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Correio de Corumbá - 23/03/2009 - 07h40

Coisas que Acontecem




Por Farid Yunes


Copa do Mundo

            Enquanto quase a metade da população de Corumbá padece por falta de água, o governador André Puccinelli reivindica participação do nosso Estado em jogos da Copa do Mundo, cujo investimento, segundo economistas, não sairá por menos de quinhentos milhões de reais.

 

            Caso invista toda essa vultosa verba, os benefícios ficarão como sempre para Campo Grande. Aliás, Mato Grosso do Sul só está cotado por abrigar o Pantanal, sendo que quase 70 por cento do seu território fica no município de Corumbá.

 

            Puccinelli deve guardar alguma mágoa de Corumbá, por nunca ter tido votação expressiva por aqui, nem como candidato a deputado federal e nem a governador. É só ver o resultado das eleições de 2006, tendo sua votação ficado abaixo do esperado, levando-se em consideração a enorme estrutura do seu partido(PMDB) na Cidade Branca.

 

            O certo seria Puccinelli investir em Corumbá, pelo menos dez por cento do que arrecada em ICMS do gás, cujo escritório da MS Gás fica em nossa cidade, graças ao então governador Zeca que aqui o instalou a contra-gosto dos políticos de Campo Grande, valendo salientar que já foram arrecadados quase hum bilhão e meio de reais para o Estado nesses dois anos e dois meses de Governo(sic) Puccinelli.

 

            Não basta esperar só verba federal, tem que mostrar o que é feito da nossa arrecadação.

 

Sem lenço sem documento

            A Sanesul não apresenta nenhuma esperança para acabar com a falta de água em grande parte da cidade de Corumbá. Aliás, se a esperança é a última que morre, a Sanesul já a matou há muito tempo.

 

            A Sanesul na Cidade Branca pertence ao Município que a concede por prazo determinado ao Estado, com obrigação de investir e ampliar o sistema. Na última renovação da concessão ficou acertado que a Sanesul cobraria dois reais de cada consumidor para investir na ampliação da rede de captação, tratamento e distribuição, o que não vem ocorrendo. A taxa paga pelo consumidor estaria sendo usada para manutenção e “engraxamento da máquina” que é muito grande.

 

            Com o início do outono, a temperatura deverá amenizar e assim o sofrimento dos moradores onde falta água diminuirá.

 

            Está na hora da prefeitura repensar este acordo com o Governo do Estado quanto à concessão, sendo que o contrato pode muito bem ser rescindido pois a cláusula de cobrança dos dois reais não está sendo aplicada na ampliação da rede.

 

            E Puccinelli ainda pensa investir quinhentos milhões de reais do contribuinte para sediar alguns jogos inexpressivos da Copa do Mundo, certamente das seleções mais fracas como da Bolívia e da África.

 

Sanesul

            O mundo inteiro debate em simpósios, congressos e reuniões, a previsão da falta de água potável daqui mais trinta anos, em muitas partes do mundo.

 

            Em Corumbá, mesmo com o oitavo maior rio do Brasil passando quase por dentro da cidade, a Sanesul já antecipou em mais de vinte anos essa sombria previsão. Metade da cidade já sente falta do “precioso líquido”.

 

            Água é essencial para a nossa sobrevivência. Mãos a obra Governador! É questão de dignidade e sobrevivência do ser humano. Até agora a população tem visto um Governo muito lerdo em tudo.

 

Mirante

            Um dos lugares mais bonitos e que oferece a todos um dos mais belos visuais do pantanal: o Mirante da Capivara. Dias atrás fizemos uma visita ao local e percebemos que com poucos recursos colocamos a casa em ordem, acrescentando mais um item a privilegiada natureza que a vontade divina nos proporciona.

 

 

 

Data: 23/03/2009.

Histórias que o Rádio conta

Por Farid Yunes

 

             

Amigo locutor

            Desde garoto, eu como milhares de munícipes, éramos fãs de rádio, onde cada locutor era para nós como se fosse um artista, um ídolo. As músicas que eles tocavam eram sucessos. Naquela época não existia televisão em nossa região, emissoras FMs, Internet, celular e outros avanços da tecnologia. Era somente eles que reinavam, os locutores.

