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O Estado do Pantanal - 29/08/2008 - 12h30

Uso e ocupação do território do Estado discutidos em oficina técnica




Edemir Rodrigues

Por Fabio Pellegrini/Notícias MS

Teve início na manhã de hoje (29) a 3ª Oficina Técnica do Zoneamento Ecológico-Econômico de Mato Grosso do Sul (ZEE-MS) da Primeira Aproximação, na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul (Famasul).

 

O evento finda a primeira fase do processo que estabelece as normas gerais de uso e ocupação do território, visando conciliar a instalação de atividades produtivas a iniciativas de conservação ambiental e desenvolvimento sócio-econômico. Para a elaboração dessa Primeira Aproximação do ZEE-MS, foi constituída a Rede ZEE-MS, na qual diversas entidades setoriais, técnicas, de pesquisa, produtivas, ambientais e culturais, entre outras, puderam cooperar tecnicamente.

 

Participam do evento membros de diversas entidades governamentais, das esferas municipais, estadual e federal, alem de representantes da sociedade civil, instituições de pesquisa e organizações não-governamentais. Roberto Vicentini, representante do Ministério do Meio Ambiente, ressalta que os zoneamentos realizados em todas unidades federativas servirão como balizas do território federal, induzindo o desenvolvimento sustentável e preservando os recursos naturais.

 

No documento final do ZEE-MS, que está sendo analisado e discutido por grupos de trabalho formados pelos presentes, foram minuciosamente estudados o histórico de ocupação e desenvolvimento do Estado, a vulnerabilidade natural do território, entre outros fatores e, em seguida, foram cruzadas as informações, definindo áreas do Estado que se enquadrarão em eixos de desenvolvimentos nas seguintes áreas: turismo, energia, agronegócio, integração e industrialização.

 

O coordenador do ZEE, Sergio Yonamine, exemplifica: “Enquanto algumas cidades têm economia forte, outras têm de ser contempladas com investimentos com infra-estrutura, habitação, transportes, etc. Há cidades localizadas em vazios demográficos, outras têm solo arenoso, não estando aptas para determinadas atividades como agricultura. Então o ZEE vem para estabelecer, com fundamentos científicos, reais e atualizados, quais as melhores alternativas para o desenvolvimento sustentável do Estado, sem prejudicar o meio ambiente”.

 

Planejar para desenvolver

 

Outra ressalva de suma importância é a inserção de Mato Grosso do Sul no cenário econômico mundial como produtor de bioenergia: “O mercado mundial está em expansão e dessa forma o álcool combustível deve tornar-se uma commodittie internacional, sendo extremamente positiva para nosso desenvolvimento. Mato Grosso do Sul está na rota do processo de implantação de produção de bioenergia através da cana-de-açúcar. O Estado de São Paulo é o maior produtor, mas a tendência é que essa produção se expanda para o norte do Paraná, sul de Minas Gerais, alguns municípios de Goiás e Mato Grosso, além, é claro de nosso Estado. É aí que entra a necessidade do ZEE, que através de estudos revela que a produção de cana não pode ser conflitante com a produção de alimentos, com o desenvolvimento de cidades, etc”, esclarece Sérgio.

 

Porém o ZEE não está sendo realizado apenas por causa da cana-de-açúcar. O ZEE já estava no plano de governo de André Puccinelli: “A idéia inicial é que fosse como um plano diretor do Estado. O governador determinou a execução em 18 meses, a partir do dia 5 de março de 2007. Desde então, foram realizados 31 eventos públicos e técnicos, envolvendo municípios, entidades profissionais, organismos ambientais, setores sociais, setores produtivos, arranjos produtivos locais, agências de fomento, especialistas, representantes comunitários, entre outras, para discussão e recebimento de contribuições ao projeto.

Para Dácio Queiroz, colaborador do ZEE, o resultado final vem a nortear a política de desenvolvimento sustentável de Mato Grosso do Sul: “Desta forma, nosso Estado se torna vanguarda, tornando-se referência no país, dando sustentabilidade ao seu desenvolvimento econômico”.

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