizeram demitindo, reduzindo salários e direitos, injetando recursos do BNDES nas empresas que estão demitindo e criminalizando os movimentos sociais. A precarização, o arrocho salarial e o desemprego enfraquecem o mercado interno, deixando o país vulnerável e à mercê da crise.

Em Mato Grosso do Sul a situação não é diferente, e o povo já começou a arcar com o ônus da crise. Os donos da riqueza e do poder, que sempre lucraram sobre o suor dos trabalhadores, usam a crise de forma oportunista para demitir em massa milhares de trabalhadores e/ou ameaçá-los com a redução de salários e direitos. E fazem isso mesmo recebendo grandes quantias de dinheiro público!

Também sob o pretexto da crise, muitos governantes de plantão cortam investimentos que poderiam ser direcionados para políticas sociais, afetando a qualidade dos serviços prestados à população. Cerca de 7.000 famílias sul-mato-grossenses foram suspensas do Bolsa Família. Além disso, pairam sobre os servidores públicos ameaças de ficarem sem aumento salarial e mesmo de demissão.

 Enquanto isso, injustificadamente, as tarifas ficam ainda mais caras. A do transporte coletivo da capital passou para R$2,50, tornando-se a segunda mais cara do país (!), mesmo com as empresas do setor dispensando cobradores e prestando um serviço de péssima qualidade. Como se não bastasse, herança perversa da privatização, a Enersul quer elevar ainda mais a já extorsiva tarifa de energia elétrica, e já se encontra autorizado pelo executivo municipal o aumento da taxa de esgoto sobre a água consumida de 70 para 100%.

 Com menos empregos, menos investimentos públicos e tarifas mais caras, a vida do povo sul-mato-grossense vai sendo afetada gravemente. As economias dos municípios perdem em dinamismo, ao passo que aumentam a pobreza e a violência.
No campo se agrava a situação de fome, violência e dependência das políticas assistencialistas. Os povos indígenas, que vêem seus direitos à terra negados, estão sob intensa campanha de mentiras, preconceitos e racismo, com o único objetivo de impedir o reconhecimento e demarcação de suas terras.

 As idéias e políticas neoliberais fracassaram. Chegou a hora de defender a alternativa de um projeto nacional e popular com valorização do trabalho e dos trabalhadores, cortar drasticamente os juros, acabar com o superávit fiscal, reduzir a jornada sem reduzir os salários, ampliar os investimentos em habitação, saneamento, educação e saúde, fazer a reforma agrária e fortalecer a agricultura familiar. Os governos também devem tomar medidas para impedir as demissões e garantir o emprego e a renda dos trabalhadores".

As entidades que integram o comitê e que assinaram o presente documento: Força Sindical, CUT, CTB, Conlutas, MST, Assembléia Popular, Consulta Popular, Cimi, CPT, UNE, UJS, DCE/UFMS, Conlute, A-UCE, CEBs, GEM, FETEMS, ACP, FITRAE MT/MS, CDDH, SINTRAE/MS, FESSEPMS, SISEM, Sind. Dos Bancários de CG, SEESVIG, FTIA/MS, SINTSS/MS, SINTES, Sintraconta/MS, Sindjufe/MS, SINDEP, FETRACOM/MS, SINERGIA, SINDATA, Sind. Comerciários de Sidrolândia, Sind. Vest. Sidrolândia, Sind. Ind. Alim. Três Lagoas, SIMTED/Dourados, SEEB/Dourados, SINTTEL/MS,SISTA/MS, SIDAVES/MS, STTRCG, SINDCARGA, STTCUCG,SINDJUS/MS, SIMTED, PT, PCdoB, PDT e PSTU.

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Comentários
Eliane, em 03/05/2009 - 17h06

deixo,minha critica para esses politicos nogentos do nosso País,acho que deveria fazer uma lei para que politicos trabalhasse por amor a seu país ganhando apenas um salario minimo,como todo brasileiro.

 
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