 

            Os sucessos musicais eram Beatles, Bee Gees, Renato e seus blue caps, Os Incríveis e outros conjuntos. Em um programa matutino na Rádio Clube de Corumbá, um locutor que fazia muito sucesso e ainda o faz até hoje, ao anunciar um novo sucesso do Bee Gees e com aquele jeito galanteador, deu um longo suspiro e mansamente anunciou: ouviremos com Bee Gees, “Tomorrão, Tomorrão”. O título correto é Tomorrow tomorrow.

 

Amigo locutor II

            O mesmo locutor, já num outro dia, impressionado com a repercussão das músicas tocadas em seu horário, buscava sempre o melhor para os seus ouvintes.

 

            O locutor era assediado em todo lugar que fosse. Era convidado para todas as festas e numa delas, uma dessas suas fãs que hoje deve ser vovó solicitou a ele que tocasse uma música dos Beatles. Ele topou. Chegou na emissora e pegou um compacto que tinha chegado naquela semana e tocou anunciando quase sibilando o nome da música leu literalmente: “DONTE LET ME DON”..., sendo que o correto é Don’t Let Me Down, do renomado quarteto de Liverpool.

 

Amigo locutor III

            Vou reprisar um fato que aconteceu também na Rádio Clube de Corumbá, quando lá trabalhava.

 

            Jonas de Lima e eu fazíamos o “Jovem Clube Sabe de Tudo” no horário das 12 às 13 horas diariamente e logo após vinha o programa “A Hora do Fazendeiro” com Ronaldo Ney. Era um programa de avisos para as fazendas e que eram pagos para serem irradiados, conforme também acontece com o tradicional “Alô Pantanal” da Rádio Difusora.

 

            A Rádio Clube tinha recém inaugurado o novo transmissor de cinco mil watts de potência. Uma ouvinte para burlar e não pagar o aviso simulou uma participação por telefone e disse: “Ronaldo, posso dar um aviso?”, tendo o Ronaldo Ney ficado meio sem graça, pois a Dra. Laurita Anache estava do seu lado no estúdio controlando tudo que ia ao ar. Ele então enrolou a ouvinte por muito tempo no telefone, até que entrou alguém no estúdio da emissora e disse: “Dra. Laurita, tem um telefonema para a senhora lá no escritório”. A diretora saiu do estúdio e deixou Ronaldo Ney sozinho com a participante no telefone. Ele então não perdeu tempo e imediatamente falou a ouvinte em pleno ar: “Olha, fala logo o seu recado que a velhinha saiu daqui”. E não é que a menina deu o seu recado? Coisas do Rádio.

 

Amigo locutor IV

            Lá por meados da década de 80, desembarcou em Corumbá um locutor oriundo da região de Dourados, de nome Moisés Marques. Em uma dessas saídas de Ronaldo Ney da Difusora, o Moisés ocupou o horário e apresentou o “Alô Pantanal” por alguns meses. Ele tinha um estilo diferente, com um português meio sofrível, mas agradava os ouvintes.

 

            Certo dia chegou um aviso para uma fazenda que era mais ou menos assim: “Atenção, atenção fazenda tal... o Miguel avisa que vai levar a carne da providência amanhã. E repetiu várias vezes durante todo o programa.

 

            O aviso certo era: “Atenção fazenda tal... o Miguel avisa que vai levar o carnêt da previdência amanhã.

 

Amigo locutor V

            Esta nos foi enviada pelo radialista Armandinho Anache, que nos últimos anos comanda a sua Rádio Independente em Aquidauana.

 

            No Estádio Arthur Marinho, nos anos 70, o narrador esportivo da Rádio Clube de Corumbá(ZYX-29, 1420 KHz), sabedor que um repórter não gostava de determinado apelido, disse com muita vibração: “Bola chutada para fora. É tiro de meta para o Corumbaense cobrar. Diga os detalhes desse chutão pra fora, meu caro repórter”(e aí disse, no ar, o apelido repudiado).

            O repórter, atrás da trave, meio distraído, olhou para a cabine de rádio e, esquecendo que o microfone que usava estava ligado, berrou em alto e bom tom: “Repórter(citando o seu apelido) é a puta que o pariu, meu querido Charles Borer(como era chamado o saudoso Carlos Augusto Serra).

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