zap
   

especiais

seções

colunistas

blogs

enquete

Na sua opinião, o Pantanal já sente os efeitos do desmatamento?
Sim
Não
Não sei
Ver resultados

tempo

newsletter

receba nosso newsletters
   
Rádio Independente

expediente

Pantanal News ®
A notícia com velocidade, transparência e honestidade.

Diretora-Geral
Tereza Cristina Vaz
direcao@pantanalnews.com.br

Editor
Armando de Amorim Anache
armando@pantanalnews.com.br
jornalismo@pantanalnews.com.br

Webmaster
Jameson K. D. d'Amorim
webmaster@pantanalnews.com.br

Redação, administração e publicidade:
Aquidauana:
Rua 15 de Agosto, 98 B
Bairro Alto - CEP 79200-000,
Aquidauana, MS
Telefone/Fax (67) 3241-3788
redacao@pantanalnews.com.br

Escritório:
Corumbá:
Rua De Lamare, 1276 - Centro
CEP 79330-040, Corumbá, MS
Telefone: (67) 9235-0615
comercial@pantanalnews.com.br
pantanalnews4@terra.com.br

 
Artigos - 07/03/2009 - 09h27

Anamã - Manacapuru




Por Hiram Reis e Silva (*)

“Há mais pessoas que desistem do que pessoas que fracassam”. (Henry Ford)

- Anamã

Conseguimos contato com os familiares e a equipe de apoio apenas pela internet. Infelizmente, a forte chuva que se abateu sobre Anamã impediu que tirássemos mais fotos das belas casas de madeira e dos quiosques do braço do Anamã. Fui dormir cedo, pois a jornada de 108 quilômetros do dia seguinte, ia exigir muito esforço. No lago Guaíba e Lagoa dos Patos, já havíamos enfrentado um desafio, o desafio ‘Rosa Mística’, de 90 quilômetros que exigira 13 horas e meia de pura navegação com algumas paradas de descanso, numa jornada que iniciou à 03h15min da madrugada e se prolongou até às 21h45min. Diferente do Lago e da Lagoa aqui contávamos com uma valiosa aliada que era a correnteza do Rio Solimões, mas, mesmo assim, não deixava de ser uma longa e demorada travessia.

- Largada para Manacapuru (19 de janeiro)

Acordei às 04h30min e me preparei para o maior desafio físico do Projeto Rio-Mar. O silêncio das ruas só era quebrado pelo som das vassouras empunhadas pelos garis na sua labuta diária para manter a cidade limpa. Com a colaboração da nossa valorosa Polícia Militar, mais uma vez, preparamos o caiaque à desafiadora jornada. Partimos às 05:15h, enfrentando uma pequena correnteza contra, na saída do braço do lago Anamã, mantendo uma média de 6km/h durante os 30 minutos que levamos para atingir a foz do Anamã. Nesta época do ano, as águas barrentas do Solimões invadem o braço do Amanã represando suas águas pretas.

- Solimões sem paradas

Logo que iniciei meu deslocamento no Solimões, um forte vento de proa prenunciou as dificuldades que eu iria enfrentar. O vento forte durou aproximadamente 2 horas, diminuindo a velocidade e, como o tempo estivesse muito carregado, decidi, por segurança, não aportar nas margens para me alimentar ou hidratar. Sempre que sentia necessidade de hidratação fazia-o no meio do rio, sem perder tempo e energia tendo de remar até a margem. A tática deu certo e, apesar de enfrentar ainda por duas vezes ventos adversos, cheguei à Manacapuru às 14:15h com exatas 9 horas, praticamente ininterruptas, de remo. Embora tivesse passado todo este tempo sentado na mesma posição, não tive dificuldade em me locomover, quando pus os pés na ‘Terra Preta’ do novo Porto de Manacapuru.

- Manacapuru

Manacapuru é uma palavra de origem indígena derivada das expressões Manacá e Puru. Manacá é uma planta que significa, em tupi, Flor. Puru, da mesma origem, quer dizer enfeitado, matizado. Logo, Manacapuru quer dizer ‘Flor Matizada’.

