zap
ANIVERSÁRIO CORUMBÁ 2017
   

especiais

seções

colunistas

blogs

enquete

Na sua opinião, o Pantanal já sente os efeitos do desmatamento?
Sim
Não
Não sei
Ver resultados

tempo

newsletter

receba nosso newsletters
   
Rádio Independente

expediente

Pantanal News ®
A notícia com velocidade, transparência e honestidade.

Diretora-Geral
Tereza Cristina Vaz
direcao@pantanalnews.com.br

Editor
Armando de Amorim Anache
armando@pantanalnews.com.br
jornalismo@pantanalnews.com.br

Webmaster
Jameson K. D. d'Amorim
webmaster@pantanalnews.com.br

Redação, administração e publicidade:
Aquidauana:
Rua 15 de Agosto, 98 B
Bairro Alto - CEP 79200-000,
Aquidauana, MS
Telefone/Fax (67) 3241-3788
redacao@pantanalnews.com.br

Escritório:
Corumbá:
Rua De Lamare, 1276 - Centro
CEP 79330-040, Corumbá, MS
Telefone: (67) 9235-0615
comercial@pantanalnews.com.br
pantanalnews4@terra.com.br

 
Meio ambiente - 01/09/2008 - 14h30

Problemas de desenvolvimento aumentam a vulnerabilidade a desastres




Por Paula Scheidt, do CarbonoBrasil/Mecado Ético

As perdas com desastres, que entre 1991 e 2003 somaram US$1,193 bilhões, poderiam ser reduzidas se os riscos fossem considerados no planejamento e construção de políticas públicas, defende a responsável pelo programa de mudanças climáticas da Estratégia Internacional de Redução de Desastres das Nações Unidas, Silvia Llosa.

“A vulnerabilidade a desastres é um problema de desenvolvimento mal resolvido”, afirmou Silvia na última sexta-feira (29/8), durante o 1º Fórum da Rede Cooperativa de Comunicação para Cultura de Prevenção de Desastres, em Florianópolis.

Silvia explica que fatores de risco, como moradias sem planejamento, falta de informações e recursos, degradação ambiental e pobreza, aliados com o perigo natural são os responsáveis por causar os desastres.

Para ela, é preciso comprometimento político para que os riscos, que estão sendo agravados pelas mudanças climáticas, sejam levados em consideração no planejamento. “Para os seres humanos é mais fácil apostar que não acontecerá um desastre ao invés de guardar recursos para se preparar caso possa vir a ocorrer”, comenta.

Silvia sugere que entender e monitorar os perigos e avaliar os riscos são as melhores maneiras de prevenir os desastres causados por fenômenos naturais, como furações, enchentes ou secas, que podem se tornar mais intensos e freqüentes com o aumento das temperaturas globais.

“Desastres não são naturais. Os riscos o são, mas a vulnerabilidade é nossa culpa”, afirma. Silvia destaca que, apesar de todas as partes do mundo serem castigadas quando ocorrem desastres, os mais atingidos são os pobres.

Cerca de 3,5 milhões de pessoas foram atingidas e 960 mil morreram por causa de desastres ocorridos entre 1991 e 2003.

Percepção de riscos

Saber identificar os riscos ligados aos hábitos de consumo e estilo de vida de cada um, como a escassez de água e as mudanças climáticas, é o primeiro passo para diminuir a vulnerabilidade a desastres.

Por isso, a Defesa Civil de Santa Catarina criou o projeto educacional “Percepção de risco, a descoberta de um novo olhar” que irá levar informações sobre riscos e prevenção de desastres a 1.224 escolas, além de fazer a capacitação de líderes comunitários.

Cerca de dois mil kits educativos serão distribuídos no início do ano letivo de 2009 e um concurso de frases e desenhos será lançado para incentivar as crianças e adolescentes a se envolverem com o tema.

Segundo a vice-presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico, Cilene Victor, a percepção aos riscos começa quando cada indivíduo entende que é co-responsável pelo problema. “Nós não podemos achar que somos vítimas. Quando tratados como vítimas, nos afastamos do problema”, afirma Cilene.

Ao falar sobre como a imprensa pode ajudar na prevenção de desastres, a jornalista explica que a comunicação de riscos deve amenizar o medo e a ansiedade. “As pessoas tendem a fugir de imagens que passam medo. Até na escolha do cigarro, vemos os fumantes escolhendo a cartela com a imagem que consideram menos agressiva”, comenta.

Cilene lembra a cobertura da imprensa com relação aos relatórios do Painel Intergovernamental de Mudanças do Clima (IPCC) divulgados no ano passado. “Fizemos o alerta, mas não conseguimos aproximar o cidadão do problema (aquecimento global)”, afirma.

Apesar de considerar negativo este tom de alarde usado por grande parte das reportagens sobre as mudanças climáticas, Cilene aponta como um aspecto positivo a popularização do assunto, que até então era exclusivo dos gabinetes científicos e políticos.

O que falta agora, na avaliação da jornalista, é trabalhar a realidade local e aproximar as questões ambientais do dia-a-dia do cidadão. “Falamos do aquecimento global e esquecemos da água, do saneamento, dos resíduos”, diz.

Saiba mais
Projeto “Percepção de risco, a descoberta de um novo olhar” -
clique aqui.

Compartilhe


Deixe o seu comentário

Todos os campos obrigatórios. Seu e-mail não será publicado.

Nome:

E-mail:

Seu comentário:
Sistema antispam

Digite aqui o código acima para confirmar:


 


Comentários
 
Últimas notícias do canal
22/09/2017 - 14h39
Projeto Florestinha realizou Educação Ambiental para alunos em comemoração ao dia da árvore
21/09/2017 - 12h44
Dia da Árvore tem plantio e coral do Rede Solidária na Sedhast
21/09/2017 - 08h23
Campo Grande recebe primavera colorida pelos tarumãs e jacarandás
14/09/2017 - 05h50
Incêndio florestal que durou 10h consumiu pelo menos mil hectares
08/09/2017 - 07h45
Em uma semana, setembro já é o 3º mês com mais queimadas no ano
 
Últimas notícias do site
25/09/2017 - 17h12
Vídeo: Ministro oficializa migração de 23 rádios da frequência AM para FM
25/09/2017 - 17h00
Vídeo: Ministro assina documento que autoriza migração de rádios AM para FM em MS
25/09/2017 - 15h24
Governo decide manter o horário de verão a partir de outubro
25/09/2017 - 14h11
PMA desmonta acampamento e autua turistas por pesca ilegal
25/09/2017 - 14h00
Conab comprará sementes de milho em Minas Gerais
 

zap

88

Untitled Document
 ® 2009  

CPN - Central Pantaneira de Notícias
PantanalNEWS - Marca registrada 1998-2009
Todos os direitos reservados.