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Brasil - 30/03/2009 - 12h35

Servidores públicos não chegam a 6% da população no Brasil

Estado brasileiro é menor que nos EUA, Espanha, Alemanha, França, Suécia, Argentina, Uruguai e Paraguai




Por Assessoria de Comunicação Social Ipea

 

Novo levantamento do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) aponta que a participação do emprego público é pequena no Brasil. O percentual de servidores entre o total de ocupados não chega a 11% e não chega a 6% se comparado a toda a população.

 Tabela 1: Emprego público em relação à população total por grandes regiões. 2003 e 2007

Brasil e Grandes Regiões

2003

2007

População (POP)

Emprego Público (EP)

EP/POP (%)

População (POP)

Emprego Público (EP)

EP/POP (%)

BRASIL

175.987.612

8.815.810

5,01%

189.820.330

10.168.680

5,36%

NORTE

10.345.254

721.961

6,98%

15.402.920

883.638

5,74%

NORDESTE

49.950.695

2.351.179

4,71%

52.304.743

2.691.932

5,15%

SUDESTE

76.499.625

3.586.977

4,69%

80.845.449

4.179.463

5,17%

SUL

26.366.154

1.338.571

5,08%

27.704.348

1.490.751

5,38%

CENTRO-OESTE

12.570.256

817.122

6,50%

13.562.870

922.896

6,80%

Fonte: PNAD (população) e RAIS (emprego público). Elaboração: IPEA.

 

Segundo o Comunicado da Presidência nº 19, “Emprego Público no Brasil: Comparação Internacional e Evolução Recente”, que será publicado hoje no portal do Ipea, não há razão para se afirmar que o Estado brasileiro seja um Estado “inchado” por um suposto excesso de funcionários públicos. Veja estudo na íntegra no arquivo em anexo, não há embargo. 

Comparando-se com o total de ocupados, o Brasil tem menos servidores que todos os parceiros do Mercosul, fica atrás de países como Estados Unidos, Espanha, Alemanha e Austrália e muito atrás de Dinamarca, Finlândia e Suécia.

 “Mesmo nos EUA, a mais importante economia capitalista, caracterizada pelo seu caráter ‘privatista’ e pelo seu elevado contingente de postos de trabalho no setor privado, o peso do emprego público chega a 15% dos ocupados”, revela o estudo.

Tabela 2: Emprego público (*) em relação ao total de ocupados (em %) 1995-2005

 

1995

2005

ALEMANHA (**)

15,5

14,7

AUSTRÁLIA

15,2

14,4

BÉLGICA

19,3

19,5

CANADÁ

19,9

16,3

CORÉIA

6,6

6,3

DINAMARCA

39,3

39,2

ESPANHA

15,4

14,3

ESTADOS UNIDOS

14,9

14,8

FINLÂNDIA

25,7

23,4

FRANÇA(**)

24,6

24,9

HOLANDA

15,5

14,6

JAPÃO

7,0

6,3

PORTUGAL

14,4

15,1

SUÉCIA

33,5

30,9

SUÍÇA

8,3

8,4

TURQUIA

10,1

10,7

BRASIL

11,3

10,7

Fonte: OCDE e PNADs, no caso brasileiro.

(*) no sentido mais amplo, ou seja, inclui administração direta, administração indireta e estatais de todo tipo.

(**) nos casos da França e da Alemanha, dados de 1995 e 2000.

Nas conclusões, o documento afirma que “o atual contexto de crise, em especial, é justamente o momento para se discutir o papel que pode assumir o emprego público na sociedade brasileira. Os indicadores não revelam ‘inchaço’ do Estado brasileiro, quer seja sob o ponto de vista de sua comparação com o tamanho da população ou com relação ao mercado de trabalho nacional. Existe espaço para a criação de ocupações emergenciais no setor público brasileiro, especialmente nas áreas mais afetadas pelo desemprego, ou seja, o emprego público – mesmo que em atividades temporárias - poderia servir como um instrumento contracíclico (certamente não suficiente para compensar todos os postos de trabalho que serão eliminados no setor privado) pelo menos enquanto durarem os efeitos da retração econômica mundial sobre a economia brasileira”.

 

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