A cidade originou-se de uma aldeia de índios Muras, fundada em 1786, após a pacificação dos índios. Os Muras eram ferozes, e sua pacificação exigiu muito empenho, por parte de Matias Fernandes, diretor da aldeia de Santo Antônio do Imaripi e do General Pereira Caldas, essa pacificação ocorreu em princípios de 1785. A cidade está assentada na margem esquerda do Rio Solimões, na confluência com o rio Manacapuru, de águas pretas. Manacapuru se destaca como o primeiro município, no Amazonas, a ter um Sistema Municipal de Unidade de Conservação - a Reserva de Desenvolvimento Sustentável do Piranha, além da Área de Proteção Ambiental do Miriti e os Lagos de Manutenção do Paru e Calado.

- Manacá-de-cheiro (Manacapuru)

O manacá-de-cheiro (Brunfelsia hopeana) é extremamente perfumado e suas flores mudam de cor. Inicialmente elas são azul-arroxeadas e vão, lentamente, com o passar dos dias, clareando até tornarem-se brancas. Durante a floração apresenta um colorido de diversos matizes. A floração ocorre na primavera e verão. É um arbusto que pode atingir 3 metros de altura.

- Polícia Militar (PM) e Prefeitura Solidárias

Pedi a um cidadão que acionasse o 190 de seu celular, chamando novamente os amigos da PM. O caiaque e o material foram transportados para o Batalhão da PM, onde tomei um banho e nos deslocamos até a Prefeitura Municipal para conseguirmos um alojamento onde foi providenciado o Hotel Boa Vida. Em seguida, fomos levados à presença do Secretário de Turismo e Meio ambiente que fez uma preleção sobre a cidade e nos colocou à disposição sua secretária Zilmara Moreira de Holanda e a diretora de eventos senhora Mara Regina Marques de Oliveira. Mais tarde, por uma dessas Amazônicas coincidências, descobrimos que a Zilmara era cunhada do prefeito de Anamã, cuja residência e filhos tínhamos fotografado, quando lá estivéramos, e que a Mara era aparentada do escritor Jones Cunha que nos presenteara com seu livro em Jutica. Fiquei sabendo que o Romeu e a Maria Helena já haviam consertado o caiaque, avariado no rio Purus, e estavam em Iranduba me aguardando, contrariando o que tínhamos programado. O Romeu alegou que não havia nada para ver na cidade. Pontos de vista bastante dissonantes os nossos, passei quase 4 dias na cidade e não consegui ver tudo que eu queria e nem obter todas as informações que desejava da cidade que congrega uma beleza natural imperdível, um povo mais que hospitaleiro e uma cultura riquíssima. Informei-lhes que seguiria o cronograma planejado tendo em vista o muito a ser visto em Manacapuru. A data prevista para chegar a Manaus era segunda-feira (26) às 14:00h e não antes.

- Amigas Maras (19/22 de janeiro)

Acordei cedo, comprei uns salgados na panificadora Esmeralda para o desjejum, dei um pulo até a ‘Lan House’ onde verifiquei que a velocidade era lenta demais para o upload das fotos. Fui até a igreja Matriz Nossa Senhora de Nazaré para umas fotos e, em seguida, pedi apoio da PM para um giro pela cidade com apoio das minhas amigas ‘Maras-Vilhas’. Acompanhado da Zilmara nos encaminhamos até o gabinete da diretora de eventos, Mara, que conseguiu amavelmente, farto, material sobre a cidade e seu principal evento cultural, as Cirandas. Nos três dias que passeamos pela cidade e seus principais pontos turísticos, tive a atenção despertada pelo seu principal evento cultural que é o ‘Festival das Cirandas’, pela ‘Casa da Restauração’, do Complexo Turístico ‘Paraíso D’Angelo’ e o lago Miriti.

