zap
   

especiais

seções

colunistas

blogs

enquete

Na sua opinião, o Pantanal já sente os efeitos do desmatamento?
Sim
Não
Não sei
Ver resultados

tempo

newsletter

receba nosso newsletters
   
Rádio Independente

expediente

Pantanal News ®
A notícia com velocidade, transparência e honestidade.

Diretora-Geral
Tereza Cristina Vaz
direcao@pantanalnews.com.br

Editor
Armando de Amorim Anache
armando@pantanalnews.com.br
jornalismo@pantanalnews.com.br

Webmaster
Jameson K. D. d'Amorim
webmaster@pantanalnews.com.br

Redação, administração e publicidade:
Aquidauana:
Rua 15 de Agosto, 98 B
Bairro Alto - CEP 79200-000,
Aquidauana, MS
Telefone/Fax (67) 3241-3788
redacao@pantanalnews.com.br

Escritório:
Corumbá:
Rua De Lamare, 1276 - Centro
CEP 79330-040, Corumbá, MS
Telefone: (67) 9235-0615
comercial@pantanalnews.com.br
pantanalnews4@terra.com.br

 
Meio ambiente - 09/04/2009 - 08h18

Agricultura e exploração madeireira devastam a Amazônia peruana




Por Painel Florestal

 

Nas montanhas da Amazônia peruana, plantações abandonadas recentemente mostram como a terra desmatada empobrece. As plantas nascem, crescem, mas os frutos não se desenvolvem por falta de nutrientes.

A reportagem do Fantástico passou oito dias viajando pela região, de San Ramón, porta de entrada da floresta, ao Rio Tambo. O cenário é desolador. Assim como a fertilidade da terra, as nascentes do rios também se vão. O clima também mudou: o calor é cada vez mais intenso durante o dia e as noites estão mais frias.Agricultores que migraram das montanhas geladas desmatam sem piedade. Também a extração madeireira é feita sem planejamento.

O Rio Tambo rasga a selva em direção ao Rio Maranhón, nome peruano dado ao Amazonas brasileiro. No território dos ashaninkas, uma das etnias mais tradicionais da Amazônia, há 108 comunidades indígenas. Em todas elas, a principal atividade econômica é a extração de madeira.

Um pedaço de floresta flagrado pela equipe do Fantástico virou um estoque de milhares de metros cúbicos de madeira de diversas espécies. Ali há uma serraria funciona em pleno território indígena. Apesar de ser clandestina, a madeireira funciona a pleno vapor, em parceria com os índios da região.

Para ajudar na fiscalização, o governo peruano criou a Polícia Ecológica. No único posto que funciona na região onde a floresta é mais pressionada, há só três policiais para cobrir 20 mil quilômetros quadrados.

No Inrena, o Ibama peruano, faltam funcionários para trabalhar nas estradas e nos postos de controle. Proporcionalmente, é como se cada fiscal do órgão tivesse que vigiar, sozinho, uma área maior que a cidade de São Paulo.

O destino de muitas cargas de madeira é a cidade de Satipo, que tem 100 mil habitantes e mais de cem serrarias, a maioria ilegal.

Proporcionalmente, o Peru desmatou em 25 anos o mesmo que o Brasil, segundo um relatório da ONU.

O governo peruano criou recentemente um Ministério do Meio Ambiente, mas reconhece que pelos menos 40% da madeira que circula nesta região da Amazônia tem procedência ilegal.

fonte: Globo Amazônia

Compartilhe


Deixe o seu comentário

Todos os campos obrigatórios. Seu e-mail não será publicado.

Nome:

E-mail:

Seu comentário:
Sistema antispam

Digite aqui o código acima para confirmar:


 

zap2
Comentários
 
Últimas notícias do canal
20/07/2017 - 15h38
Um corredor ecológico que guarda sinais pré-históricos de 8 mil anos
19/07/2017 - 14h16
Julho já teve 167% pontos de calor a mais do que no mês passado em MS
19/07/2017 - 12h48
Parque das Nações ganhará bosque em homenagem aos 40 anos de MS
14/07/2017 - 14h08
Estado registra 108 focos de queimadas em apenas três dias, mostra Inpe
12/07/2017 - 11h54
Em dez dias, MS tem 250 focos de calor e é o 4º no ranking brasileiro
 
Últimas notícias do site
21/07/2017 - 16h10
Mato Grosso do Sul perdeu R$ 2,27 bilhões com violência no trânsito em 2016
21/07/2017 - 16h02
Governo realiza mutirão para migração de rádios AM para FM dos estados de Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
21/07/2017 - 15h13
Mutirão AM/FM acontece na próxima semana em MT e MS
21/07/2017 - 09h32
Com plantações afetadas pela geada, abobrinha fica 16% mais cara
21/07/2017 - 08h50
Período de saque das contas inativas do FGTS termina em 10 dias
 

88

Untitled Document
 ® 2009  

CPN - Central Pantaneira de Notícias
PantanalNEWS - Marca registrada 1998-2009
Todos os direitos reservados.