- Festival das Cirandas

A Ciranda é uma dança em que os participantes, de mãos dadas, imitam o ondulado suave das ondas do mar. De origem portuguesa, é dançada em rodas e a música e a letra, originalmente portuguesas, foram totalmente abrasileiradas. A Ciranda chegou ao Brasil Colônia pelas praias pernambucanas. A Ciranda nordestina foi incorporada às manifestações culturais do Amazonas, no final do século XIX, por Antônio Felício, na cidade de Tefé. No início da década de 80, o senhor José Silvestre do Nascimento e Souza e a professora Perpétuo Socorro, organizaram a primeira Ciranda no Colégio Nossa Senhora de Nazaré.

Com o passar dos anos, a pequena manifestação local ganhou notoriedade no cenário folclórico regional e nacional e, em decorrência disso, foi criado, em 1997, o Parque do Ingá, destinado exclusivamente às Cirandas. A criação do anfiteatro com capacidade para vinte mil pessoas precipitou a idealização de um festival próprio, dirigido unicamente à apresentação das Cirandas. No mesmo ano da criação do Parque do Ingá, foi realizado o primeiro Festival de Cirandas de Manacapuru, contando com as Cirandas, Flor Matizada, Tradicional e Guerreiros Mura, quando então foi estabelecida uma data fixa para a realização do mesmo, o último final de semana do mês de agosto, sendo destinada uma noite para a apresentação de cada Ciranda.

- Ciranda Flor Matizada

A primeira Ciranda a tocar o solo de Manacapuru, teve origem na Ciranda patrocinada pela escola Nossa Senhora de Nazaré no início da década de 80. Em 1997, quando do lançamento do 1o Festival de Cirandas de Manacapuru, as Cirandas deixaram o âmbito das escolas e se organizaram em associações folclóricas sem fins lucrativos. Nasce, então, a Ciranda Flor Matizada.

Ciranda Tradicional

Em 1985, a Ciranda Tradicional surgiu através iniciativa de professores da Escola José Seffair e de moradores do Bairro de Terra Preta, sede da escola. Seu objetivo primeiro é difundir a dança de roda naquela Comunidade, proporcionando entretenimento á juventude. Em 1996 esta Ciranda desvincula-se da Escola José Seffair e passa fazer parte da Associação Folclórica Unidos do Bairro, AFUB, fundada em 25 de janeiro de 1996 recebendo a denominação de Ciranda Tradicional Vermelho, Dourado e Branco, homenagem prestada pelos fundadores da Ciranda à Comunidade da Terra Preta. O nome está relacionado aos festejos de Santo Antônio realizados no mês de junho a mais de cem anos.

- Ciranda Guerreiros Mura da Liberdade

No ano de 1993, reuniu-se no bairro da Liberdade, um grupo de brincantes oriundos da Ciranda da Escola Estadual ‘José Seffair’, com o intuito de fundar um novo grupo folclórico. Nascia assim o Grupo Recreativo e Folclórico Guerreiros da Ilha, no entanto, como Manacapuru é uma ilha, o Grupo foi rebatizado para Grupo Recreativo e Folclórico ‘Guerreiros Mura da Liberdade, Gomale’ que pretende ser uma instituição de informação, formação educacional e profissional em parceria com os segmentos mantenedores de projetos sócio-culturais.

- Casa da Restauração

A curiosa denominação prende-se ao fato de que seus proprietários, de origem lusitana, desejavam prestar uma homenagem à restauração da nação portuguesa que ficara sob jugo espanhol durante 60 anos. A Restauração foi, sem dúvida, a mais importante casa de comércio da região e não se tratava apenas de uma loja, mas de uma casa de aviamentos fornecendo mercadorias para os caboclos em troca de produtos naturais que eram a base da economia naquela época. O prédio, hoje, totalmente recuperado é uma parada obrigatória para aqueles que desejam conhecer um pouco da história da cidade.

- Paraíso D’Angelo

Dentre as várias opções de ecoturismo, ou locais agradáveis que visitamos, um, sobretudo, se destaca que é o ‘Complexo Turístico Paraíso D´Angelo’. Às margens do belo lago do Miriti, com uma infra-estrutura que inclui hotel, restaurante, cabanas, tobo-água, dentre outras. O ponto alto do Complexo e que mais chama a atenção é a serenidade de cada um de seus integrantes a começar pelo amigo Ângelo. Conversar com o senhor Ângelo João Saraiva, que se caracteriza como um italiano-cearense-amazonense é um privilégio. Por isso fizemos questão de fazer a entrevista para a televisão local nas suas instalações e partir para Iranduba também de seu paraíso. Os entalhes do hotel ‘Itaceam’, abreviatura de Italiano-Cearense-Amazonense, o bom gosto da decoração do restaurante são realmente encantadores e em cada um destes lugares a marca D’Angelo está presente. O filho da amiga Mara passeou conosco no caiaque pelo lago Miriti.

Ao lado do tobo-água existe um enorme jatobá onde o amigo quer construir uma plataforma com mesinhas para que se possa degustar as iguarias locais de uma vista privilegiada. A principal preocupação dele porém e com os japiims e japús que construíram diversos ninhos na majestosa árvore.

Japiim (Cacicus cela): conhecido também como xexéu, japim, japuíra, joão-conguinho e japiim-xexéu. É comum em bordas de florestas (sobretudo de várzea), campos com árvores, cerrados e florestas de galeria. Vive em bandos de tamanhos variáveis, alimentando-se principalmente de frutos e sementes. Faz ninho de folhas de palmeiras, com a forma de uma bolsa pendurada, relativamente curta e larga quando comparada ao dos japús. Os ninhos ficam agrupados em colônias, algumas vezes sobre a água, nos galhos em que haja a presença de formigueiros e de alguns vespeiros. Às vezes os ninhos podem estar na mesma árvore que os de japús. Apresenta uma série de cantos diferentes e é um excelente imitador de outras aves, hábito que o torna bastante apreciado.

Segundo a lenda o japiim arremedava o canto de todas as aves até que os pássaros, cansados de suas imitações, pediram aos deuses que o castigassem. Como castigo ele foi condenado a esquecer o próprio canto. O único pássaro que o Japiim não imita é o Tamuru-Pará ou Tanguru-Pará. O Tangurú-Pará matou o avô do Japiim com uma bicada fatal no coração, e por isso tem o bico vermelho, manchado com o sangue do antepassado do irreverente imitador. Receio de que o mesmo lhe suceda o pássaro não imita o Tangurú-Pará. Na realidade o Tangurú-Pará é um sentinela das matas e assovia quando algum perigo ronda os animais da mata, por isso não pode nem deve ser imitado. Na Amazônia se acredita que, quando os japiins abandonam uma árvore onde construíram seus ninhos, morre alguém que more nas vizinhanças.

Japú (Psarocolius bifasciatus): seus hábitats vão desde florestas úmidas (tendendo a evitar regiões muito extensas de florestas de terra firme) a florestas secas, clareiras e áreas agrícolas com árvores altas espalhadas. É fácil de ver, sendo menos restrito a florestas do que outras espécies de japús. Vive na copa ou em suas proximidades, solitário ou em grupos pequenos, freqüentemente misturado a bandos maiores de japiins ou outros japús.

Reza a lenda que Uakina tinha um filho chamado Japú. Constatando que os animais tinham recebido dons especiais de coragem, força, rapidez, sagacidade julgou-se injustiçado. Convencido de que deveria ser superior aos demais seres chamou o filho encarregando-o de subir ao céu e trazer o fogo para a terra para garantir a sua superioridade perante os demais animais. Japú subiu ao céu e vinha trazendo o fogo, como determinara o pai, acendeu a tocha e retornou imediatamente. Tupã resolveu castigar aquela afronta. No momento em que o jovem índio se aproximava da Terra, foi transformado em pássaro. Japu, esgotado, conseguiu chegar de volta, carregando a tocha no bico. Como castigo por ter mandado seu filho cometer a transgressão, Uakina foi condenado a viver para sempre atrás das árvores, repetindo os sons emitidos na floresta. É o eco, que ainda hoje se ouve, em todos os rincões da selva. Japú foi transformado em pássaro sem canto próprio e teve a ponta de seu bico pintada de vermelho, cor do fogo que ousou roubar do céu. Por isso é conhecido pela tradição, e que conserva até hoje: Japu-do-bico-encarnado.

- Poluição

A cidade que se diz voltada para o meio-ambiente tem uma grande mácula no centro de sua cidade que é a Serraria Porto das Madeiras na frente do Hotel Boa Vida onde ficamos hospedados. A poluição física e sonora não combina em nada com a bela cidade de Manacapuru.

- Agradecimentos

A receptividade, por parte dos amigos de Manacapuru, foi fantástica. Guardaremos com carinho cada momento passado ao seu lado e, quem sabe, retornemos no último fim de semana de agosto para o Festival de Cirandas. Nosso muito obrigado ao Secretário e às amigas Mara e Zilmara, da Secretaria de Turismo e Meio Ambiente do município, aos membros do Batalhão da Polícia Militar, em especial aos policiais Matos e Farissa, nossos anjos da guarda, ao senhor D’Angelo, seu filho e demais funcionários do Paraíso D’Angelo’, aos proprietários do Hotel Boa Vida e seus colaboradores e a todos aqueles com quem, de uma forma ou outra, tivemos a oportunidade de travar contato na cidade de Manacapuru.

(*) Hiram Reis

Coronel de Engenharia; professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA); membro da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB); presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)

Rua Dona Eugênia, 1227

Petrópolis - Porto Alegre - RS

90630 150

Telefone:- (51) 3331 6265

Site:http://www.amazoniaenossaselva.com.br

E-mail: hiramrs@terra.com.br

Os artigos publicados com assinatura não representam a opinião do Portal Pantanal News. Sua publicação tem o objetivo de estimular o debate dos problemas do Pantanal do Mato Grosso do Sul e de Mato Grosso, do Brasil e do mundo, garantindo um espaço democrático para a livre exposição de correntes diferentes de pensamentos, idéias e opiniões. redacao@pantanalnews.com.br

Compartilhe


Deixe o seu comentário

Todos os campos obrigatórios. Seu e-mail não será publicado.

Nome:

E-mail:

Seu comentário:
Sistema antispam

Digite aqui o código acima para confirmar:


 

zap2
Comentários
irene felicio de oliveira , em 10/04/2011 - 10h06

estou procurando meu irmao antonio felicio de oliveira que 1983 morava em nova denise mato grosso era casado com orides bispo tinha 3 filhos

ingrid , em 26/08/2009 - 12h54

a ciranda desse ano vai ser tudo de bom

 
Últimas notícias do canal
13/11/2017 - 08h00
Expedição Centenária – F. Coimbra – Corumbá I
09/10/2017 - 13h44
Joaquim Francisco de Assis Brasil
09/10/2017 - 13h43
Assis Brasil, Acre
09/10/2017 - 13h34
O Assassinato de Chico Mendes
09/10/2017 - 13h31
Epopeia Acreana - Parte VII
 
Últimas notícias do site
17/11/2017 - 16h03
Viralizou: cachorrinho 'penetra' na balada é a imagem mais fofa que você vai ver hoje
17/11/2017 - 10h18
Fim de semana tem sertanejo, funk, comédia e teatro
17/11/2017 - 07h53
Confira as ocorrências dos Bombeiros das últimas horas
17/11/2017 - 07h44
Proprietários rurais são autuados por manterem carvoarias ilegais
17/11/2017 - 06h14
Confira as ocorrências dos Bombeiros das últimas horas
 

88

Untitled Document
 ® 2009  

CPN - Central Pantaneira de Notícias
PantanalNEWS - Marca registrada 1998-2009
Todos os direitos reservados.